quinta-feira, setembro 29, 2005

João 28



Se o nariz detectava mexilhona húmida por piça, logo o porro hirsuto, se lhe trepava umbigo acima, lacrimejando pingos do tesão. Se os olhitos encovados afilavam em regueifas atulhada de pano, cuecas sem tufo pintelhoso frontal, ou tetões mui livres, logo um esguicho de esporra o esmifrava. Se as badanas ouviam suspiro, ou roçar femeeiro de gambias,logo uma baba esbranquiçada, embebia o zarolho. Ora, se, no prostíbulo da sacristia, onde afogava os acólitos em hectolitros de beita, ou nos bordéis onde engasgava o putame, esta precocidade do libertino era bem tolerada, ao Domingo, por debaixo da nave central, frente ao altar ou no meio das recepções nos claustros, estes espirros de visco eram uma limitação à progresso na carreira do clérigo. Então: procurou-me. Que, sua manápula, me coçasse sem medo a cona. Que, as falanges roliças me entesasse os tetos. Que desse, língua mui direita, meu cu acima. Tudo executou sem molhar pintelho. À mata-cavalos, meti-lhe cu acima os dedos, que em gadanha, agito frente ao nariz do leitor . O indicador, que vedes, pressionou as costas dos tomates e a boca que vos fala, garroteou o porro pela base: à bruta. Com o susto repentino e a ver vidinha a andar para trás, assim aprendeu a nunca mais ter pressas.

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