As greves são pagas pelos trabalhadores A ideia de que a greve é um direito que beneficia o trabalhador tem um pequeno problema: o direito à greve é descontado no salário por omissão. Os empregadores não são agentes passivos que ficam impávidos e serenos perante as leis que os socialistas inventam. A partir do momento em que todos os trabalhadores adquirem o direito de faltar ao trabalho sem serem penalizados os empregadores reagem. E a forma mais fácil de penalizar os trabalhadores sem desrespeitar a lei é descontando à partida os custos das greves no salário. Os trabalhadores começam a pagar as greves futuras no dia em que são contratados. Podem fazer greve, pois podem, mas começam logo por ganhar menos por causa disso. A ideia de que a greve é um direito que beneficia o trabalhador tem um pequeno problema: o direito à greve é descontado no salário por omissão. Os empregadores não são agentes passivos que ficam impávidos e serenos perante as leis que os socialistas inventam. A partir do momento em que todos os trabalhadores adquirem o direito de faltar ao trabalho sem serem penalizados os empregadores reagem. E a forma mais fácil de penalizar os trabalhadores sem desrespeitar a lei é descontando à partida os custos das greves no salário. Os trabalhadores começam a pagar as greves futuras no dia em que são contratados. Podem fazer greve, pois podem, mas começam logo por ganhar menos por causa disso.
A sociedade de personalidades Catarse anuncia que a diminuição temporária de posts que se tem verificado se deve a um capricho da realidade que teima em não se subjugar à minha vontade como devia, ao contrário do que sucede com outras pessoas que a vergam a seu bel-prazer com uma simples rasura, rubrica e data, conforme as boas práticas de documentação ditam.
E nem sequer precisam de post-its vermelhos...
A todos aqueles que faltei, falhei ou deixei em stand-by peço desculpas e prometo redenção apropriada.
Retomaremos a anomalia das emissões habituais dentro de momentos.
Deixo-vos com a música apropriada para a "escravatura" de que estou a ser alvo:
1/3 da gerência chegou agora a casa da labuta e deparou-se com a balbúrdia. Assim delibera-se colocar à votação de todos qual a banda sonora original mais apropriada para a novela em curso nos comments, nos termos de um agora escolha:
Hipótese A
Hipótese B
Hipótese C (um miminho extra)
Enquanto votam podem apreciar esta belíssima série juvenil retirada dos anais da história televisiva recente.
Quem irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?
Eduardo e Mônica - Legião Urbana
Quem um dia irá dizer que existe razão Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer Que não existe razão?
Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar Ficou deitado e viu que horas eram Enquanto Mônica tomava um conhaque Noutro canto da cidade Como eles disseram
Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer Um carinha do cursinho do Eduardo que disse - Tem uma festa legal e a gente quer se divertir Festa estranha, com gente esquisita - Eu não tou legal, não agüento mais birita E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa - É quase duas, eu vou me ferrar
Eduardo e Mônica trocaram telefone Depois telefonaram e decidiram se encontrar O Eduardo sugeriu uma lanchonete Mas a Mônica queria ver o filme do Godard Se encontraram então no parque da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo O Eduardo achou estranho e melhor não comentar Mas a menina tinha tinta no cabelo
Eduardo e Mônica eram nada parecidos Ela era de Leão e ele tinha dezesseis Ela fazia Medicina e falava alemão E ele ainda nas aulinhas de inglês Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus De Van Gogh e dos Mutantes Do Caetano e de Rimbaud E o Eduardo gostava de novela E jogava futebol-de-botão com seu avô Ela falava coisas sobre o Planalto Central Também magia e meditação E o Eduardo ainda estava No esquema "escola, cinema, clube, televisão"
E, mesmo com tudo diferente Veio neles, de repente Uma vontade de se ver E os dois se encontravam todo dia E a vontade crescia Como tinha de ser
Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia Teatro, artesanato e foram viajar A Mônica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer E decidiu trabalhar E ela se formou no mesmo mês Que ele passou no vestibular E os dois comemoraram juntos E também brigaram juntos, muitas vezes depois E todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa Que nem feijão com arroz
Construíram uma casa uns dois anos atrás Mais ou menos quando os gêmeos vieram Batalharam grana e seguraram legal A barra mais pesada que tiveram
Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília E a nossa amizade dá saudade no verão Só que nessas férias não vão viajar Porque o filhinho do Eduardo Tá de recuperação
E quem um dia irá dizer que existe razão Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer Que não existe razão?
Quem me dera... deve haver uma maneira mais fácil do que sair às 8,15 e chegar a esta hora a casa... o euromilhões está um bocado complicado... heranças estão difíceis... senhoras muito ricas de idade avançada e saúde débil não tenho encontrado... já vou tarde para jogador profissional de futebol (sim, porque talento tenho ao pontapé)... não tenho feitio para política, vigarista ou ladrão, passe o pleonasmo... não tenho pais ricos e o bes está fechado a esta hora... estou tramado!
Há pelo menos um site americano que aposta na entrada do português João Gomes, jogador de basquetebol do Barreirense, nas escolhas dos Utah Jazz para o draft da NBA que terá lugar a 28 de Junho. De acordo com o HoopsHype.com, João Gomes poderá ser escolhido na 55ª posição do Draft, tendo a possibilidade de ser o primeiro português a jogar no melhor campeonato de basquetebol do mundo.
Há alturas em que as coincidências ganham um significado extra e quando isso nos permite escapar ilesos a um acidente na IC19 tudo parece diferente (podes ligar mais vezes, P, depois desta. Qualquer coisa que precises, um órgão interno, um álibi, etc, é só dizeres).
Circulava eu à velocidade de cruzeiro de 140Km/h pressionando o carro da frente para me desamparar a faixa (ao que este fazia orelhas moucas) quando tocou o telefone. Era uma chamada de trabalho. Abrandei um pouco a velocidade e abri uma certa distância para o Peugeot que tanto me estava a chatear por não encostar à direita.
A chamada terminou minutos depois e preparava-me para retomar a perseguição à minha némesis daquele trajecto que seguia uns 5, 10 metros à minha frente, quando, numa curva à esquerda, perturbado por alguma coisa que não percebi, a condutora começa a perder o controlo do carro, oscilando entre o separador e os carros da faixa central numa espiral de erros que culminou num magnífico estoiro quase de frente contra a divisória de cimento e consequente ressalto para a faixa central, felizmente liberta de carros que se aperceberam do que estava a suceder e se afastaram. Entre destroços, fumo e óleo, consegui passar no buraco da agulha que se formou entre o carro destroçado e o separador, quase por instinto. À passagem, tempo ainda para ver a condutora acidentada tombada para o banco do lado e o festival de travagens, desvios, manobras de emergência que se seguiu por parte dos restantes condutores.
Valeu a chamada (podes ligar mais vezes, P, depois desta. Qualquer coisa que precises, um órgão interno, um álibi, etc, é só dizeres) para não me ter juntado à pilha de metal retorcido. É que não me dava jeitinho nenhum estoirar-me todo agora. Morrer então era totalmente inconveniente. Tenho montes de coisas marcadas, pessoas para ver, lugares para ir.
(consultadas as notícias que não mencionavam mortos no IC19 anteontem)
Moral da história 1: se não queres ter um acidente no IC19 atende o telemóvel, mesmo que seja trabalho.
Moral da história 2: se não queres ter um acidente no IC19 deixa-me passar quando me estás a abrandar.
Moral da história 3: se não queres ter um acidente no IC19 aprende a conduzir o teu Peugeot.
Moral da história 4: salta sem olhar no IC19 e terás ovos no teu cesto.
Moral da história 5: um separador de cimento ganha sempre a um Peugeot.
Dia cinzento. Há tese para escrever e não há surpresa no campeonato. De qualquer maneira, eu estou chegando ao fim desta vez quer dizer apenas que daqui a um mês o sol vai brilhar. E muito.
Come on with me through ruined LiPGLOCK Accross Tangian deserts we'll FLOck MADcap Medusa Flank my Foghorn We'll change four seasons with our first born.
All ships of sense on HYPer ocean All Kytes of chaos still in motion My culture vulture such a DAB hand I'll Steal you from the year 4000
Come with me, come with me We'll travel to INFINITY I'll always be there : Uh OH : My Fut>re LOVE I'll always be there, for you : My FUTUre Love
Your tears leave trails of TIK,VAN,LoofAutonoma : the rubix groom hoom THose crippled lines that I can't get to would fall through TIMe but i won't let you
Right, wrong, what to do? Someday it will come to you Hostile Indians We named our summer camp for you
I´ve got nothing to say I´ve got nothing to say I´ve got nothing to say I´ve got nothing to say I´ve got nothing to say I´ve got nothing to say I´ve got nothing to say I´m in utter dismay I´ve got nothing to say
Harmless children We named our soldiers after you Don´t be a coconut God is trying to talk to you We could drag it out But that´s for other bands to do
I´ve got nothing to say I´ve got nothing to say I´ve got nothing to say I´ve got nothing to say I´ve got nothing to give Got no reason to live But I will fight to survive I´ve got nothing to hide Wish I wasn´t so shy
I lied to urge I´d like to read I´d like a part I´d like the lead
But I´ve got nothing to say I´ve got nothing to say I´ve got nothing to say I´ve got nothing to say I´ve got nothing to give Got no reason to live But I´ll kill to survive I´ve got nothing to hide Wish I wasn´t so shy
Leiam a pérola que "A Bola" pôs on line a propósito do caso do cão de Mourinho:
Mourinho detido para proteger o seu cão O técnico do Chelsea, José Mourinho, foi na terça-feira inesperadamente detido pela polícia inglesa, após ter impedido que o seu cão fosse levado de quarentena, segundo revela a imprensa britânica.
Como a polícia inglesa parece que não tem muito que fazer e os seus cidadãos são um claro exemplo a seguir, como se tem visto recentemente em Portugal, decidiu ir a casa de José Mourinho porque tinha dúvidas que o cão do técnico português tivesse as vacinas em dia.
(negrito da minha responsabilidade)
Que subtileza! Que classe! Que rigor informativo...
Num dia em que algo novo começou decididamente a tomar forma e que pode vir a significar uma grande mudança (comunicações futuras sobre este assunto no tempo devido), a noite trouxe o despertar dos panhanhas que temos dentro de nós. Provocado por uma conjugação de factores, alguns intrínsecos, outros alheios à nossa vontade, o que poderia e deveria ter sido uma noite divertida e animada, transformou-se em algo menos bom e profundamente marcada pelo signo da apatia e panhanhice, motivo pelo qual pedimos desculpas e prometemos devida redenção!