quinta-feira, maio 31, 2007

Áquiiiiiiii

Entre São Bento do Sul e Joinville, antes de se chegar à BR101 - a estrada da morte -, o caminho, que fiz vezes sem conta em 2000, serpenteia por montanhas verdes, verdes.
Se não fosse esta música talvez eu me lembrasse melhor dessa paisagem...


bilu, bilu. Palminhas, palminhas!

Poucas coisas são mais infantis que a teoria-económica-de-túnel-de-vento:

As greves são pagas pelos trabalhadores
A ideia de que a greve é um direito que beneficia o trabalhador tem um pequeno problema: o direito à greve é descontado no salário por omissão. Os empregadores não são agentes passivos que ficam impávidos e serenos perante as leis que os socialistas inventam. A partir do momento em que todos os trabalhadores adquirem o direito de faltar ao trabalho sem serem penalizados os empregadores reagem. E a forma mais fácil de penalizar os trabalhadores sem desrespeitar a lei é descontando à partida os custos das greves no salário. Os trabalhadores começam a pagar as greves futuras no dia em que são contratados. Podem fazer greve, pois podem, mas começam logo por ganhar menos por causa disso.
A ideia de que a greve é um direito que beneficia o trabalhador tem um pequeno problema: o direito à greve é descontado no salário por omissão. Os empregadores não são agentes passivos que ficam impávidos e serenos perante as leis que os socialistas inventam. A partir do momento em que todos os trabalhadores adquirem o direito de faltar ao trabalho sem serem penalizados os empregadores reagem. E a forma mais fácil de penalizar os trabalhadores sem desrespeitar a lei é descontando à partida os custos das greves no salário. Os trabalhadores começam a pagar as greves futuras no dia em que são contratados. Podem fazer greve, pois podem, mas começam logo por ganhar menos por causa disso.

Amantes Furiosos - Heróis do Mar

Raça eterna
Almas ardentes
Suplício feroz
Amor e ódio

Morte honrosa
Sacra nobreza
Cruel inocência
Chama de triunfo

Paixões violentas
Amantes furiosos

Raça eterna
Almas ardentes
Suplício feroz
Amor e ódio

Fiéis ao romance
Cruzaremos rotas sem fim

Morte honrosa
Sacra nobreza
Cruel inocência
Chama de triunfo

Paixões violentas
Amantes furiosos

Fiéis ao romance
Cruzaremos rotas sem fim

Fiéis ao romance

segunda-feira, maio 28, 2007

Velhos contos do gin tónico

A segunda-feira é mais difícil depois de um fim-de-semana de festa.

domingo, maio 27, 2007

Comunicado de imprensa

A sociedade de personalidades Catarse anuncia que a diminuição temporária de posts que se tem verificado se deve a um capricho da realidade que teima em não se subjugar à minha vontade como devia, ao contrário do que sucede com outras pessoas que a vergam a seu bel-prazer com uma simples rasura, rubrica e data, conforme as boas práticas de documentação ditam.

E nem sequer precisam de post-its vermelhos...

A todos aqueles que faltei, falhei ou deixei em stand-by peço desculpas e prometo redenção apropriada.

Retomaremos a anomalia das emissões habituais dentro de momentos.

Deixo-vos com a música apropriada para a "escravatura" de que estou a ser alvo:

sexta-feira, maio 25, 2007

Agora Escolha - A banda sonora da novela!

1/3 da gerência chegou agora a casa da labuta e deparou-se com a balbúrdia.
Assim delibera-se colocar à votação de todos qual a banda sonora original mais apropriada para a novela em curso nos comments, nos termos de um agora escolha:

Hipótese A


Hipótese B


Hipótese C (um miminho extra)



Enquanto votam podem apreciar esta belíssima série juvenil retirada dos anais da história televisiva recente.

quinta-feira, maio 24, 2007

O hit do momento no meu mp3

Quem irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?


Eduardo e Mônica - Legião Urbana

Quem um dia irá dizer que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer
Que não existe razão?

Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
Noutro canto da cidade
Como eles disseram

Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse
- Tem uma festa legal e a gente quer se divertir
Festa estranha, com gente esquisita
- Eu não tou legal, não agüento mais birita
E a Mônica riu e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
- É quase duas, eu vou me ferrar

Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard
Se encontraram então no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de camelo
O Eduardo achou estranho e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo

Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês
Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
De Van Gogh e dos Mutantes
Do Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô
Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda estava
No esquema "escola, cinema, clube, televisão"

E, mesmo com tudo diferente
Veio neles, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia
Como tinha de ser

Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro, artesanato e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar
Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular
E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos, muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa
Que nem feijão com arroz

Construíram uma casa uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana e seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram

Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo
Tá de recuperação

E quem um dia irá dizer que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer
Que não existe razão?

working nine to five... I wish



Quem me dera... deve haver uma maneira mais fácil do que sair às 8,15 e chegar a esta hora a casa... o euromilhões está um bocado complicado... heranças estão difíceis... senhoras muito ricas de idade avançada e saúde débil não tenho encontrado... já vou tarde para jogador profissional de futebol (sim, porque talento tenho ao pontapé)... não tenho feitio para política, vigarista ou ladrão, passe o pleonasmo... não tenho pais ricos e o bes está fechado a esta hora... estou tramado!

quarta-feira, maio 23, 2007

Portugal na NBA?


Há pelo menos um site americano que aposta na entrada do português João Gomes, jogador de basquetebol do Barreirense, nas escolhas dos Utah Jazz para o draft da NBA que terá lugar a 28 de Junho.
De acordo com o HoopsHype.com, João Gomes poderá ser escolhido na 55ª posição do Draft, tendo a possibilidade de ser o primeiro português a jogar no melhor campeonato de basquetebol do mundo.

Coincidências...

Há alturas em que as coincidências ganham um significado extra e quando isso nos permite escapar ilesos a um acidente na IC19 tudo parece diferente (podes ligar mais vezes, P, depois desta. Qualquer coisa que precises, um órgão interno, um álibi, etc, é só dizeres).

Circulava eu à velocidade de cruzeiro de 140Km/h pressionando o carro da frente para me desamparar a faixa (ao que este fazia orelhas moucas) quando tocou o telefone. Era uma chamada de trabalho. Abrandei um pouco a velocidade e abri uma certa distância para o Peugeot que tanto me estava a chatear por não encostar à direita.

A chamada terminou minutos depois e preparava-me para retomar a perseguição à minha némesis daquele trajecto que seguia uns 5, 10 metros à minha frente, quando, numa curva à esquerda, perturbado por alguma coisa que não percebi, a condutora começa a perder o controlo do carro, oscilando entre o separador e os carros da faixa central numa espiral de erros que culminou num magnífico estoiro quase de frente contra a divisória de cimento e consequente ressalto para a faixa central, felizmente liberta de carros que se aperceberam do que estava a suceder e se afastaram. Entre destroços, fumo e óleo, consegui passar no buraco da agulha que se formou entre o carro destroçado e o separador, quase por instinto. À passagem, tempo ainda para ver a condutora acidentada tombada para o banco do lado e o festival de travagens, desvios, manobras de emergência que se seguiu por parte dos restantes condutores.

Valeu a chamada (podes ligar mais vezes, P, depois desta. Qualquer coisa que precises, um órgão interno, um álibi, etc, é só dizeres) para não me ter juntado à pilha de metal retorcido. É que não me dava jeitinho nenhum estoirar-me todo agora. Morrer então era totalmente inconveniente. Tenho montes de coisas marcadas, pessoas para ver, lugares para ir.

(consultadas as notícias que não mencionavam mortos no IC19 anteontem)

Moral da história 1: se não queres ter um acidente no IC19 atende o telemóvel, mesmo que seja trabalho.

Moral da história 2: se não queres ter um acidente no IC19 deixa-me passar quando me estás a abrandar.

Moral da história 3: se não queres ter um acidente no IC19 aprende a conduzir o teu Peugeot.

Moral da história 4: salta sem olhar no IC19 e terás ovos no teu cesto.

Moral da história 5: um separador de cimento ganha sempre a um Peugeot.

terça-feira, maio 22, 2007

delicatessen

segunda-feira, maio 21, 2007

O palhaço do amor

Dia cinzento. Há tese para escrever e não há surpresa no campeonato.
De qualquer maneira, eu estou chegando ao fim desta vez quer dizer apenas que daqui a um mês o sol vai brilhar. E muito.

sexta-feira, maio 18, 2007

monty python



always look on the bright side of life

Gravity's Rainbow



Come on with me through ruined LiPGLOCK
Accross Tangian deserts we'll FLOck
MADcap Medusa Flank my Foghorn
We'll change four seasons with our first born.

All ships of sense on HYPer ocean
All Kytes of chaos still in motion
My culture vulture such a DAB hand
I'll Steal you from the year 4000

Come with me, come with me
We'll travel to INFINITY
I'll always be there : Uh OH : My Fut>re LOVE
I'll always be there, for you : My FUTUre Love

Your tears leave trails of TIK,VAN,LoofAutonoma : the rubix groom hoom
THose crippled lines that I can't get to
would fall through TIMe but i won't let you

Come with me

quinta-feira, maio 17, 2007

Ask me anything

Right, wrong, what to do?
Someday it will come to you
Hostile Indians
We named our summer camp for you

I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´m in utter dismay
I´ve got nothing to say

Harmless children
We named our soldiers after you
Don´t be a coconut
God is trying to talk to you
We could drag it out
But that´s for other bands to do

I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to give
Got no reason to live
But I will fight to survive
I´ve got nothing to hide
Wish I wasn´t so shy

I lied to urge
I´d like to read
I´d like a part
I´d like the lead

But
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to say
I´ve got nothing to give
Got no reason to live
But I´ll kill to survive
I´ve got nothing to hide
Wish I wasn´t so shy


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Perguntar não ofende e em todo o caso há sempre quem responda...

http://demented-pixie.com/askmeanything/

quarta-feira, maio 16, 2007

A Bola

Leiam a pérola que "A Bola" pôs on line a propósito do caso do cão de Mourinho:

Mourinho detido para proteger o seu cão
O técnico do Chelsea, José Mourinho, foi na terça-feira inesperadamente detido pela polícia inglesa, após ter impedido que o seu cão fosse levado de quarentena, segundo revela a imprensa britânica.

Como a polícia inglesa parece que não tem muito que fazer e os seus cidadãos são um claro exemplo a seguir, como se tem visto recentemente em Portugal, decidiu ir a casa de José Mourinho porque tinha dúvidas que o cão do técnico português tivesse as vacinas em dia.

(negrito da minha responsabilidade)

Que subtileza! Que classe! Que rigor informativo...

E o árbitro do decisivo FCPorto-Desp. das Aves é....

segunda-feira, maio 14, 2007

Um clássico é um clássico


A peúga branca do Alex... A Mallory...

domingo, maio 13, 2007

diário de bordo

Num dia em que algo novo começou decididamente a tomar forma e que pode vir a significar uma grande mudança (comunicações futuras sobre este assunto no tempo devido), a noite trouxe o despertar dos panhanhas que temos dentro de nós. Provocado por uma conjugação de factores, alguns intrínsecos, outros alheios à nossa vontade, o que poderia e deveria ter sido uma noite divertida e animada, transformou-se em algo menos bom e profundamente marcada pelo signo da apatia e panhanhice, motivo pelo qual pedimos desculpas e prometemos devida redenção!

A companhia merecia muito melhor!

2/3 da gerência