quinta-feira, janeiro 31, 2008

101


Uma pista: Não são dálmatas. Nem rosas.

Mas concordo que são demais. Mais nem sempre é melhor.

Consultório sentimental do Prof. Catarse

Constou-me que os meus préstimos estão a ser requeridos por aqui. Como sempre, estou disponível para ouvir os vossos desabafos anónimos ou assumidos (gosto muito desta palavra), 24h por dia, 7 dias por semana, 4 e tal semanas por mês, 12 meses por ano, and so on...

Queixas, conselhos, desabafos, arrufos, confissões, declarações, poções mágicas, mezinhas, rezas e macumbas, ideias românticas, sugestões. Temos de tudo. É deitar no sofá e... Oh, yeah baby, please behave!
The love doctor is... IN! I'm listening!

quarta-feira, janeiro 30, 2008

Tão queridos quando são pequenos...

Quem não se lembra do pequenito, doce e esperto Andrew Keaton, do Family Ties?

Cresceu, teve uma banda punk, foi condenado por violência doméstica, fez uma desintoxicação e, de acordo com a wikipedia, esteve 5 meses sem tocar em álcool ou drogas.

O depois e o antes de Brian Bonsall...


Futilidades divertidas

Clica nas abelhas mas com cuidado porque já nem nos insectos se pode confiar...

Clica no link e responde às perguntas para descobrir o que a net pensa de ti...

Clica no link e descobre que o tempo passa mesmo sem darmos por isso...

Gracias pelos links enviados

Nota Editorial: Manifestações Públicas de Sentimentos

Dentro de um tema presente e muito marcante que, inclusivamente, suscitou já alguns comentários de leitores atentos e amigos - é sempre bom receber feedback de quem lê e mais ainda de quem se interessa pessoalmente, algo que agradeço - fica o título deste post como um alerta informativo sobre o que penso deste assunto. É certo que tudo o que é demais é moléstia mas é preciso ver que os limites de uns não são iguais aos de outros e aqui reside o problema: onde traçar a linha da qual não se passará. Como comentei num post anterior, salvo questões de intrusão na privacidade alheia (erros cometidos e corrigidos no passado, fruto da inexperiência nestas lides da blogosfera), aprendi a não colocar aqui nem fotografias que permitissem a identificação de pessoas nem textos que revelassem mais do que a minha noção de privacidade o permite (admitindo que os limites de outros possam ser diferentes e tendo sempre isso em consideração quando falo de terceiros - sabendo também que a minha vida não é estanque e interage com outros). Por outro lado, como também já escrevi por aqui, gosto do papel de purga (pessoal), criativo (escape tão necessário da realidade) e informativo (para quem me conhece e está longe) que este blog e esta assinatura (Catarse) tornaram possível, variando no tempo, tema e estilo.
Pessoalmente acho que, nos dias de hoje, quando manifestamos publicamente sentimentos como ódio, revolta ou censura ninguém se importa com o teor verrinoso ou cínico do que escrevemos que são, inclusivamente, tidos como sinais de um (frio) intelecto, coolness ou superior e refinado sentido de humor, mesmo quando estamos directamente a visar e ferir alguém enquanto que, cada vez mais, há pruridos e uma quase vergonha ou inibição com manifestações de carinho e afecto. Não me parece que deva ser assim que as coisas têm de ser e é esta a minha "linha editorial", se assim se pode chamar, bem como a minha postura pessoal na "vida real". A minha liberdade termina onde começa a dos outros mas aqui existe a liberdade de cada um para ler o que quiser assim como a minha (dentro dos limites acima descritos e demais condicionantes legais e morais aplicáveis). Concordo que possam achar que este não será o local mais propício para tal escritos, mas, se assim o julgarem, têm bom remédio como sempre o tiveram quando escrevo sobre outro tema qualquer: Não leiam ou discordem nos comentários (é por isso que os mantenho abertos a todos e nunca censurei nenhum).
Agradeço mesmo muito o feedback que tenho tido e gosto de ter e não sou imune à crítica (positiva ou negativa) até porque a qualidade do que aqui escrevo não é sempre a mesma nem apela de igual modo a todos mas também não é essa a minha pretensão. Escrevo porque gosto e gosto do que escrevo e assim vou continuar. Até me fartar. Até julgar que deixou de fazer sentido. Espero sinceramente que continuem a acompanhar atentamente, como o têm feito, estas incursões, descrições, criações, palermices, desabafos e devaneios que vos vou deixando. Isto não é um amuo. Isto não é uma censura ou recriminação. Isto é apenas uma clarificação que nasce de vários e inestimáveis inputs que me fizeram chegar (e peço que continuem a fazê-lo sempre que o entenderem fazer), não só agora como noutras alturas, e que penso resumir de uma forma clara e explícita a minha maneira de pensar sobre este assunto e sobre o meu papel neste blog (que, aproveito para acrescentar, não é só meu, pelo que isto se aplica apenas e somente aos textos publicados sob o meu pseudónimo)!
Não há tabus, temas proibidos, brincadeiras censuráveis ou questões inabordáveis. Apenas uma imensa vontade de escrever.
Dentro do tema anteriormente designado como LA RIPA, tal deve-se ao aparecimento de uma pessoa muito importante na minha vida e à inegualável alegria que tal gerou e que, por vezes, me enche de tal maneira que não consigo evitar que extravase. Como este blog está agora indelevelmente ligado a mim, é também por intermédio dele que manifesto a minha felicidade e a partilho com todos! Espero que compreendam.
Mais acrescento que, numa nota eminentemente mais geral (e principalmente no que aos amigos concerne), nem tudo é perceptível à vista desarmada, nem sempre o que parece é e, por vezes, é mesmo melhor perguntar directamente sem melindres ou inibições - o interesse é mútuo como sabem e se nem sempre comunico (como decerto acontecerá desse lado) é por falta de tempo e excesso de distância, algo que me esforço e terei de me continuar a esforçar por contrariar!
Achei que era necessária esta nota nesta altura. Espero que continuem a ler! E a comentar!
Cumprimentos editoriais! Saudações amigas e calorosas! The Catharsis is (still) out there...
Pedro
P.S. - Isto não é dirigido a ninguém em particular e muito menos a amizades de 20 anos.

SLB - mercado de inverno, campeão no verão?

O mercado de Janeiro é complicado. Ponto assente. Mas permite ajustes e já deu campeonatos.
O plantel do Glorioso necessita de ajustes. Ponto assente. Mas piores equipas já ganharam campeonatos.
Numa análise rápida, os problemas eram: Excesso de jogadores, déficit de experiência dos jogadores jovens, jogadores que nunca tinham jogado na Europa ou em Portugal e contratações falhadas.
- Miguelito - Sepsi. Troca arriscada mas necessária. O primeiro teve hipóteses e falhou sempre. Vamos ver no que dá o romeno que tem a vantagem da idade lhe dar margem de progressão e o Leo como modelo do que deve vir a ser.
- Miguel Vítor, Romeu Ribeiro, Yu Dabao, Fábio Coentrão têm todos qualidades para se afirmarem mas precisam de jogar e não o iam conseguir nos próximos 6 meses por aqui. Boa decisão! Está tudo nas mãos deles porque têm tudo para conseguirem ser titulares nas equipas para onde foram.
- Makukula (a confirmar-se). Gosto! Sempre gostei de avançados de bom porte atlético e sempre quero ver o animal do Bruno Alves a tentar intimidar a nossa nova torre de ébano.
- Fellipe Bastos, Halliche e Vinicius. Um para ficar, outro para emprestar, outro para os júniores. É bom saber que continua a aposta em novos talentos. Espero que vinguem e acho que o primeiro vai dar um ar da sua graça ainda esta época!
- André Diaz, Marco Ferreira e Bergessio. Erro de casting, erro de casting com cheirinho a tentativa de irritar o FCP sem sucesso nenhum, possível Lisandro mas sem tempo ou espaço para rebentar? Parecem-me boas decisões, até porque o último, ao que parece, mantém o vínculo ao clube.
Ficam ainda problemas por resolver como a lateral direita (para já, nem o Luís Filipe e o Nélson juntos, com grande pena minha por conhecer pessoalmente o primeiro e gostar do estilo ofensivo do segundo na primeira época), o extremo direito (Maxi poderia ser solução para o primeiro mas só o empenho e disciplina táctica o tornam opção para o segundo) e suplente à altura para o Rui Costa (Nuno Assis insiste em não render o que já rendeu). O Butt não aquece nem arrefece e, ao que parece, é caro. Livrem-se dele no final da época; o Moreira e o Quim dão boa conta do recado com um miúdo promissor dos escalões de formação!
A maior e melhor surpresa foi Christian Rodriguez, o Cebola (é de comprar já), seguido das boas indicações (com muito a melhorar) do Di Maria, os golos do Cardozo (também a melhorar) e o esforço e rigor (e lançamentos) do Binya (se vais mesmo partir a perna a alguém, tenta a do Quaresma).
Nota positiva ainda para a recente manifestação de intenções (espero que não se fiquem pelas boas intenções porque o inferno da Luz está já cheio delas) de investir mais no mercado nacional, seguindo os ditames de Mourinho que sabia o que estava a fazer quando escolhia atletas já experimentados cá no burgo e observados de perto.
Vamos ver no que dá!

Zen: Auuuuuuuuummmmmmmmmmm!!!

Num regresso ao IC19, que saudades, apenas tornado possível pela crise actual e pelo preço da gasolina que está pela hora da morte (nota-se uma diminuição da intensidade do trânsito a partir do dia 20 de cada mês por falta de verba na maior parte dos orçamentos familiares, o que os obriga a soluções de car pooling ou transportes públicos - é pena que ambas só pareçam fazer sentido quando o cinto aperta), apanhei, como não podia deixar de ser para tornar completa esta experiência, um acidente. Na onda Zen que decidi adoptar para não me chatear com aquilo sobre o que qual nada posso fazer, contei até 10. Como estive lá mais de 40 minutos contei devagar. Contei de trás para a frente. Só pares. Só ímpares. Números primos. Aleatório. Fiz a tabuada deles todos. Somei-os. Subtraí-os. Dividi-os. Multipliquei-os. Calculei as raízes quadradas. Integrei. Primitivei. Baralhei-me todo porque a matemática já está um pouco enferrujada. A dada altura não havia zen que me aguentasse e, apesar de saber que as frases: "Hate gets back to you! Love gets back to you! Choose what you want to get!" estão, por mais do que um motivo, carregadinhas de razão, explodi inapelavelmente! Que raio de anormais, imbecis, bestas quadradas, estúpidos, filisteus, biltres, facínoras, sacanas, trastes, pulhas é que se esfaixam uns nos outros numa recta? Que raiva! Quem não sabe conduzir depressa anda devagar e na faixa da esquerda. Quem não sabe conduzir seja a que velocidade for fica em casa ou anda à boleia. Levanto-me eu às 7,30 todos os dias para ter tempo de fugir ao trânsito e tomar um pequeno almoço relaxado na empresa antes de começar a trabalhar e depois dá nisto?! Tive mesmo de os insultar à passagem... A bem do meu civismo e auto-controlo, lamento imenso dizer que infelizmente ajudou. Passada a necessária purga (catarse?) e aliviado o stress, relaxei e... Aaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmm!! Só faltou o incenso!
Bom, mal por mal, antes tivesse apanhado um ou outro tigre. Sempre acrescentava o tão necessário toque de surrealismo ao início do meu dia.

80's: Uma tripla encadeada de música

E como a vida sem música não presta mesmo, ainda que a dita possa ser de gosto duvidoso, aqui fica um medley dos anos 80 que vale sempre a pena recordar!


Do medley antigo saltamos para a actualidade pelo título da música que se segue:

Camera Obscura - Eighties fans!



E, por intermédio de uma das músicas dos senhores anteriores, um favorito do antigamente retirado do baú:

Lloyd Cole


Festa anos 80! O rescaldo



Como diria alguém: É fête é fête! E foi uma boa fête! Trajes a rigor e convenientemente foleiros, música à altura e convenientemente datada, animação intemporal e convenientemente regada (ficou talvez a faltar uma bebida clássica dos anos 80: Kontiki)! Estava lá uma Zundapp. E o Indiana Jones, a Sigourney Weaver, o Sylvester Stallone e a Madonna. É preciso dizer mais?

terça-feira, janeiro 29, 2008

Tu és...

...linda, terna, louca, feminina, provocadora, alegre, genuína, diferente, simples, tonta, inteligente, confiante, meiga, sexy e divertida. Tens um riso fácil e contagioso, um cheiro delicioso, um cabelo indomável, um "tá?" retórico que não deixa margem para resposta e uma barriga de enlouquecer!
Amo-te!

Porquê? Não sei mas sei que sei, tá? (Parte II)


Perguntaste-me porquê que gosto de ti.

Respondi que não sabia mas que, tanto quanto percebia do assunto, explicá-lo não era condição necessária para sentir na mesma o que sinto por ti.

The Darjeeling Limited


Do realizador Wes Anderson, The Darjeeling Limited & Hotel Chevalier (o prólogo) é um grande filme! É mesmo de ir ver sem falta ou demora!

Divertido, bons diálogos, narrativa agradável, crítica a alguns lugares comuns como misticismo, relações familiares e à noção quase infantil "Eu não preciso de dinheiro para ser feliz" - frase que, em boa verdade, só pode ser proferida no seu verdadeiro sentido por quem tem mais do que o suficiente. As 3 personagens principais (sem desprimor pelas restantes) estão muito bem construídas e são verdadeiramente caricatas mantendo, ainda assim, uma genuinidade e coerência acima da média.

Por mais do que um motivo e de mais que uma maneira, o filme levanta questões sérias enquanto nos deixa bem dispostos, acrescentando a isso uma série de bons planos (como a cena da entrada no comboio - da qual usa e abusa mas mantendo a eficácia ou a cena no quarto do Hotel Chevalier com a inacreditavelmente sexy e feminina Natalie Portman) e imagens fortes e cheias de cor (ou não decorresse a acção na Índia).

Sobre o que o filme nos oferece como paradoxo da realidade, cada vez mais acho que somos todos personagens à espera da entrada certa no enredo e se assumissemos essa qualidade distintiva em vez de nos camuflarmos no meio de todos os outros ou abafarmos aquilo que nos torna únicos seríamos muito mais felizes. Qual é o mal de ter uma ou outra faceta marcante, loucura ou traço de personalidade vincado? Nenhum. É o ostentá-lo com orgulho e confiança que faz de nós singulares e extraordinários. Medo do julgamento alheio? Tenho é medo de não me conseguirem diferenciar de qualquer outra pessoa...

Criaturas de hábitos

Que somos criaturas de hábitos não é novidade. Que absorvemos rapidamente novos comportamentos e os integramos nas nossas rotinas, também não. Que temos direito às nossas excentricidades, idem, e que a cada tolo a sua mania, ibidem. Agora quem é que se ia lembrar de algo tão adoravelmente rebuscado como, na cama, telefonar virada para o lado direito e adormecer para o esquerdo é que já não sei...

segunda-feira, janeiro 28, 2008

Carnival is coming (part I): Shaft



John Shaft: "Don't let your mouth get your ass in trouble"

Who's the black private dick

That's a sex machine to all the chicks?

SHAFT! Ya damn right!

Who is the man that would risk his neck

For his brother man?

SHAFT! Can you dig it?

Who's the cat that won't cop out

When there's danger all about?

SHAFT! Right On!

They say this cat

Shaft is a bad mother

SHUT YOUR MOUTH!

I'm talkin' 'bout Shaft.

THEN WE CAN DIG IT!

He's a complicated man

But no one understands him but his woman

JOHN SHAFT!

Conclusões de férias

O chá verde é a nova canela.

Fim de semana desportivo


Quando já ninguém discutia a hipótese do campeonato eis que, para benefício das tiragens dos jornais desportivos apenas, só pode, o FCP sofre de uma paragem mental do seu treinador (Marek Che?), um ataque de medo absolutamente inesperado e uma noite perfeitamente desastrada e sem confiança na finalizaçao (Adriano? Farias?) e derrapa no piso molhado da casa de banho de Alvalade para elevar a felicidade encarnada (ainda que poucas mais melhorias que anímicas - e já não é mau quererem mesmo jogar e ganhar - como se viu no jogo com o Guimarães) a níveis que os oito pontos de diferença não faziam prever nesta altura.

A esperança, qual Fénix renascida das cinzas (até dá para ver uma águia ali no meio e tudo), é a coisa mais bonita do mundo!

A morte da bezerra...

Afinal não é assim tão mau estar a pensar nela... para mais se precisarmos daquela inspiração para resolver um problema bicudo.

Eu sempre soube que era distraído mas nunca pensei que isso me pudesse ajudar.

sábado, janeiro 26, 2008

Life on Mars - Seu Jorge



Do post anterior para este foi só passar pelo "Life Aquatic", também muito parvo, também com mais do que à primeira parece e também com o Bill Murray. E com o extra da banda sonora!

Groundhog Day



Um dos meus filmes preferidos!
Tem o Bill Murray. É parvo. E faz muito mais sentido do que à primeira vista pode parecer.

Só podia ser bom!

sexta-feira, janeiro 25, 2008

NBA


"Sejam bem vindos ao jogo NBA da semana!"

Era assim que Carlos Barroca e João Coutinho nos saudavam na emissão do segundo canal, A Magia da NBA, aos domingos dedicada a este desporto que pratiquei afincadamente durante a minha adolescência. Vidrado naquele cheirinho semanal da melhor liga de basketball profissional do mundo que sabia sempre a pouco, foi um privilégio incrível apreciar uma geração de jogadores como Michael "Air" Jordan (o melhor jogador de sempre da modalidade e, para muitos, o melhor atleta também), Magic Johnson, Karl "Mail Man" Malone, Charles "El Gordo" Barkley, Akeem "The dream" Olajuwon entre tantos outros. As jogadas, os nicks, as rivalidades, as estatísticas, os posters, tudo era motivo de interesse num desporto evoluído e espectacular. E vem aí o All Star Match!

Na foto acima, His Royal Airness Michael Jordan! Sim, é um ser humano e sim, sabia voar!

"E tenham um fim de semana faaaantástico!"

Catarse

Aquando do convite para aqui escrever, tive de decidir-me por um nome ou nick que me servisse de assinatura. Por motivos vários optei por não usar o meu próprio nem nenhuma abreviatura dele para evitar constrangimentos no que escrevesse. Optei por este:



As explicações levou-as o tempo e agora estou menos anónimo que nunca mas reconheço-lhe um sentido e uma identidade próprias que, mais do que qualquer significado Wikipédico, fizeram e ainda fazem tanto sentido.

Comias-me?


Descobre aqui e comenta ali em baixo. A minha resposta segue mais logo ao fim do dia. E se achas que os meus olhos são grandes, é para te ver melhor...
Thanks JF

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Querer é poder

E eu quero! Quero muito! Quero mais e mais e mais! Como nunca quis... e é tão bom querer assim!

Shirley Bassey & Propellerheads



Love Story (Where Do I Begin)


Where do I begin
To tell the story of how great a love can be
The sweet love story that is older than the sea
The simple truth about the love she brings to me
Where do I start

With her first hello
She gave new meaning to this empty world of mine
There'd never be another love, another time
She came into my life and made the living fine
She fills my heart

She fills my heart with very special things
With angels' songs, with wild imaginings
She fills my soul with so much love
That anywhere I go I'm never lonely
With her around, who could be lonely
I reach for her hand-it's always there

How long does it last
Can love be measured by the hours in a day
I have no answers now but this much I can say
I know I'll need her till the stars all burn away
And she'll be there

How long does it last
Can love be measured by the hours in a day
I have no answers now but this much I can say
I know I'll need her till the stars all burn away
And she'll be there

Bebel Gilberto - Narizinho


Eu vivo onde as estórias
Mais malucas e gostosas podem acontecer

Onde um burro dá conselhos
E um sabugo pode filosofar

Um menino caça estrelas com bodogue
E uma boneca arranja encrencas de dar choque

Muitas coisas que só faz quem não sabe
Onde tem o nariz

Nariz,nariz
Narizinho
Narizinho arrebitado

De olho curioso
Do ouvido xereta
No meio da boca tem um riso feliz...nariz...feliz

Ela mora onde as pessoas mais incríveis e estranhas
podem aparecer
Peter Pan, Chapeuzinho, Cinderela e o Pequeno Polegar

E os problemas com o Saci e com a Cuca
Que sempre deixam a vovó quase maluca

Muitas coisas que só faz
Quem não sabe onde tem o nariz

Eu sei onde está o meu... e quero o teu sempre por perto!

Intuição


Cada vez mais dou valor e crédito à intuição, ao instinto, aos feelings, àquela voz interior que te guia e te diz que algo está bem ou mal mesmo sem nenhuma pista ou indicação concreta. É algo eminentemente irracional e animal, algo apurado por milhares de anos de evolução que, infelizmente, a civilização e a racionalização a que assistimos nos últimos anos abafaram sem contemplações, tomando-os por assomos de imaginação desenfreada ou, com a conotação negativa que a palavra muitas vezes toma, misticismo. O método científico, tendo realmente os seus méritos na análise e resolução de problemas, arroga-se por vezes em excluir tudo aquilo que não consegue explicar como fantasioso ou impossível. Um paralelismo fácil de fazer prova pelo absurdo que tal não deve ser tomado por certo, bastando ver o efeito que teria um computador portátil com internet wireless no espírito de um qualquer personagem do século XV. Para ele, a ciência dos nossos dias pareceria magia, para não dizer algo de divino, tal a disparidade entre níveis de conhecimento e tecnologia. Isto para dizer que há limites para o actual conhecimento humano (ainda que se alarguem de dia para dia) e nada nos prova que, só porque não o conseguimos explicar, algo não possa existir. Mais do que uma vez assisti e experimentei tais sensações inexplicáveis mas inequivocamente credíveis sobre os mais variados temas, sendo que aprendi a dar-lhes a devida atenção sem cair na crendice total de me desligar da racionalidade dos factos.
A imagem acima foi retirada de um artigo num blog que leva esta discussão para o plano da neurofisiologia, o que acaba por acrescentar uma importante valência a este assunto.

Pai Natal

Ouvir aquele senhor da APIFARMA dizer que a unidose não tem nenhuma vantagem face à situação actual fez-me acreditar no Pai Natal.
Será que depois ele ensina aos filhos que mentir é feio?

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Auto-estima


Há pessoas naturalmente confiantes nas suas próprias capacidades e cujo amor próprio se mantém em bom nível (quase) independentemente das circunstâncias. Como diz o anúncio: "Se eu não gostar de mim, quem gostará?" e como alguém me disse já por mais que uma vez "Começa por gostar e tratar de ti". E é bem verdade. Claro que o feedback de outros é importante até para aferir das reais capacidades e não entrar em excessos de confiança ou bazófia, mas a verdade é que ter uma boa dose de auto-confiança e moral só pode fazer bem. Advogar em causa própria é difícil e leva a comentários pouco abonatórios mas acho que, em média e como povo, sofremos do mal da auto-crítica e auto-destruição (algum resquício da antiga Grécia que nos ficou indelevelmente preso à alma). Deitamo-nos abaixo e não podemos ouvir ninguém dizer bem de si próprio ou assumir uma qualidade sem sentir uma estranha vergonha ou acusá-lo prontamente de gabarolice. Nada mais errado, mantidas proporções razoáveis, claro. No ramo da psicologia existe, ao que parece, um teste e uma escala (Rosenberg Self Esteem Questionnaire) para aferir tal característica mas nem é isso que importa. De origem intrínseca ou necessitando de reconhecimento alheio (mais instável e ao mesmo tempo possibilitando uma perspectiva externa sempre útil), é bom ter uma quantidade saudável de confiança. Os outros sentem-no e respeitam quem enana (justificadamente) tal sensação, estando ainda fortemente associada ao sucesso de tudo aquilo que tentamos fazer.

Há, claro, alturas melhores e piores para tudo, mas, com optimismo e confiança chegamos sempre mais longe do que pessimistas e inseguros. E se tens alguém que te faz sentir bem, feliz e com vontade de ser tudo aquilo que podes ser, melhor ainda!

Sabrina 20 anos depois de Sabrina

Sabrina Salerno 1987
Sabrina Sato 2007

Anos 80



Anos 80. Essa década incrivelmente espalhafatosa, misto explosivo de kitsch, yuppies, conservadorismo, pop, baby boomers, queda do modelo comunista, início da era da informação e Michael Jackson, Europe, Madonna e INXS, e que em Portugal foi potenciada pela recente mudança de regime. Os seus ícones abrangeram marcas e objectos tão distintos como a Apple, a IBM, o cubo mágico, a MTV e o teledisco, Ray-Ban, Maradona, entre tantos outros. Vivi-a dos 4 aos 14 pelo que as memórias são as mais antigas, aquelas que nos servem de base, ainda que difusas e já desbotadas pelo tempo. Hoje estão na moda outra vez seguindo a regra dos 30 anos para estes ciclos pelo que tudo o que desse tempo data é agora alvo de um coleccionismo compulsivo. Será que vamos ter uma 2a Dama de Ferro, desta feita nos USA? A guerra fria passou agora das salas de guerra para os mercados e bolsas e adivinham-se outros paralelismos conservadores com este crescente ímpeto regulador e uniformizador. Olhando em redor vemos o novo Mini, Beetle e Fiat 500, o renascimento dos óculos à atirador, uma moda ostensiva e exuberante, o rap em grande agora sob o disfarce de Hip-Hop, entre tantos outros exemplos de um saudosismo estranho e marcante que nos assola e que não vejo (ainda?) ter paralelo na geração que se segue. Sinal dos tempos e da idade? Talvez. Insatisfação de quem não tem tudo o que queria e teima em ficar preso entre o mundo dos nossos pais e as possibilidades infindáveis que adivinhámos mas não fomos capazes de desbravar até ao fim por medo ou comodismo? Parece-me que sim. Pelo menos para alguns de nós.

Sobrinha mais linda do mundo!

"- A Maria quer uma mesinha!"

O tio derrete-se todo ao telefone e leva, sim?

Alterações Climáticas - o lado agradável ainda que bastante assustador


De t-shirt ao sol em Janeiro. Incrível!

Modus Operandi

O FCP compra sempre a totalidade do passe e renova com o jogador antes de o vender para melhorar a sua capacidade negocial e potenciar o lucro ao mesmo tempo que assegura em silêncio o seu substituto.
O SCP não tem dinheiro para mandar cantar um cego e, mesmo que tivesse, não sabia o que o mandava cantar nem quando nem onde. Depois ouve a música que lhe impingem. Às vezes corre bem, outras nem por isso. E o maestro tem a mão frouxa para segurar a batuta.
O SLB deixa escapar a informação sobre quem quer comprar muito antes de o fazer para depois negar que alguma vez esteve interessado no jogador e depois parte para uma enésima e desconhecidíssima escolha para validar esse modo de operar e gabar-se que nunca ninguém soube das negociações, muitas vezes pressionado pelos anteriores falhanços.
A previsibilidade é um defeito muito grande e oferece capacidade para manipulação e antecipação aos adversários. Assim não dá.

Unidose de medicamento

Mesmo fazendo parte dos assalariados da toda poderosa Indústria Farmacêutica (ainda que aqui não tenhamos comprimidos) e podendo parecer que estou a morder a mão que me alimenta, escapa-me à compreensão como pode tal medida não ter sido ainda implementada. Contra mim falo também porque, à imagem de milhões, tenho uma gaveta cheia de restos de medicamentos prescritos e não utilizados. Não entendo a necessidade (para além da óbvia manobra de maximização do lucro por parte de quem vende) de ter caixas de 60 comprimidos quando, para a minha terapêutica, apenas necessito de 10. Não poderia o farmacêutico, digno licenciado que estudou imenso para saber ler um papel garatujado por outro digno licenciado que estudou imenso, em colaboração com quem diagnosticou a maleita e decidiu qual o tratamento (aka o segundo digno licenciado), determinar também a dose necessária adequada a cada caso, poupando assim recursos precisos ao utente e ao estado? Depois gastam milhares em campanhas contra a automedicação e pedem para quem padece de alguma doença para não ir primeiro à mística gavetinha chafurdar em busca daquela pílula mágica que anteriormente em males similares ou comparáveis, do próprio ou do prestável e entendido vizinho, lhes serviu de panaceia...

É que já nem se dão ao trabalho de nos atirar areia para os olhos.

Adenda ao urso

Baby let me be,
your lovin' Teddy Bear
Put a chain around my neck,
and lead me anywhere
Oh let me be
Your teddy bear.
I don't wanna be a tiger
Cause tigers play too rough
I don't wanna be a lion
'Cause lions ain't the kind
you love enough.
Just wanna be, your Teddy Bear
Put a chain around my neck
and lead me anywhere
Oh let me be
Your teddy bear.
Baby let me be, around you every night
Run your fingers through my hair,
And cuddle me real tight

(A completar com Youtube assim que o Panda AntiVirus deixe de ter inveja do Urso de Peluche. Estes animais...)

Figura de...


... urso. Coisa que até gostava de fazer... dependendo do urso, claro.

Aproveitando a deixa, fica um link para um blog genial que me enviaram.
Thanks AB. Croaac!

Só para não me armar aos cucos....

Perdi os dois jogos. Caca. Detesto perder. Mesmo... Ainda para mais com as ganas todas com que ia para ganhar. Mas, bom, seja... foram divertidos e ninguém se aleijou. Fica a figura ilustrativa por que passei por falar demais e antes do tempo. Para me baixar a garimpa! Para ver se aprendo a ficar caladinho... Arre, qué burro e qué estúpido.

terça-feira, janeiro 22, 2008

Lips are unhappy - Lucky Soul


Shake, shake, shimmy.

You know that you soothe

the aches and the troubles within me.

Pretending that everything's cool,

When I'm twenty seven shades of blue,

And my lips are unhappy without you.

My lips are unhappy without you.

Honey suckle, you're missing.

But I make the morning dew glisten,

By just hoping and wishing.

Pretending that I've got a clue.

When I'm twenty seven shades of blue,

And my lips are unhappy without you.

My lips are unhappy without you.

video

(detesto turnos)

Terça-feira: Dose Dupla de Vitória e não, não estou a falar nem da águia do Glorioso nem da verdadeira dona das cuecas do Beckham

E vamos lá para a primeira dose dupla de 2008: Futsal e Volleyball! As mailling lists dão o mote para o aquecimento, elevando o espírito que motiva o corpo. Ganhar, ganhar, ganhar! Percebo o que o Mourinho quer dizer com isto ser um hábito. A norma é ganhar. Sempre. A excepção é perder e tem de ser considerada uma excepção inaceitável para motivar o regresso às vitórias. A derrota tem de morder o orgulho e este, uma vez mordido, tem de retorquir. O resto é secundário. Claro está que, aqui, se trata de uma reunião de amigos e que há outros valores em jogo, nomeadamente companheirismo, amizade, diversão, evitar lesões, não há taça e nem sequer bicicleta para levar no final mas o bichinho da competição está lá e não pode ser ignorado.


Dee lite - Groove is in the heart


We're going to dance (x3)
And have some fun
The chills that you spill up my back
Keep me filled with satisfaction
When we're done
Satisfaction of what's to come
I couldn't ask for another
No I couldn't ask for another
Your groove I do deeply dig
No walls only the bridge
My supperdish
My succotash wish
I couldn't ask for another
No I couldn't ask for another
CHORUS:
Groove is in the heart (ah-ah-ah-ah) (x2)
Groove is in the heart
Groove is in the heart (ah-ah-ah-ah)
The depth the hula groove
Move us to the nth hoop
We goin' thru to
Horten hears a who-ooh
I couldn't ask for another (x2)
DJ soul was on a roll
I been told he can't be sold
He's not vicious or malicious
Just de-lovley and delicious
I couldn't ask for another
CHORUS.
(Rap)
Someone's in this torso, hot
Gotta deal, you wanna know
Delightful, true. it's delightful
Making it, doing it
Especially at a show
Feeling kinda high
Like a Hendrix haze
Music makes motion
Moves like a maze
All inside of me, heart especially
Help of the rhythm
Where I wanna be
FLowing, glow with electric eye
As you dip to the dive
Baby, you realize
Baby, you'll see the funky side of me
Baby, you'll see that rhythm is the jey
Get, get ready with it, with it
Can't, can't quit it, quit it
Stomp on the stoop
When I hear a funk loop
Played pied piper, follow what's true
Baby, just sing about the groove
Sing it
CHORUS.
1 2 3 be-ooh-ooh
Na-na-na-na-na
REPEAT TWICE
Groove is in the heart (ah-ah-ah-ah ne-na-na-na-na)

Um dos melhores one hit wonders de sempre!!

Boy meets Girl...

Tantas estórias começam assim... não deixa de ser curioso saber o que acontece nos primeiros instantes destas interacções mas nem tudo é mensurável. As variantes após este primeiro encontro são imensas e têm sido a base de milhares de livros e filmes. E cada história é uma história... Eu acredito que uma versão do género "amor à primeira vista" faz sentido. Não algo instantâneo, tipo sopa Knorr, mas uma centelha inicial única e reconhecível. E a questão aqui é a expressão "primeira vista". Interpretada literalmente não me parece possível mas, vista com outros olhos, reportando ao momento em que as pessoas se conhecem mesmo, sejam 10 minutos ou uns dias de convívio mais próximo (pessoalmente acredito nos instantes iniciais da avaliação, dando peso à ideia de que a primeira impressão conta muito, embora seja possível revertê-la - ver Thin Slicing num post passado), esta noção ganha consistência.

Um exemplo, totalmente fictício claro, podia ser:

Boy meets Girl/Girl meets Boy, Boy and Girl spend some time together over some FDA inspection, Boy and Girl stay awake late working closely together, Boy and Girl loose track of work as the days go by, FDA inspection ends, late night work ends, different work shifts get in the way, Boy and Girl meet ocasionaly under the pine trees, email and telephone jump in to scene to overcome separation, first candy, first flowers, first dinner, vacations and distance get in the way, no email, no dinner, no flowers, no candy, not a glimpse of each other, no joy, 3 weeks go by hanging solely on two hour calls every single day, vacations end (yeah!! wait! vacations end, yeah?!), first (tanned) sight in weeks, weird coincidences start to happen, attraction grows, intensity rises, some 3000 emails later, more than 100 hours of telephone calls (and a new phone, as the old one died out due to over usage) and some dates later...

(to be continued)


Ah, também acredito em finais felizes!!

Bom dia!



José Gonzalez, Heartbeats! Sei que gostas desta!

segunda-feira, janeiro 21, 2008

90,000

E pimba! A Gabardina abriu-se para mais de 90,000 visitas. Ao anónimo desconhecido (lindíssimo pleonasmo este) fica um grande bem haja (detesto esta expressão)! E anda a Carleton a dizer que tem mais de 90,000 alunos pelo mundo fora... pffff... a Gabardina instrói, induca e inssina muito melhor! Aproveito para lançar desde já o repto: o visitante 100,000 ganha um post! Concurso perfeitamente indiferente para o Governo Civil mas que se soubesse da sua existência de certezinha que aprovava e mandava logo cá um daqueles representantes vestidos à anos 80, absolutamente sinistros, para ficar ali sentadinho enquanto o contador passava. À falta dele vou dando uma olhadela esporádica ao contador e logo se vê se alguém se acusa. Clic, clic...

Amy Winehouse

Não é certamente a mais bonita. Nem sequer a mais bem feita. Os excessos de álcool e droga são realmente over the edge (ainda que façam parte da receita que lhe trouxe o sucesso) e tem boas probabilidades de vir a degenerar em algo triste ou de ter um fim trágico e precoce. Mas há qualquer coisa que irradia dela que faz um homem tremer. Uma sensualidade incontida que lhe escorre da voz e do corpo quando se abandona à música e à dança em palco. Uma feminilidade assumida de mulher que sabe ser mulher sem constrangimentos ou inibições. Gosto! Perco-me a ver o DVD do concerto ao vivo, principalmente as músicas em que, esquecendo totalmente o público que assistia embevecido, se concentrou em olhar, cantar e dançar única e exclusivamente para o seu namorado no balcão. Diria que a inveja é um sentimento muito feio não me derretesse eu todinho com outros olhos, voz e silhueta que me ofuscam tudo o resto.



Attracts me, till it hurts to concentrate,
Distract me, stop me doin work i hate
Just to show him how it feels;
I walk past his desk in heels
One leg resting on the chair
From the side he pulls my hair.

Amy Amy Amy
Although i've been here before
Amy Amy Amy
Your just to hard to ignore
Masculin you spin a spell
I think you'd wear me well
Amy Amy Amy
Wheres my morel parallel

It takes me, half an hour to write a verse
He makes me imagine it from bad to worse
My weakness from the other sex
Every time his shoulders flex
The way the shirt hangs off his back
My train of thought spins right off track

Amy Amy Amy
Although i've been here before
Amy Amy Amy
He's just to hard to ignore
Masculin he spins a spell
I think he'd wear me well
Amy Amy Amy
Wheres my morel parallel

His own style, right down to his deisel jeans
Imobile, i can't think by any means
Underwhere petes at the top
I'll let you know where you should stop
From the picture my mind drew
I know I'd look good on you

Amy Amy Amy
Although i've been here before
Amy Amy Amy
Your just to hard to ignore
Masculin you spin a spell
I think you'd wear me well
Amy Amy Amy
Wheres my morel parallel

Creative energy abused
All my lyrics go unused
When i clock black hair blue eyes
I drift off i fantasize

Amy Amy Amy
Although i've been here before
Amy Amy Amy
He's just to hard to ignore
Masculin he spins a spell
I think he'd wear me well
Amy Amy Amy
Wheres my morel parallel
Amy Amy Amy
Although i've been here before
Amy Amy Amy
He's just to hard to ignore
Masculin he spins a spell
I think he'd wear me well
Amy Amy Amy
Wheres my morel parallel
Uma nota final para deixar aqui uma frase de um amigo que me ficou gravada na memória sobre os dançarinos que fazem as vozes de apoio nos concertos ao vivo: "Se eu fosse gay queria um gajo que dançasse assim".

Sequinha, sequinha do dia II

-Sabem como é que se pede um café curto na ONU?

-Queria um Kofi Annan, por favor!

Thanks PC

Quaresma ou a vã glória de o mandarem embora


Numa altura em que, para meu enorme desagrado, me vejo obrigado a reconhecer que o FCP lidera isolado e hegemónico o nosso pobre campeonato, assisto deliciado à confirmação da estupidez da massa adepta que povoa as bancadas em busca do Panis et Circenses que alimenta a cegueira popular, em particular a dos jurados do Tribunal das Antas ao assobiarem o seu solucionador de casos bicudos (e logo num dia em que marcou um golo nos 30 minutos que esteve em campo), aqueles em que a bola parece quadrada, a relva atrapalha e até a baliza se esquiva. Fiel ao motto de quem está mal que se mude, o ciganito já foi avisando os clientes da trivela que está a considerar desmontar a barraca e ir vender talento, irreverência (e apatia quando não tem motivação, é certo, mas não será também isso apanágio dos génios?) para outro lugar menos estridente e inclemente. Inteligentes, sim senhor. E ainda bem! Agora só falta insultarem o corte de cabelo à animal morto na estrada e as tatuagens do Lucho, o sotaque manhoso e a teimosia do Lisandro, o gosto musical do Helton e a família do Bosingwa para conseguirem o que o SLB e o SCP andam a tentar há largos anos sem sucesso: desestabilizar o estanque e impermeável balneário do Dragão. Bravo! Keep on the good work!!

Frases soltas...

Esgotamo-nos nos nossos actos mas os nossos actos não se esgotam em nós.

Catarse aconselha:

Livro Perigoso para Rapazes! Um autêntico manual para a asneira! Asneira saudável diga-se! Traquinice imaginativa! Tudo o que é preciso para uma infância/adolescência como deve ser: nada digna, nada séria, nada sossegada; antes turbulenta, aventureira e experimentalista! Porque é nessa altura que formamos o eu que iremos ser a seguir e ninguém quer crescer cinzento, chato e apático! Porque nunca é tarde para soltar o Calvin indomável que ficou preso neste corpo de gente crescida! Porque a vida não tem de ser séria e sisuda! Porque as árvores foram feitas para serem trepadas e os rios para tomar banho nus! Porque, a dada altura, todos sonhamos ser o Peter Pan na Terra do Nunca! Porque ter trinta anos é ter 3 vezes 10!


E para que não digam que só os rapazes é que têm direito a um fiel repositório para as suas lides e tramas, fica o congénere literário para meninas ladinas: Livro Audacioso para Raparigas!

Battle of the sexes I


Cada género tem as suas qualidades e defeitos, os seus pontos fortes e fracos, as suas especificidades tornando as tentativas de os pôr no mesmo nível algo espúrias e desprovidas de sentido. Assim de repente e entre umas quantas óbvias vantagens e desvantagens (ou apenas diferenças) muito relacionadas com a testosterona e o estrogénio, há uma que me salta como pouco discutida e algo peculiar (encontrei três referências na blogosfera aqui, aqui e aqui): o arrepio de mijo. Aquele estranho estremecimento que nos assalta perto do final do acto e que nos percorre o corpo de baixo para cima, eriçando cada folículo até nos revirar os olhos para gáudio e regozijo de quem o sente. Difícil de definir excepto para quem já foi acometido por tal reacção fisiológica, este pequeno prazer que nos aquece por dentro escapa e sempre escapará ao sexo oposto. É coisa de gajo de voz grossa e barba rija! A questão é: terão as meninas de puxinhos e lacinhos algo que se lhe equivalha (gosto muito desta forma verbal!)?

What Folks Are Made Of

What are little babies made of, made of?

What are little babies made of?

Diapers and crumbs and sucking their thumbs;

That's what little babies are made of?
What are little boys made of, made of?

What are little boys made of?

Snips and snails and puppy-dog tails;

That's what little boys are made of.

And such are...
What are little girls made of, made of?

What are little girls made of?

Sugar and spice and everything nice;

That's what little girls are made of.

What are young men made of, made of?

What are young men made of?

Sighs and leers and crocodile tears;

That's what young men are made of.

What are young women made of, made of?

What are young women made of?

Rings and jings and other fine things;

Sugar and spice and all things nice;

That's what young women are made of.

And such are...
What are our sailors made of, made of?

What are our sailors made of?

Pitch and tar, pig-tail and scar;

That's what our sailors are made of.

What are our soldiers made of, made of?

What are our soldiers made of?

Pipeclay and drill, the foeman to kill;

That's what our soldiers are made of.
What are our nurses made of, made of?

What are our nurses made of?

Bushes and thorns and old cow's horns;

That's what our nurses are made of.
What are our fathers made of, made of?

What are our fathers made of?

Pipes and smoke and collars choke;

That's what our fathers are made of.
What are our mothers made of, made of?

What are our mothers made of?

Ribbons and laces and sweet pretty faces;

That's what our mothers are made of.
What are old men made of, made of?

What are old men made of?

Slippers that flop and a bald-headed top;

That's what old men are made of.
What are old women made of, made of?

What are old women made of?

Reels, and jeels, and old spinning wheels;

That's what old women are made of?
What are all folks made of, made of?

What are all folks made of?

Fighting a spot and loving a lot,

That's what all folks are made of.

Warning: RIPA sindrom alert level update


Dentro do tema que tem assolado as páginas deste blog nos últimos tempos pela minha pena, o síndrome RIPA (para quem não tem acompanhado: Romântico Incurável Perdidamente Apaixonado) está em grande. Não me parece haver cura à vista e os cuidados paliativos permitem apenas que não prescinda do ar que respiro ou do sustento alimentar mínimo para a subsistência. Assim, deixo desde já o aviso que é perfeitamente possível que o nível médio do risco de lamechice possa ser elevado de "Moderadamente lamechas - tolerável para a população média, sem provocar danos permanentes", para "Consistentemente lamechas - pode provocar reacções adversas para os menos solidamente constituídos". Despeço-me com cordialidade! Depois não digam que não avisei!!

Cheek to cheek

Anda bochecha linda, anda dançar comigo!




Fred Astaire - Cheek To Cheek
: Fred Astaire

Heaven, I'm in Heaven,
And my heart beats so that I can hardly speak;
And I seem to find the happiness I seek
When we're out together dancing, cheek to cheek.

Heaven, I'm in Heaven,
And the cares that hung around me thro' the week
Seem to vanish like a gambler's lucky streak
When we're out together dancing, cheek to cheek.

Oh! I love to climb a mountain,
And to reach the highest peak,
But it doesn't thrill me half as much
As dancing cheek to cheek.

Oh! I love to go out fishing
In a river or a creek,
But I don't enjoy it half as much
As dancing cheek to cheek.

Dance with me
I want my arm about you;
The charm about you
Will carry me thro' to Heaven

I'm in Heaven,
and my heart beats so that I can hardly speak;
And I seem to find the happiness I seek
When we're out together dancing cheek to cheek.

sábado, janeiro 19, 2008

Squash!!

Podia ser um post de raiva, do género: I'm gonna squash you!! Mas não... é apenas o abrir de apetite para o regresso aos courts de squash mais de dois anos depois da última pancada contra a parede. Grande desporto, competitivo qb, extenuante até dizer chega ou cair para o lado se não houver fôlego para tanto. Mais do que a técnica, que também conta obviamente, trata-se de um choque de vontades, de querer ganhar mais do que o outro, de não desistir nunca nem de dar nenhum lance por perdido. O desafio foi lançado (e logo por quem... alguém que gosta tanto ou menos de perder que eu e a quem vai custar trazer para casa - e para a empresa, uma vez que é o director da Qualidade - o único resultado que lhe resta: a derrota) e prontamente aceite; local e hora rapidamente escolhidos e lá vamos nós amanhã às 10h para a Quinta da Marinha.

É para ganhar, claro! (Amanhã logo se vê o quanto me pode sair cara a basófia incontida deste post mas não resisti...)

sexta-feira, janeiro 18, 2008

Dualidades



Como tudo na vida, também a voz da consciência tem dois lados, duas faces para a mesma moeda. Ainda agora ouvi as duas vozes a sussurrarem-me ao ouvido e tão díspares os seus dizeres me soaram... A preocupação e o interesse demonstrado, que agradeço, estão lá em ambas. As concepções de vida estão também bem patentes nos conselhos proferidos e o que dizem diz muito mais sobre quem o diz do que o que possam dizer sobre elas próprias.


Don't worry, be happy! É o que eu pretendo fazer e aconselho todos a fazerem o mesmo! Preocupação mata e, desde que saibas que tudo fizeste para conseguir o que mais queres, o resto, o que te foge ao controle, não pode ser motivo para lamentações. Tem de ser aceite como um facto da vida e bola para a frente. Life's too short not to...



Surpresa!!




Gosto de surpresas (agradáveis, entenda-se). Gosto de surpreender e de ser surpreendido. E tenho uma surpresa em particular que muito me vai agradar concretizar. Bem sei que ao escrevê-la aqui estou em parte a retirar o impacto e em parte a torná-la realizável por quem nunca nela tinha pensado mas não resisto... até porque alguém achou que ficava bem num pacote de açúcar.
Sonho com a ideia de, sem aviso para quem decidir levar comigo, sair numa sexta feira rumo ao aeroporto sem destino ou bagagem e apanhar o primeiro voo que puder. Nada mais importa que apreciar o prazer da companhia e gozar a viagem. O regresso fica para domingo e as despesas para o cartão. Ficam as memórias e as fotografias para mais tarde recordar.
Em breve...
(inspired by PENSAR and by today's coffee. Thanks)

Sem rei nem roque?


Que o trânsito enlouquece é um facto conhecido. Que quase ninguém cumpre as indicações à risca também. Que tudo o que te ensinam nas aulas de condução é rapidamente posto de parte idem. Agora nunca me teria lembrado de algo como isto para resolver os problemas da circulação automóvel... Se funcionava cá ou não é coisa que não sei dizer ainda que me palpite que isto precisava do mesmo nível de civismo que nos impede de ter aquelas máquinas de distribuição de jornais em que se mete uma moeda e se tira um jornal (apesar de se poder tirar mais...) mas mal consigo imaginar o saudoso IC19 (ainda ontem por lá passei para matar saudades e, certamente por obra e graça do divino sentido de humor, apanhei um acidente) sem regras ou sinais. Pensando bem acho que já por lá adoptaram a lei da selva há muito muito tempo. Só deixaram a sinalética para disfarçar...

Thanks PC.

A mui nobre e entusiástica arte de provocar

TREE TEASE

Primeiro que tudo é inato. Há quem o saiba fazer com efeitos demolidores e há quem queira e desastradamente não consiga. Pode ser melhorado com o tempo e com a prática mas ou se nasce com o dom ou é melhor dedicar-se a outros campos do conhecimento humano e da interação social. Como a pesca. Ou o dominó.

Requisitos necessários: Inteligência, Manha, Talento para representar, Sensualidade, Refinamento, Sensibilidade, Auto-controlo, Expressividade, Descaramento e Timming.

Confesso que me é difícil resistir a provocações ainda que tenha melhorado imenso com o tempo. Aprendi não só a resistir-lhes como até a apreciá-las devidamente como sublime forma de arte a que certas pessoas conseguem elevá-la. Sim, porque para que o jogo prossiga também é preciso que o alvo da provocação saiba reagir a contento e dar o troco ao mesmo nível.

Pode (e deve) ter segundas (e terceiras) intenções, pode ser apenas brincadeira ou pode chegar a ser um gozo cruel. Pessoalmente gosto das duas primeiras e acho a terceira fruto de problemas por resolver.

Em suma, provoca-me que eu gosto... anda! Gosto taaaaaaanto!!

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Shameless Eyes - Gonzales feat. Feist

Lamentavelmente não encontrei a versão que queria no youtube... fica o link para o lastfm e parte da letra. E os olhos mais desavergonhadamente bonitos do mundo...


(...)
I fantasize
Of putting shame back in those shameless eyes
(...)
Shameless eyes
And they got no shame
Shameless eyes
And they got no shame
Shameless eyes
And they got no shame
Shameless eyes
And they got no shame
My game is no match for your game
Your game is no match for my game
My game is no match for your game
Your game is no match for my game
My game is no match for your game
My game is no match for your game

Produtos do antigamente que ainda duram e ainda bem II

E cá está mais um de que sou fã! A bela pasta medicinal (UE mandou retirar o medicinal e substituir por dentífrica - biltres) Couto! Capaz de remover qualquer cárie! Até ao osso!
E de brinde, também da Couto S.A., o magnífico Restaurador Olex! Agora sem acetato de chumbo, proibido pela União Europeia, esses parvos, só porque é cancerígeno ou coisa assim. Que meninos! E os brancos de carapinha como é que ficam, hum?

Em jeito de convite para embarcarem na viagem pela memory lane, aqui ficam alguns links:

Misterio Juvenil; Clássicos da Rádio; Retrojunk

quarta-feira, janeiro 16, 2008



"Pois há menos peixinhos a nadar no mar do que os beijinhos que eu darei na sua boca..."

Sequinha, sequinha...

- Um amigo meu é grande fã de Israel.
- A sério?
- Sim. 'Té lá vive.

As heard over the radio by PC. Thanks