segunda-feira, março 24, 2008

Blogar é uma forma de engate

Quando os mais ilustres assumem coisas semelhantes, não há por que o negar: este blog existe para o engate.
Ter este blog não é propriamente andar no Second Life, site que todos sabemos para o que serve. (Não quer dizer que alguns dos seus colaboradores não tenham por lá um avatar... a gerência não põe as mãos no fogo nem por ela própria). Ter este blog é, digamos assim, um meio termo aceitável e socialmente correcto entre ser uma pessoa estável, dedicada à família, e passar os dias fechado num quarto sombrio, a fumar, sem tomar banho, a tentar convencer desconhecidas a fazer sexo via messenger.
Apesar dos textos mais ou menos artísticos, da preocupação estética e da oferta musical, textos e caixas de comentários, títulos e sitemeter servem um único e nobre propósito: o engate.
A julgar pela reportagem sobre o Second Life, e exclusivamente em termos de eficácia, este blog tem-se revelado um acertadíssimo investimento.

Números de telemóvel nesta caixa de comentários. Na ausência de forma de contacto, uma leitura mais demorada poderá ser encarada como tentativa de aproximação e o teu IP investigado exaustivamente até que cheguemos até ti. Volta sempre.

7 comentários:

Anónimo disse...

E se te disser que te enganas, não por excesso mas por defeito?

artur disse...

Nesse caso, caro anónimo, aceito e pago consultaria sobre os meus textos, o blog e a minha vida, sobre a qual, aparentemente, sei tão pouco...
Fico a aguardar mais revelações!

naked sniper disse...

caro artur,

agradeço o link.

já agora, és visitante habitual ou calhou passares por lá hoje?

artur disse...

Passo por lá de vez em quando, não sei se me posso chamar cliente habitual... :)

naked sniper disse...

já agora,

eu tb tenho o blog para o engate

mas não digas a ninguém ;)

Catarse disse...

Como alguém me disse: tudo é engate, tudo é sedução! E, assim sendo, este blog não é excepção!

Este 1/3 da gerência concorda!

Tarzan, o verrinoso camionista gay disse...

Mas que vejo eu, será Julieta o sol daquele oriente?
Ou apenas de novo o anónimo, sozinho, triste e carente?

Ser ou não ser, eis a questão.
O que é mais nobre? Sofrer na alma
As flechas da fortuna ultrajante
Ou andar casmurro e sensaborão
Pelos blogs alheios, sem calma,
Acintoso, rude e pedante?