segunda-feira, junho 11, 2007
sexta-feira, junho 08, 2007
A vida é curta. Divorcia-te.
A campanha da advogada Corri Fetman tem provocado polémica em Chicago. O slogan faz-me lembrar aquele verso que cantam muitos dos meus amigos: "A vida inteira não chega, para Amar."
Posted by artur at 8.6.07 8 comments
Sexta feira que até parece 13...
Ninguém trabalha nesta 6a-feira??? Seus trastes! Seus urubus! Ou ainda como ouvi nesta quinta-feira à beira de uma piscina ensolarada em Évora enquanto derrotava copiosamente a minha adversária de ocasião num tabuleiro de xadrez, seus cagalhões de outono, isto no bom sentido e respeitosamente claro. Era distribuir chapadas até à morte, seus madraços! Venham trabalhar que isto assim não anda para a frente! Biltres, facínoras, pulhas, crápulas! Alguém que venha para aqui que eu vou-me já embora... pfffff era bom era.....
Desisto... a verdade é que isto é inbeeeeeeeeeja da boa!
O que eu sinto mesmo é:
(Pink Martini – Sympathique lyrics)
Ma chambre a la forme d'une cage
Le soleil passe son bras par la fenêtre
Les chasseurs à ma porte
Comme les p'tits soldats qui veulent me prendre
Je ne veux pas travailler
Je ne veux pas déjeuner
Je veux seulement l'oublier
Et puis je fume
Déjà j'ai connu le parfum de l'amour
Un million de roses n'embaumerait pas autant
Maintenant une seule fleur dans mes entourages
Me rend malade
Je ne veux pas travailler
Je ne veux pas déjeuner
Je veux seulement l'oublier
Et puis je fume
Je ne suis pas fière de ça
Vie qui veut me tuer
C'est magnifique être sympathique
Mais je ne le connais jamais
Je ne veux pas travailler
Non, Je ne veux pas déjeuner
Je veux seulement l'oublier
Et puis je fume
Je ne suis pas fière de ça
Vie qui veut me tuer
C'est magnifique être sympathique
Mais je ne le connais jamais
Je ne veux pas travailler
Non Je ne veux pas déjeuner
Je veux seulement l'oublier
Et puis je fume
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quinta-feira, junho 07, 2007
Moving on up - Primal Scream
You made a believer, out of me
I was blind, now I can see
You made a believer, out of me
Im movin on up now
Gettin out of the darkness
My light shines on
My light shines on
My light shines on
I was lost, now Im found
I believe in you, Ive got no bounds
I was lost, now Im found
I believe in you, I got no bounds
Im movin on up now
Gettin out of the darkness
My light shines on
My light shines on
My light shines on
Repeat chorus
Im getting outta darkness
My light shines on
Im getting outta darkness
My light shines on
Posted by Catarse at 7.6.07 1 comments
quarta-feira, junho 06, 2007
SUN
Here you come again with the wind at your heels
The brightest thing I've seen for years and years
You are the sun
It's where you're from
And where I'm going to
The light you shine
Can always change
My grey skies into blue
You walk with the heat turned up and a fire in your eyes
Could feel you coming for miles and miles
You are the sun
It's where you're from
And where I'm going to
The light you shine
Can always change
My grey skies into blue
You are the sun
It's where you're from
And where I'm going to
The light you shine
Can always change
My grey skies into blue
You are the sun
It's where you're from
And where I'm going to
The light you shine
Can always change
My grey skies into blue
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Flirt – Ui ui que é tão bom ou como conseguir arranjar maneira de nos metermos num belo molho de bróculos
É daquelas coisas, o flirt, que todos fazemos quase inconscientemente, uns mais outros menos, uns melhor outros pior, mas de facto já todos fizémos. E é tããããão bom. Pode até não dar em nada, ser apenas entendido como um hobby, um engate ligeiro, uma troca de piropos, uma maneira agradável de passar um tempinho divertido com outra pessoa que alinha no jogo, pode ser a vontade não concretizada de confessar o inconfessável ou uma atracção passageira que nos massaja o ego. Por outro lado, pode ser o início de alguma coisa mais séria, o acordar de algo que estava dormente, o nascer de uma paixão forte ou uma maneira de ultrapassar a barreira inicial entre desconhecidos. Pode acontecer num bar, na rua, nos transportes, na net, no trabalho, no ginásio ou numa loja. Quando queremos ou quando não estamos à espera. Com quem escolhemos ou com quem não estava nos planos. Solteiros ou comprometidos. Mais inocente ou quente que ferve. Seja como for sabe mesmo muito bem quando acontece recíprocamente. Vicia, contagia, anima, alegra, entusiasma. Tem todo um conjunto de regras não escritas (ou neste caso parece que as escreveram) que são seguidas numa cumplicidade não verbalizada. Leva-nos aos píncaros quando a faísca dispara ou até à dura realidade quando termina. A questão é fazer com que corra bem, que seja agradável para os envolvidos e que (às vezes não dá mesmo para evitar) não nos meta num grande molho de bróculos, numa salgalhada incrível, num berbicacho dos diabos. Mas se tem pernas para andar ou se nos “distraímos” é tão fácil isso acontecer... quando damos por ela a brincadeira ficou mais séria, mais intensa, cegos pela chama da paixão, surdos pelo canto da sereia já não sabemos parar, já não queremos sair... estamos apanhados num vórtice de emoções, numa espiral vertiginosa que não nos deixa pensar no que estamos a fazer e puff fez-se o chocapic... já não temos o controlo de nada! Só queremos mais e mais e mais e só podemos esperar que tudo corra pelo melhor neste mergulho, perdida a razão e a lucidez que nos diziam para não nos metermos nessa, que aquilo nunca vai dar certo, para fugir dali a sete pés... mas, vendo bem, desde quando é que a razão e a lucidez são para aqui chamadas?! ;)
Posted by Catarse at 6.6.07 11 comments
terça-feira, junho 05, 2007
Ainda a Original Sound Traque de há dois posts atrás
Pensámos em "O meu chapéu tem três bicos", mas seria tão gratuito...
Posted by artur at 5.6.07 2 comments
segunda-feira, junho 04, 2007
Ralações...
Intrincadamente entretecido na psique humana está a necessidade de confiar, de acreditar. Mesmo ao lado moram, no entanto, o medo e o preconceito. Profundamente enraizados e ligados pelos sempre presentes circuitos neuronais de castigo-recompensa que nos movem, estas duas faces da mesma moeda fazem de nós aquilo que somos, entidades duais, balanças de dois pratos que oscilam entre o equílibrio total que tolhe e o desequilíbrio unilateral que igualmente paralisa num extremo.
Realmente não há melhor sensação que a da entrega, a da confiança cega em alguém a quem nos entregamos (assim como não há pior que a traição). Como no exercício de reforço da confiança, é bom saber que temos alguém que nos apanha quando caímos de costas ou de olhos fechados. Como uma criança indefesa que adormece nos braços de quem confia. Mas basta uma queda, uma falha, uma traição para que tudo retorne ao zero. Então se a queda for grande fica a marca gravada que nos impede de voltar aos anteriores níveis seja com quem for. Jogamos à defesa, com cinismo e ironia, para auto-defesa. E como isso se sente ninguém se aproxima muito o que reforça a coisa num ciclo vicioso. Pelo menos durante uns tempos, até que a verdadeira natureza do que somos volta ao comando. Para quebrar esses ciclos, recuperada a coragem, é preciso correr riscos e cair mais e mais vezes, principalmente quando vale a pena a recompensa (embora tenha de admitir que existem correntes contra as quais não vale a pena remar, por fortes demais, dessimuladas ou traiçoeiras – mas temos de as descobrir por nós próprios).
Sempre gostei do risco. Confio sempre mais do que devia. Atiro-me sempre de cabeça, por impulso, para contrariar. Tudo a 110%, sempre a fundo, sempre excessivo. Se gosto tudo se resolve. Se correr mesmo mal não há volta atrás nem perdãozinho barato ou cínico em nome das aparências. Detesto pragmatismo de sentimentos – as coisas vivem-se, sofrem-se e gozam-se da mesma maneira, com a mesma intensidade. Quem se defende da dor e do falhanço também não vibra com a alegria e com a vitória. Quero lá saber do que é sensato, do que é razoável, do que devia ou não fazer, de meios termos e compromissos. Vivo no sonho do Marc Franz. Vivo nas tiras do Roy Lichtenstein e do Frank Miller. Vivo no jardim das delícias de Hieronymus Bosch. Claro está que às vezes vivo na fase escura do Goya. No grito do Munch. Na abstracção de Kandinsky (resquícios dos museus no fim de semana em Madrid).
Até agora já descobri muito do que não quero, do que não resulta. E acredito, continuo a tentar, a mudar, a crescer, a aprender, à procura do que resultará, do que fará sentido da maneira que quero que faça. Para ser mais claro estou a falar da vida em geral. Do que quero fazer (nada do que fiz até agora certamente), do local onde quero viver (Lisboa chega perto, muito perto; gosto bastante, mas será?), do estilo de vida que quero ter (isto já está mais assente, só faltam detalhes), de quem quero para ficar ao meu lado... (ui ui...). Já devia ter mais juízo (ou menos) por esta altura mas acredito que as recompensas chegam na directa proporção das tentativas pelo que não deixo de tentar nem me contento com menos do que espero...
Posted by Catarse at 4.6.07 10 comments
Canções da nossa infância meet Apito Dourado
Tudo começou no Incontinental a propósito do filme de João Botelho sobre Carolina e Giorgio e há já quem fale em Original Sound Traque para o filme.
O Incontinental deu o mote:
Papa-gajos loura
do Apito Dourado,
vendias o corpo
aos teus namorados.
Eles não eram frades
mas homens casados:
Dirigentes de clube
e árbitros "comprados".
Papa-gajos loura
do Apito Amarelo
deixaste a noite
com um livro no prelo.
Agora és mulher séria
Quem pode duvidar?
E gente é o que não falta
p'ra te canonizar.
Este vosso amigo deu continuidade na caixa de comentários:
Atirei o guito ao árbitro,
e o apito nem piou,
O adepto orgulhou-se
Do jogo, do jogo
Que o Porto roubou, uuuuu!!!!
Bebo whiskies com o árbitro,
solto flatos, dou-lhe nota!
Viagens Cosmos, putas a rodos,
O caneco é nosso, àguia maldita.
E a Clarisca prosseguiu em grande estilo:
A passarinha da Carolina
Andou muito de mão em mão
(repete, quantas vezes for preciso)
Começou no bar de alterne
Parou na SAD do Dragão
Parou na SAD do Dragão
mas não foi por muito tempo
Que havia alguém na claque
Que não soltava tanto traque
Que não soltava tanto traque
E tinha amigos de briga
Por causa dessa amizade
Lixou-se o Dr. Bexiga
Dá também a tua contribuição para a Sound Traque!
Posted by artur at 4.6.07 1 comments
sexta-feira, junho 01, 2007
quinta-feira, maio 31, 2007
Áquiiiiiiii
Entre São Bento do Sul e Joinville, antes de se chegar à BR101 - a estrada da morte -, o caminho, que fiz vezes sem conta em 2000, serpenteia por montanhas verdes, verdes.
Se não fosse esta música talvez eu me lembrasse melhor dessa paisagem...
Posted by artur at 31.5.07 1 comments
bilu, bilu. Palminhas, palminhas!
Poucas coisas são mais infantis que a teoria-económica-de-túnel-de-vento:
As greves são pagas pelos trabalhadores
A ideia de que a greve é um direito que beneficia o trabalhador tem um pequeno problema: o direito à greve é descontado no salário por omissão. Os empregadores não são agentes passivos que ficam impávidos e serenos perante as leis que os socialistas inventam. A partir do momento em que todos os trabalhadores adquirem o direito de faltar ao trabalho sem serem penalizados os empregadores reagem. E a forma mais fácil de penalizar os trabalhadores sem desrespeitar a lei é descontando à partida os custos das greves no salário. Os trabalhadores começam a pagar as greves futuras no dia em que são contratados. Podem fazer greve, pois podem, mas começam logo por ganhar menos por causa disso.
A ideia de que a greve é um direito que beneficia o trabalhador tem um pequeno problema: o direito à greve é descontado no salário por omissão. Os empregadores não são agentes passivos que ficam impávidos e serenos perante as leis que os socialistas inventam. A partir do momento em que todos os trabalhadores adquirem o direito de faltar ao trabalho sem serem penalizados os empregadores reagem. E a forma mais fácil de penalizar os trabalhadores sem desrespeitar a lei é descontando à partida os custos das greves no salário. Os trabalhadores começam a pagar as greves futuras no dia em que são contratados. Podem fazer greve, pois podem, mas começam logo por ganhar menos por causa disso.
Posted by artur at 31.5.07 2 comments
Amantes Furiosos - Heróis do Mar
Raça eterna
Almas ardentes
Suplício feroz
Amor e ódio
Morte honrosa
Sacra nobreza
Cruel inocência
Chama de triunfo
Paixões violentas
Amantes furiosos
Raça eterna
Almas ardentes
Suplício feroz
Amor e ódio
Fiéis ao romance
Cruzaremos rotas sem fim
Morte honrosa
Sacra nobreza
Cruel inocência
Chama de triunfo
Paixões violentas
Amantes furiosos
Fiéis ao romance
Cruzaremos rotas sem fim
Fiéis ao romance
Posted by Catarse at 31.5.07 2 comments
quarta-feira, maio 30, 2007
Se o sapo diz deve ser verdade...

Você está aqui:
Sim, sim. Aqui mesmo.
E para os que ainda não estão (ou acham que não estão), segue o manual.
Aconselho vivamente...
Posted by Catarse at 30.5.07 4 comments
segunda-feira, maio 28, 2007
Velhos contos do gin tónico
A segunda-feira é mais difícil depois de um fim-de-semana de festa.
Posted by artur at 28.5.07 2 comments
domingo, maio 27, 2007
Comunicado de imprensa
A sociedade de personalidades Catarse anuncia que a diminuição temporária de posts que se tem verificado se deve a um capricho da realidade que teima em não se subjugar à minha vontade como devia, ao contrário do que sucede com outras pessoas que a vergam a seu bel-prazer com uma simples rasura, rubrica e data, conforme as boas práticas de documentação ditam.
E nem sequer precisam de post-its vermelhos...
A todos aqueles que faltei, falhei ou deixei em stand-by peço desculpas e prometo redenção apropriada.
Retomaremos a anomalia das emissões habituais dentro de momentos.
Deixo-vos com a música apropriada para a "escravatura" de que estou a ser alvo:
Posted by Catarse at 27.5.07 12 comments
sexta-feira, maio 25, 2007
Agora Escolha - A banda sonora da novela!
1/3 da gerência chegou agora a casa da labuta e deparou-se com a balbúrdia.
Assim delibera-se colocar à votação de todos qual a banda sonora original mais apropriada para a novela em curso nos comments, nos termos de um agora escolha:
Hipótese A
Hipótese B
Hipótese C (um miminho extra)
Enquanto votam podem apreciar esta belíssima série juvenil retirada dos anais da história televisiva recente.
Posted by Catarse at 25.5.07 5 comments
quinta-feira, maio 24, 2007
O hit do momento no meu mp3
Quem irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?
Eduardo e Mônica - Legião Urbana
Quem um dia irá dizer que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer
Que não existe razão?
Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
Noutro canto da cidade
Como eles disseram
Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse
- Tem uma festa legal e a gente quer se divertir
Festa estranha, com gente esquisita
- Eu não tou legal, não agüento mais birita
E a Mônica riu e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
- É quase duas, eu vou me ferrar
Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard
Se encontraram então no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de camelo
O Eduardo achou estranho e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo
Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês
Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
De Van Gogh e dos Mutantes
Do Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô
Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda estava
No esquema "escola, cinema, clube, televisão"
E, mesmo com tudo diferente
Veio neles, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia
Como tinha de ser
Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro, artesanato e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar
Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular
E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos, muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa
Que nem feijão com arroz
Construíram uma casa uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana e seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram
Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo
Tá de recuperação
E quem um dia irá dizer que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer
Que não existe razão?
Posted by artur at 24.5.07 0 comments
working nine to five... I wish
Quem me dera... deve haver uma maneira mais fácil do que sair às 8,15 e chegar a esta hora a casa... o euromilhões está um bocado complicado... heranças estão difíceis... senhoras muito ricas de idade avançada e saúde débil não tenho encontrado... já vou tarde para jogador profissional de futebol (sim, porque talento tenho ao pontapé)... não tenho feitio para política, vigarista ou ladrão, passe o pleonasmo... não tenho pais ricos e o bes está fechado a esta hora... estou tramado!
Posted by Catarse at 24.5.07 4 comments
quarta-feira, maio 23, 2007
Portugal na NBA?
Há pelo menos um site americano que aposta na entrada do português João Gomes, jogador de basquetebol do Barreirense, nas escolhas dos Utah Jazz para o draft da NBA que terá lugar a 28 de Junho.
De acordo com o HoopsHype.com, João Gomes poderá ser escolhido na 55ª posição do Draft, tendo a possibilidade de ser o primeiro português a jogar no melhor campeonato de basquetebol do mundo.
Posted by artur at 23.5.07 0 comments
Coincidências...
Há alturas em que as coincidências ganham um significado extra e quando isso nos permite escapar ilesos a um acidente na IC19 tudo parece diferente (podes ligar mais vezes, P, depois desta. Qualquer coisa que precises, um órgão interno, um álibi, etc, é só dizeres).
Circulava eu à velocidade de cruzeiro de 140Km/h pressionando o carro da frente para me desamparar a faixa (ao que este fazia orelhas moucas) quando tocou o telefone. Era uma chamada de trabalho. Abrandei um pouco a velocidade e abri uma certa distância para o Peugeot que tanto me estava a chatear por não encostar à direita.
A chamada terminou minutos depois e preparava-me para retomar a perseguição à minha némesis daquele trajecto que seguia uns 5, 10 metros à minha frente, quando, numa curva à esquerda, perturbado por alguma coisa que não percebi, a condutora começa a perder o controlo do carro, oscilando entre o separador e os carros da faixa central numa espiral de erros que culminou num magnífico estoiro quase de frente contra a divisória de cimento e consequente ressalto para a faixa central, felizmente liberta de carros que se aperceberam do que estava a suceder e se afastaram. Entre destroços, fumo e óleo, consegui passar no buraco da agulha que se formou entre o carro destroçado e o separador, quase por instinto. À passagem, tempo ainda para ver a condutora acidentada tombada para o banco do lado e o festival de travagens, desvios, manobras de emergência que se seguiu por parte dos restantes condutores.
Valeu a chamada (podes ligar mais vezes, P, depois desta. Qualquer coisa que precises, um órgão interno, um álibi, etc, é só dizeres) para não me ter juntado à pilha de metal retorcido. É que não me dava jeitinho nenhum estoirar-me todo agora. Morrer então era totalmente inconveniente. Tenho montes de coisas marcadas, pessoas para ver, lugares para ir.
(consultadas as notícias que não mencionavam mortos no IC19 anteontem)
Moral da história 1: se não queres ter um acidente no IC19 atende o telemóvel, mesmo que seja trabalho.
Moral da história 2: se não queres ter um acidente no IC19 deixa-me passar quando me estás a abrandar.
Moral da história 3: se não queres ter um acidente no IC19 aprende a conduzir o teu Peugeot.
Moral da história 4: salta sem olhar no IC19 e terás ovos no teu cesto.
Moral da história 5: um separador de cimento ganha sempre a um Peugeot.
Posted by Catarse at 23.5.07 5 comments
terça-feira, maio 22, 2007
segunda-feira, maio 21, 2007
O palhaço do amor
Dia cinzento. Há tese para escrever e não há surpresa no campeonato.
De qualquer maneira, eu estou chegando ao fim desta vez quer dizer apenas que daqui a um mês o sol vai brilhar. E muito.
Posted by artur at 21.5.07 2 comments
sexta-feira, maio 18, 2007
Gravity's Rainbow
Come on with me through ruined LiPGLOCK
Accross Tangian deserts we'll FLOck
MADcap Medusa Flank my Foghorn
We'll change four seasons with our first born.
All ships of sense on HYPer ocean
All Kytes of chaos still in motion
My culture vulture such a DAB hand
I'll Steal you from the year 4000
Come with me, come with me
We'll travel to INFINITY
I'll always be there : Uh OH : My Fut>re LOVE
I'll always be there, for you : My FUTUre Love
Your tears leave trails of TIK,VAN,LoofAutonoma : the rubix groom hoom
THose crippled lines that I can't get to
would fall through TIMe but i won't let you
Come with me
Posted by Catarse at 18.5.07 0 comments
quinta-feira, maio 17, 2007
Ask me anything
Right, wrong, what to do?
Someday it will come to you
Hostile Indians
We named our summer camp for you
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´m in utter dismay
I´ve got nothing to say
Harmless children
We named our soldiers after you
Don´t be a coconut
God is trying to talk to you
We could drag it out
But that´s for other bands to do
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to give
Got no reason to live
But I will fight to survive
I´ve got nothing to hide
Wish I wasn´t so shy
I lied to urge
I´d like to read
I´d like a part
I´d like the lead
But
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to give
Got no reason to live
But I´ll kill to survive
I´ve got nothing to hide
Wish I wasn´t so shy
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Perguntar não ofende e em todo o caso há sempre quem responda...
Posted by Catarse at 17.5.07 6 comments
quarta-feira, maio 16, 2007
A Bola
Leiam a pérola que "A Bola" pôs on line a propósito do caso do cão de Mourinho:
Mourinho detido para proteger o seu cão
O técnico do Chelsea, José Mourinho, foi na terça-feira inesperadamente detido pela polícia inglesa, após ter impedido que o seu cão fosse levado de quarentena, segundo revela a imprensa britânica.
Como a polícia inglesa parece que não tem muito que fazer e os seus cidadãos são um claro exemplo a seguir, como se tem visto recentemente em Portugal, decidiu ir a casa de José Mourinho porque tinha dúvidas que o cão do técnico português tivesse as vacinas em dia.
(negrito da minha responsabilidade)
Que subtileza! Que classe! Que rigor informativo...
Posted by artur at 16.5.07 3 comments
segunda-feira, maio 14, 2007
Um clássico é um clássico
A peúga branca do Alex... A Mallory...
Posted by artur at 14.5.07 6 comments
domingo, maio 13, 2007
diário de bordo
A companhia merecia muito melhor!
2/3 da gerência
Posted by Catarse at 13.5.07 5 comments
sábado, maio 12, 2007
40º à sombra - Radar kadafi
No fundo da avenida
Bebendo um capilé
Quarenta graus à sombra
Nas mesas do café
E aquela rapariga
Eu já não sei o que dizer
O que fazer
O que dizer
O que fazer
Aihaiah
Mediterrâneo agosto
Em pleno verão
Aihaiah
O sol a pino e eu faço
Uma revolução
Aihaiah
Parte um navio
Desce a maré
Vejo o céu vermelho
Tomara que estivesse a arder
E aquela rapariga
Eu já não sei o que dizer
O que fazer
O que dizer
O que fazer
Aihaiah
Mediterrâneo agosto
Em pleno verão
Aihaiah
O sol a pino e eu faço
Uma revolução
Aihaiah
Eu só te quero a ti
Eu só te quero para mim
Agosto aqui para mim
Só ter um fim
É ter-te a ti
Só para mim
Agosto aqui
Só para mim
Especialmente dedicada...
Posted by Catarse at 12.5.07 2 comments
Gin soaked boy - for your earing pleasure
realmente uma música fantástica...
obrigado Camionista Tarzan.
valeu pela música
Posted by Catarse at 12.5.07 2 comments
sexta-feira, maio 11, 2007
Sampi V (acho) Moodicetea
A dada altura Sampi atingiu um ponto de verdadeira saturação com o estilo de vida que levava. Era só loucura, inconsequência, inconstância. Precisava de algo mais sério. Algo mais estável. Decidiu que tinha chegado o tempo para tentar uma abordagem diferente. Afinal, depois de tantos anos de diversão com os locais, se calhar, podia agora dar-lhes qualquer coisinha em troca. Para além das bebidas, drogas e explosivos, claro. E todas aquelas formas de arte incompreensíveis que pareciam apelar de uma forma estranha ao imaginário dos humanos, como a louça das Caldas, a ripa de madeira inclinada em cima de um tijolo e os filmes do Manoel de Oliveira.
Bom, mas isso praticamente não contava para a grande ordem das coisas. Precisava de sentir a realidade deles para os compreender. De estar integrado naquela realidade e não de estar acima dela ou dentro da sarjeta, como era mais habitual. Aderiu a um ginásio. Ajudou mas faltava algo. Abraçou a filosofia, leu, escreveu, puxou pela cabeça, tentou descobrir o sentido da vida, a resposta à grande pergunta sobre a vida, o universo e tudo o resto (que como quase toda a gente sabe é: quanto são seis vezes sete?) porque não conseguia aceitar a resposta 42 como sendo assim tão reveladora sobre tudo o que ele conhecia. Tentou o budismo, yoga, tantras, mantras, drogas, mantas, deserto, escreveu as musicas dos doors e deu-as ao Jim Morrison enquanto este andava perdidinho por lá, incenso, hinduísmo, paganismo, bruxaria, vudu, búzios, ler tarot, as mãos, os pés, mãe de santo e quejandos.
Encarnou o líder espiritual de que seguem trechos das suas prédicas aos crentes:
Mestre, o que é mais pesado para a alma? O que é mais nobre? Sofrer na alma As flechas da fortuna ultrajante Ou pegar em armas contra um mar de dores Pondo-lhes um fim?
Eh pá, também já estive nessa. Isso e saber se preferia que me arrancassem pelos do cu pelo nariz ou pelos do nariz pelo cu...
Mestre, fala-nos do dia-a-dia!
O dia-a-dia é uma seca. Quem me dera ter um controlo remoto para passar as partes chatas...
Mestre, diz-nos o que pensa do amor?
Humm. Tramado. Humm. Muito tramado. Nas palavras do poeta, o amor é fodido, Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer, ora zumba na caneca e estamos na fossa outra vez! O melhor é mesmo nem pensar nisso. Se por acaso alguém apanhar uma coisa dessas, é fazer o mesmo que com as constipações: Cama, muitos líquidos e esperar que passe!
Mestre, e o trabalho?
Chiça penico. Onde? Quem? Eu? Porra! Ah... bom... o trabalho... tou de baixa.
Mestre, sobre a música...
Isso é que é. Taí coisa para demorar... Vai do "Lá, lá, lá, dá-me favas com chouriço,..." até aquela coisa tcham tcham tcham tcham do Ludwig, passando por Van der Graaf Generator e Gogol Bordello. Sem esquecer o grande exito "conan o homem rã" e o atirei o pau ao gato.
(inspiração: “O profeta”, “Hitchhiker’s Guide to the Galaxy”, HC, comments deste blog)
Posted by Catarse at 11.5.07 5 comments
quarta-feira, maio 09, 2007
Shortbus II
"A necessidade promove acasalamentos estranhos!" Quarta Lei de Farber ;)
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terça-feira, maio 08, 2007
A vida simples...
Com o evoluir descontrolado da ciência e da tecnologia assistimos durante uns anos ao transformar lento mas paulatino de homens em máquinas, cada vez mais frios e impessoais, regidos por princípios egoístas desde o enunciar do postulado de Adam Smith sobre o crescimento económico. De seguida, a Ciência matou Deus (com a preciosa ajuda de Nietzche e para gáudio dos ateus e niilistas) mas abdicou da gestão das almas e destinos dos homens com a consequente perda de valores morais até hoje não substituídos à altura. Depois entrou a globalização que nos atirou para um caos cultural, social, racial e religioso do qual muito se pode esperar pela exposição a maneiras diferentes de pensar e pelo convívio com a diferença mas do qual ainda tanto se teme (sendo a homogeneização um dos perigos) e do qual pode resultar uma convulsão enorme com perdas imensas (não estamos fora do alcance das leis da evolução e, portanto, os menos adaptados caminham para a extinção) se o processo não for adequadamente conduzido para o bem comum. Com a pressão crescente do consumismo, media e publicidade com recurso à manipulação de ideiais de estilos de vida, status, desejos e ícones criámos o monstro da depressão por ser quase impossível cumprir com tudo aquilo com que somos bombardeados e devíamos ter ou ser para atingir a felicidade. A desproporcionalidade na distribuição da riqueza não explica tudo, embora conduza sem dúvida a pressões sociais, emigração clandestina, sobre endividamento, aumento do crime e queixas sobre as condições de vida. Mais ainda, com o evoluir da ciência médica a nossa esperança média de vida aumentou incrivelmente mas não em proporção à qualidade com que a gozamos. No meio de tanto egoísmo e desinteresse pelo próximo, cresce a corrupção que prejudica indiscriminadamente populações inteiras.
Felizmente está sol, há praia e mar, vem aí o subsídio de férias e nada disto interessa. Vamos no bom caminho! Em frente! O precipício é já ali...
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segunda-feira, maio 07, 2007
Memórias...
Posted by Catarse at 7.5.07 9 comments
sexta-feira, maio 04, 2007
Flower Party

"festa das flores . sexta 11 maio . abertura de portas 00h00 . preço: 15 € – c/ oferta de bebida . dress code: flores"
"Em plena Primavera, e já com um cheirinho a Verão, a Open Up, a Soundz, a Crush e as Produções Banana unem-se mais uma vez, desta feita para vos apresentar a FESTA DAS FLORES!!! Depois do sucesso da festa de Halloween, regressamos ao magnífico PAVILHÃO DE EXPOSIÇÕES do Instituto Superior de Agronomia, situado no coração de um dos maiores e mais belos espaços verdes da cidade de Lisboa - a TAPADA DA AJUDA!!!"
in mailing list das produções banana
Posted by Catarse at 4.5.07 7 comments
quinta-feira, maio 03, 2007
Sondagem Independente
Agora que estamos todos esclarecidos sobre a história do diploma de José Sócrates, está na hora de acabar com a sondagem da Gabardina. Para a história ficam os resultados dos 45 votos.
A pergunta era:
Se se provasse que o primeiro-ministro comprou o diploma sem ir a exames (e ele pedisse desculpas pelo facto) poderia continuar no cargo?
E as hipóteses de resposta:
Sim. Todos merecem uma segunda oportunidade.
Não. De maneira nenhuma. O primeiro-ministro não pode ser um vigarista.
Os resultados foram os seguintes:
Posted by artur at 3.5.07 6 comments
contextos, falta de cultura, medo de assumir que não se sabe ou desinteresse?
Posted by Catarse at 3.5.07 3 comments
quarta-feira, maio 02, 2007
mudanças, interacções, variações, diversidade e evolução

Posted by Catarse at 2.5.07 9 comments
Vonnegut
Kurt Vonnegut morreu a 11 de Abril deste ano. Descobri isso na semana passada.
Quando li que tinha morrido lembrei-me do livro que li há uns 16 ou 17 anos atrás: o Barba-Azul. Sei que foi aí que começou a mudar o que penso sobre arte, os preços da arte e a distinção hobby/profissão.
Fui à procura do livro. O parágrafo decisivo está numa nota do autor prévia ao romance:
Deixem-me dizer-lhes também que muito do que coloco no livro foi inspirado pelos preços absurdos pagos por obras de arte neste último século. Tremendas concentrações de riqueza em papel-moeda permitiram que algumas pessoas ou instituições dedicassem a certos tipos de brincadeiras humanas uma inadequada e aflitiva seriedade. Refiro-me não apenas aos borrões artísticos, mas também aos jogos infantis - correr, pular, agarrar, atirar.
Ou dançar.
Ou cantar.
Posted by artur at 2.5.07 0 comments
terça-feira, maio 01, 2007
indeterminação e complementaridade
http://www.dhnet.org.br/
direitos/
militantes/
freibetto/
betto_indeterm.html
agora é só montar o endereço pela ordem em que está disposto em linhas...
um problema qualquer impede-me de postar o link de forma convencional.
talvez assim?
link
Posted by Catarse at 1.5.07 9 comments
31x364+((31/4)*1)+1 (mais ou menos)
Sabendo que me torno transparente mas sem querer que me tomem por translúcido, gostava de agradecer a preocupação mas dispensar o excesso de atenção. Uma vez chamaram-me a atenção para esse problema e vejo agora o grau de gravidade que pode tomar. Mais ainda gostava que os meus doutos leitores não me tomassem assim por tão fácil de ler. Gostava de acrescentar mais e mais coisas, sobre assuntos importantes que me corroem por dentro ou que me aquecem como se uma estrela carregasse em mim, mas vejo que devo tomar algum cuidado para não ser mal interpretado por quem por tão bem julga tomar-me como algo que de verdade não sou.
Não posso, no entanto, deixar passar uma ocasião como esta sem deixar aqui algo que ficou por dizer quando a garganta se turvou com tamanha reunião de amigos (que só posso tomar por sinceros e que se por sinceridade não agem, confio que por de igual montante de razão se tomam, para que tal motivo seja suficiente para traição de nobre princípio). Agradeço muito do fundo do que sou terem estado, nos vários graus e delongas, o que e como estiveram junto de mim hoje! Obrigado porque realmente gosto muito de todos vocês (entre os que estiveram e os que queriam ter estado)! Menos seria ser muito mal agradecido; muito mais seria lamechas. Se fiz o que fiz, só o fiz porque sou o que faço! Para quem não sabe o que por esta altura já devia saber, sem duvidar, espero um dia poder demonstrá-lo... BEIJOS&ABRAÇOS!
Posted by Catarse at 1.5.07 4 comments
segunda-feira, abril 30, 2007
Fim-de-semana desportivo
Os Chicago Bulls fizeram história na NBA ao eliminarem por 4-0 os campeões em título na primeira ronda do play-off.
Por cá o fim-de-semana foi calmo e sem nada de relevante a assinalar...
Posted by artur at 30.4.07 0 comments
domingo, abril 29, 2007
enquanto o sono não chega....
e os pesadelos do costume não me vêm assustar outra vez... outra e outra vez... sempre os mesmos... sempre da mesma maneira... já nada faz sentido como já fez... será que não vai voltar a fazer? a solidão de ser aquilo que já fui assola-me... ondas e ondas de negritude onde me vou outra vez afogar... há uma vertigem que me arrasta para o fundo daquele poço onde já estive e já não sei se volto à tona... amanhã acordo com a sensação de arrependimento do que deixei por fazer e aquilo que repito para mim é só mais uma série de frases estafadas... mas vai ter de servir como motivação ou recheio para o perú de supermercado que compro num ready made de futilidade que me preencherá uma vez mais... seja...
Posted by Catarse at 29.4.07 10 comments
now the drugs don't work...
nunca isto fez tanto sentido como agora...
Posted by Catarse at 29.4.07 2 comments
sábado, abril 28, 2007
demasiado sol na cabeça...
E poupei-vos aos outros milhares de videos parvos só com os marretas... Animal and Moreno, marretas matrix, marretas e REM, pigs in space, Miss Piggy, Beaker, Swedish Chef... a lista é infindável; é só mergulhar no youtube...
Posted by Catarse at 28.4.07 2 comments
Voto de riqueza
No DN leio a reportagem "Um dia no Vaticano com o cardeal Saraiva Martins". O cardeal que desempenha essa nobre tarefa de decidir "quem é santo" mora num "enorme apartamento privado" com vista para a Praça de São Pedro, capela particular e antena parabólica para ver a RTP Internacional. No seu apartamento vivem três freiras "que se ocupam da sua vida" (os muçulmanos compreenderão isto melhor do que eu?). A irmã Terezinha faz a comidinha portuguesa que o cardeal come a todas as refeições. "Está sempre vestida de branco, com um avental igualmente branco imaculado". O cardeal desloca-se num carro com motorista e tem um secretário particular. Tem um serviço de pratos com as suas '"armas" de cardeal' e é adepto da Lazio, a equipa dos fascistas de Roma.
Vamos dar mais dinheiro à Igreja Católica. Para ajudar os pobres, os que mais precisam, os que passam fome.
Posted by artur at 28.4.07 1 comments
sexta-feira, abril 27, 2007
Eu...
Gosto de confiar e não me desiludir, de poder contar com as pessoas, de lealdades, de amizades verdadeiras e incondicionais, de sacrifícios pelos outros, da empatia entre duas pessoas, de cumplicidades, de pessoas que se interessam, que se lembram, que se esforçam, que se preocupam, que perdem uns segundinhos por coisas que realmente importam, que param para ajudar alguém desinteressadamente..
Não gosto que não me respondam quando pergunto alguma coisa - há mensagens, mails, correio, telefones, telemóveis, messenger, pombos-correio, sinais de fumo, tambores, estafetas, etc... Não considero que não dizer nada corresponda a um não, porque do mesmo modo pode ser um sim, um não vi a pergunta, um quero lá saber disto, um esqueci-me, um deixei passar o prazo sem querer... É só carregar no reply e escrever "Não". Até pode ser sem til ou sem maiúscula. É melhor que nada. Irritam-me o silêncio absoluto e a indiferença...
Gosto de miúdas espigadotas com piada, de conversas diferentes, de mudanças de ritmo que provocam nós no cérebro, de engates entre estranhos, de conhecer mais e mais pessoas, de acasos e destinos, do que estava escrito que tinha de acontecer por mais estranho que pareça, do que parecia impossível há uns tempos atrás e de ver pessoas felizes a aproveitarem a vida.
Não gosto de fuçangas, nervoseiras, choraminguices e choradeiras. Na estrada, nas filas, nas festas, à mesa, à conversa, ao telefone... Sosseguem, acalmem-se, relaxem... O stress mata e chateia-me.
Gosto que perguntem directamente aquilo que querem saber, que digam aquilo que querem dizer, que assumam o que querem e que façam o que lhes apetece fazer sem ligar a mais nada. Gosto de mudar, de escrever o que quero, de fazer o que quero, de ser compreendido ou muito mal entendido, de perder a cabeça e saltar de olhos fechados, do caos e do pandemónio.
Não gosto de indirectas, de jogos interesseiros sem interesse, de meias palavras para bons entendedores, de quem espera que adivinhem aquilo que era suposto fazer sem darem nunca um sinal do que seria, de recriminações por tudo e por nada, de berros e de quem fala alto só para ter a razão do volume, de mentiras, traições, cínicos, azedos, sonsas e panhanhas.
Gosto de praia, sol, conduzir à chuva, de noite e em estradas sinuosas, morangos, desportos colectivos e de jogar para ganhar, convívio, copos, festas, música, conversa, relaxar na praia, livros, vinho e tapas, lareiras e cacau quente, puffs, jogos, coisas novas e diferentes, filmes de terror e outros, de desafios, chocolate, de piadas parvas, pratical jokes e non-sense, de surpresas, fotografias, de arriscar, de prendas pensadas, de gestos únicos e carinhosos, aguardente velha, de cães, de promessas cumpridas, velas acesas e incenso a queimar, de viver a 110% e de excessos, de segredos guardados e amigos fiéis.
Não gosto de côco, de lulas, de esferovite, desmarcações à última hora, novelas, leite puro, religiosos extremistas ou supersticiosos embrutecidos, tacanhices e mesquinhices, pacotes vazios no frigorífico, meninos/as da mamã, fraquezas de espírito, chicos-espertos, corruptos, anis, pessimistas, desmancha-prazeres, heavy metal, show-off, varandas marquisadas, sítios com muito fumo ou apertados, famílias mokambo, aparências e pessoas calculistas.
Posted by Catarse at 27.4.07 7 comments
quinta-feira, abril 26, 2007
Igreja Católica elimina o limbo para crianças que morrem por baptizar
O momento em que o porteiro abre uma excepção para deixar entrar um tipo sapatilhas - mesmo que sejam umas Puma de 100€ - marca o princípio do fim do estabelecimento com classe.
Posted by artur at 26.4.07 1 comments
25 de Abril
No discurso de 25 de Abril do Presidente da República estava quase tudo o que o país precisa fazer para ser um país decente.
Não admira que os partidos políticos o tenham criticado.
Posted by artur at 26.4.07 0 comments
terça-feira, abril 24, 2007
Numa dimensão paralela II
(continua)
Posted by Catarse at 24.4.07 5 comments
FUKITOL!!

Posted by Catarse at 24.4.07 1 comments
segunda-feira, abril 23, 2007
APAV-FU - o spot promocional
Cada família (piu piu, o pintaínho faz piu piu)... cada família tinha um filho , um filho unicamente, a quem era confiado o comando da situação. Assim sendo tornava-se impossível comunicar por telefone, porque nas casas os aparelhos eram imediatamente interceptados pelos meninos, que durante horas...
Nanni Moretti, Caro Diario
Posted by artur at 23.4.07 1 comments
Agora que os Gato Fedorento já gozaram já não é tão feio...
Se os alunos americanos fossem como José Sócrates os massacres em escolas seriam impossíveis por falta de comparência das vítimas.
Posted by artur at 23.4.07 1 comments
domingo, abril 22, 2007
"It’s not really a knockout if you see the punch coming."
in the Boxing Scene from The LoveBirds. Em rodagem.
Posted by tcravidao at 22.4.07 0 comments
quinta-feira, abril 19, 2007
[Cuéntame] si has conocido la felicidad
Já lá vão três anos. Eu estava de férias em Madrid e a única condição era voltar para casa cedo para ver o Cuéntame e o Aqui no hay quien viva. No domingo estreia o Conta-me como foi que provavelmente não será muito melhor que o Aqui não há quem viva (minus Soraia Chaves)... Mas haverá sempre um quiosque numa qualquer cidade espanhola para perguntar se quedan d-uve-ds do original.
E a música continua tão bonita como dantes...
Cuéntame como te ha ido
en tu viajar por ese mundo de amor,
volverás dije aquel día,
nada tenía y te fuiste de mi.
Háblame de lo que has encontrado
en tu largo caminar
Cuéntame como te ha ido
si has conocido la felicidad
cuéntame como te ha ido
si has conocido la felicidad
Cómo estás sin un amigo
te has convencido que yo tenía razón.
Es igual, vente conmigo aún sigue vivo
tu amor en mi corazón
Háblame de los que has encontrado
en tu largo caminar
Cuéntame como te ha ido
si has conocido la felicidad
cuéntame como te ha ido
si has conocido la felicidad
Te soñaba, sin cesar
y hacerte, ya lo ves
y una voz, en mi ser
repetía, en un nuevo día
volverá, en un nuevo día
volverá, en un nuevo día
volverá, volverá.
Cuéntame como te ha ido
si has conocido la felicidad
cuéntame como te ha ido
si has conocido la felicidad…
Posted by artur at 19.4.07 0 comments
O que és?
Existem imensos testes na internet, uns melhores, outros piores, uns com piada e outros mais sérios. As bases científicas ou estatísticas que estão por trás deles não as conheço e nem posso falar sobre a sua validade ou precisão. Valem o que valem e aceitemo-los como são. As conclusões sobre o resultado ficam para cada um tirar e rir um pouco!
Aqui ficam alguns links e os resultados que obtive:
www.thesuperheroquiz.com/
you are SpiderMan 85%
http://www.thesuperheroquiz.com/villain/
you are Dr. Doom 75%
http://similarminds.com/
Non serious Personality Test:
Classic Movie: Salteadores da Arca Perdida
Famouos Leader: JFK
Advanced Global Personality Test (126 questions):
TRAIT SNAPSHOT RESULTS: messy, disorganized, social, tough, outgoing, rarely worries, self revealing, open, risk taker, likes the unknown, likes large parties, makes friends easily, likes to stand out, likes to make fun of people, reckless, optimistic, positive, strong, does not like to be alone, ambivalent about chaos, abstract, impractical, not good at saving money, fearless, trusting, thrill seeker, not rule conscious, enjoys leadership, strange, loves food, abstract, rarely irritated, anti-authority, attracted to the counter culture.
Avancem, testem-se, partilhem! ;)
Posted by Catarse at 19.4.07 16 comments
Se eu pudesse voltar atrás...
Dizem que arrependimento pode matar e que não vale a pena pensar no passado porque o que passou já não volta e nada podemos fazer sobre isso. Enfim, só porque Einstein postulou que era impossível não temos todos de acreditar nisso. O senhor até era esperto e tal mas não era engenheiro e pode-se ter enganado numa casa decimal. Seja como for, até alguém tirar isso a limpo, para bem da nossa saúde mental não é grande ideia andar sempre a matutar no que poderíamos ter feito de um modo diferente. Não o fizémos, não quisémos, não pudémos ou não conseguímos. E como tantos e tantos filmes e livros disseram e mostraram qualquer alteração atirar-nos-ia provavelmente para uma realidade alternativa em que tudo poderia ser radicalmente diferente, graças a uma cascata imprevisível de acontecimentos inter-relacionados, para pior ou para melhor. Ou talvez não, e está tudo predefinido. Mesmo com tudo isto presente não consigo deixar de pensar que, sem querer cair num arrependimento estúpido ou de descontentamento com o que tenho e sou agora, sei que faria imensas coisas de um modo diferente. Não para me ter poupado a sofrimentos ou para procurar algo que não tenho agora (isso faz parte do processo) mas para não desperdiçar algumas oportunidades que passaram em detrimento de outras coisas que tiveram o seu peso e importância mas que, aprendida a lição, não valeriam a pena voltar a viver (algumas nem uma vez quanto mais duas) pois o conhecimento e a experiência já estariam incorporados e assim teria mais tempo para outras coisas que não vivi ou conheci. O clássico "se eu soubesse ontem o que sei hoje..." Claro que certas coisas teriam sempre de acontecer, vez após vez, pelo que representaram, pelo que fizeram pela (de)formação do que sou, pelo papel (higiénico ou não) que desempenharam e pelo que quero que continuem a ser no momento presente. Já outras claramente não valeram todos aqueles grãos de areia da ampulheta (e, no entanto, provavelmente umas não existiriam sem as outras). Enfim, faz tudo parte da vidinha parece-me, por isso deixa-me cá aproveitar bem a minha enquanto posso porque há muita coisa para viver e o meu rádio não toca sempre a mesma música de manhã!
Posted by Catarse at 19.4.07 2 comments
quarta-feira, abril 18, 2007
In memoriam
Alguém viu esta alminha? Rumores situavam-no no Burundi no que dizia ser uma peregrinação introspectiva em busca do plano perfeito.Posted by Catarse at 18.4.07 2 comments
coisas para fazer com o euromilhões que mais uma vez não ganhei...
- carregar um cessna com um metro cúbico do mais fresco e mal-cheiroso estrume para depois o deixar cair em cima de quem não gosto, qual cagadela de pombo à escala cósmica;
- proporcionar momentos de verdadeira e saudável paranóia fazendo seguir os meus amigos por personagens dos seus filmes favoritos, que soubessem o nome deles e os incorporassem nos guiões dos filmes a que pertencem;
- mandar entregar cabeças de cavalo ao Valentim Loureiro, Pinto da Costa, Fátima Felgueiras e companhia só para saberem como é o outro lado da máfia;
- estacionar um elefante em cima do carro daquela besta que põe sempre o carro no meu lugar;
- raptar pessoas escolhidas a dedo e enviá-las para 1 semana de férias em locais paradisíacos contra a sua vontade, onde tudo estaria preparado para os receber;
- despedir-me em grande estilo do emprego durante um mês de loucura completa em que nada ficaria por fazer ou dizer, incluindo mandar vir 4 strippers a cantar Ágata para o chefe durante a reunião da manhã e ligar uma botija de gás nitroso ao HVAC;
- mandar colocar batatas nos tubos de escape de todos os carros de Lisboa na segunda feira de manhã para poder andar à vontade sem trânsito;
- alugar carrinhas da family frost para levar ao pandemónio todas as escolas do país com gelados de borla;
ahh, a lista cresce e temos mais um sorteio na próxima 6a feira...
Posted by Catarse at 18.4.07 0 comments
terça-feira, abril 17, 2007
Personagens Caricatas III
E mais um, este não sei bem quem seja mas de qualquer modo merece figurar entre os outros já seleccionados. Resta acrescentar que o cliente é o da farda de cozinheiro ao contrário do que poderia parecer...
Posted by Catarse at 17.4.07 6 comments
Personagens Caricatas II
Já não me lembro bem como se chamava esta série de fotos de personagens reais que se encontram por aí... De qualquer maneira gostava de vos apresentar o António Variações que encontrei no metro outro dia a ler um manual de psiquiatria. Dado o ar totalmente abilolado do rapaz parece-me que ele tem mesmo muito que ler...Posted by Catarse at 17.4.07 0 comments
300!
HAAAAAAAUUUUUUMMMMMM!!
E havia tantas coisas que se resolviam bem com uma lança, uma espada e um escudo...
E um ou outro discurso empolgante sobre a honra, a glória, a vitória, a morte e essas coisas...
E um belíssimo grafismo à lá Frank Miller...
E, vá, umas cenas lamechas que fazem o estilo épico perder o ritmo e que podiam ter sido feitas de outra maneira...
De qualquer maneira, HAAAAUUUUUUMMMMM!!!
Posted by Catarse at 17.4.07 2 comments
segunda-feira, abril 16, 2007
APAV FU
A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima do Filho Único (APAV FU) é uma entidade sem fins lucrativos fundada no passado sábado, em Coimbra, entre um bacalhau à casa e um arroz doce com canela.
Os fundadores, cansados de verem os FU recalcarem as suas ideias, nunca as publicando no seu blog (para não dividirem os holofotes que os papás sempre lhes apontaram), decidiram unir-se em associação pública para que outras vítimas não tenham que passar pelo mesmo ou para que se sintam acompanhadas nestes momentos de dor.
Design de Mrs. French Guard, sócia n.º1 da APAV FU
Todos os direitos reservados
Se divides a tua vida com um FU, se também tu és uma vítima, junta-te a nós!
Não guardes dentro de ti todo esse sofrimento!
O sócio n.º 2 da APAV FU
Posted by artur at 16.4.07 10 comments
domingo, abril 15, 2007
plácidos domingos...
Sol, Lisboa, tapas, vinho gelado, amigos, conversas, rio, livros, jardim, música, gelados, relax, champagne, relva, pastéis de belém...
Posted by Catarse at 15.4.07 5 comments





















