sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Mudanças IV


É assim, ao teu lado e feliz, que quero e espero passar o resto dos meus dias! Onde, quando e como quiseres! Desde que estejas comigo, o resto não me interessa nadinha...

Mudanças III

Assim (espero) vir a locomover-me durante os próximos tempos.

Mudanças II

Aqui (espero) ser visto durante o próximo ano e tal.

Mudanças I

Daqui vê-se (quase) a minha (nova) casa...

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

X-Leader II

Instado pelo Rapper de Mafra, Sam C, aceito o RAPto deixo aqui alguns pontos do programa de governo da revolução (estava mesmo para os deixar em comentário mas achei que tinham conquistado o direito a um post próprio - o renascimento da minha Catarse Política?! Humm... logo se vê). Isto foi, assim, amanhado um pouco de improviso em cima do joelho e, certamente, alguns pontos são merecedores de uma discussão alargada, o que, a acontecer, já me satisfará (por agora):

1) Formação de movimentos cívicos apartidários com maior poder do que o individual (novamente remeto para recentes candidaturas de sucesso deste tipo em vários países).

2) Maior intervenção da sociedade civil (que não apenas os lobbys económicos) - nós!

3) Utilização das novas tecnologias como internet (blogs, páginas, fórums) de uma forma construtiva e participativa (o que sempre esteve implícito numa forma de governo democrático e de dia para dia tende a deixar de acontecer com o consequente impacto negativo da apatia - e detesto a ideia estereotipada das ideologias esquerda artística, cultural, participativa, lírica e direita, capitalista, patronal, conservadora, prática - as ideologias esbateram-se e dever-se-ia debater agora apenas o plano das ideias, independentemente da sua origem, e a sua aplicação à realidade).

4) Responsabilização/criminalização com direito a "cadastro civil" dos funcionários estatais e dos cargos eleitos com inibição de nomeação/candidatura a novos cargos para evitar a dança vergonhosa dos tachos para os amigos (os favores agora vão de um lado ao outro do parlamento, sem separação de cores).

5) Nascimento de uma imprensa informática de origem independente e livre, sem apegos ao mass media, completamente preso a orçamentos, publicidade, lobbys,...

6) Renascimento/reconstrução/repovoamento de aldeias/vilas limítrofes aos centros urbanos sob a égide de comunidades que partilhem dos mesmo ideiais de vida, evitando assim choques culturais e de estilos de vida e permitindo o aumento da diversidade e da escolha do local onde melhor poderás viver.

7) Aumento da fiscalização e da denúncia (sem cair nos extremos big brotherianos) de casos conhecidos mas tratados com a complacência do nada posso fazer ou quem me dera fazer o mesmo. O retorno ao castigo clássico do ostracismo social teria mais, maior e melhor efeito do que à partida se poderia supor se feito com a unidade de quem é verdadeiramente prejudicado.

8) Recurso e contorno a algumas leis implementadas para cercear direitos fundamentais - um pouco de guerrilha institucional ou mesmo na prática no dia a dia - desde que feita com inteligência e bom senso, e porque não sentido de humor e um retorno à criatividade e simplicidade infantil, operaria maravilhas e causaria transtornos verdadeiramente históricos.

9) Selecção criteriosa enquanto clientes das empresas e serviços com verdadeiro sentido cívico.

10) Partilha com sentido crítico da informação (enquanto pais, clientes, eleitores, trabalhadores, cidadãos,...) e participação interessada no sector da educação (que não se pode, para os pais, esgotar em enfiar os putos numa escola, por melhor que seja, ou num ATL e esperar que dali nasçam adultos coerentes e capazes).

O Plano de Governo toma forma, Sam C! Haja força para as implementar e motivar mais gente! Mas também te digo que se é verdade que cada um tem aquilo (leia-se neste contexto governo e governantes) que merece (ou faz por merecer) e se é igualmente verdade que só se mete nas merdas quem quer (ou quem delas não quer sair). Isto não é uma luta individual, tipo um contra o mundo. Ou bem que se quer fazer alguma coisa enquanto população ou então é só conversa fiada e ficamos todos felizes e contentes a caminhar alegremente para o precipício e a resmungar como velhos do restelo de pantufas e comando de televisão na mão! Tradicionalmente haverá sempre maior empenho de quem está mal em mudar algo e, de um modo inverso, daí o crescente desinteresse que surge com o atravessar de fases da vida a caminho de melhores condições, mas penso que isso será sempre uma falsa questão na medida em que haverá também uma geração seguinte e não iremos conseguir mantê-los numa redoma se não houver redoma possível que os proteja do mal que lhes legámos. Há ainda um papel de educadores a que ninguém se deve furtar, estado, pais ou simples cidadãos interessados, na partilha e discussão de temas relevantes. E uma responsabilidade acrescida para aqueles entre nós possuidores de maiores capacidades.

Assumo que nem sequer tenho acompanhado de perto mas assim de repente...


O McCain é cinzento e tresanda a mais do mesmo ou pior. A Hillary irrita-me e dá-me ideia que só quer ver o que se pode fazer na sala oval. O Barak até pode ser/parecer ingénuo (há quem diga genuíno) e estar alavancado por dinheiro (ao menos é o dele ou o da malta) mas tem pinta!

Um clique...

... para ajudar na luta contra o cancro da mama.

Altruísmo: O Egoísmo Hipócrita

Chamem-me paranóico ou cínico mas sempre desconfiei de uma hidden agenda para aquela simpatia completamente desinteressada...


Cérebro (sie uqe itso já não é nvoo mas gstoo na msmea)

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lteras etejasm no lgaur crteo.

O rseto pdoe ser uma cnfouosa ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.

Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito:

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Tudo acontece por um motivo

Não há nada de errado com esta frase (gramaticalmente está correcta; ortograficamente também), excepto:
- o "Tudo"
- o "Motivo"
Em termos de significado, com as ressalvas anteriores, também. O único problema é que acreditar nela a 100% pode levar-nos à loucura. Ficamos reféns dos acontecimentos e da procura dos motivos. Resta um bom e sólido meio termo: ler "tudo" como se se referisse apenas aos acontecimentos significativos (ver posts anteriores em como o almoço pode ser determinante) e "motivo" como algo que escapa à nossa esfera de compreensão (escarafunchando - gosto muito desta palavra e na forma escrita então... - lá para trás também devo ter opinado sobre isto). Tcharam! Fica fácil, fácil, não é? Fácil como resolver equações com 39486841 variáveis com papel e caneta e de cabeça (acreditem ou não, a parte mais difícil desta tarefa seria escolher as designações para as variáveis... dúvidas, dúvidas...) ou como o Glorioso ainda conseguir ganhar o campeonato.
Estou neste momento a debater-me com um problema interessantíssimo: Porquê que um certo robe tinha um determinado boneco de BD? Acredito piamente que saber a resposta a esta pergunta elucidar-me-ia mais sobre os desígnios insondáveis do universo do que a Grande Teoria Unificadora da Física. It's a GUT feeling I have. (Continuam os trocadilhos parvos, agora com física de partículas - melhor que ovos? Talvez, quem sabe?)

Plot Points

A vida é mais estranha que a ficção. Muito mais. Em qualquer narrativa existem Plot Points e, no filme em que estrelo (ok, é brasileiro mas não resisti a esta conjugação), Fevereiro será um mês prenhe deles. Já começaram:
Au revoir Amadora, até nunca mais, se me for dado escolher. Foi bom enquanto durou... ehhhh, pois, não foi assim tanto. Refraseando, foi bom enquanto durou pelo simples facto que durou pouco. E, a bem da justiça das coisas, pelo Zé, esse imprevisto camarada de camarata que se revelou um tipo porreiro. A manter como amizade. Afinal é mesmo verdade que há sempre um lado bom em tudo. Mesmo em Alfornelos...
Agora faltam os restantes episódios deste palpitante enredo cheiínho de novidades. Afinal não vale a pena "afrigir-me" antes do tempo ou contar com o ovo no cu da galinha (lamento, é verdade, continuam os maus trocadilhos com ovos... eheheh).
To be continued...

Código da Estrada - Nova versão simplificada

Ponto único: Apercebam-se!

Caso exemplificativo de como funciona: Ultrapassagem dentro da cidade numa subida. Autocarro de frente, na sua faixa, a contrária portanto, parado a uns 100 metros. Subitamente, um carro emerge de uma rua lateral à esquerda com intenção e pisca para virar para a direita, para baixo. Mete a frente na estrada e... apercebe-se! Fácil.

Adenda: Fé!

terça-feira, fevereiro 05, 2008

X-Leader!

Liderança. A palavra ainda mete medo, gera angústias e dúvidas nesta nossa neo-democracia de apenas 30 e poucos anos (e, ao mesmo tempo, já tão envelhecida, gasta e sem chama) mas tanto que precisamos dela. Necessitamos de um líder, de alguém cujo pulso firme não se converta num punho (pelo menos sem razão), de alguém cuja voz instile confiança e nos inspire mas não nos minta ou engane, de alguém que faça mas não só por fazer, que saiba o que quer e partilhe o que sabe, que almeje as estrelas e nos conduza até lá. É da natureza humana, particularmente das massas, ser liderado, procurar um exemplo, em suma: seguir! Lamentavelmente, essa necessidade expõe-nos a abusos de charlatães bem falantes que nos induzem em erro com falinhas mansas e promessas vãs, como qualquer transmissão em directo de um também qualquer hemiciclo parlamentar nos fará o favor de prover com os necessários e pictóricos exemplos.




Para além de tudo o resto, e sem entrar numa espiral de teorias redundantes da conspiração, anos de guerras televisionadas, notícias pré-digeridas pelos mass media (artigos recentes apontam para uma grande maioria de notícias escritas por acessorias de imprensa com a consequente perda de isenção, validação ou investigação jornalística independente) com clara intenção de manipulação da opinião pública, escândalo económico após escândalo político que nos saturaram a capacidade de indignação e mobilização, sistemas eleitorais e democráticos cada vez mais fechados sobre si mesmos e cheios de políticos profissionais (também conhecidos como zeros à esquerda que lambem botas e rabos até à sua incompetência gritante lhes ser reconhecida e tão notória que são despedidos para cima) oriundos dos chamados aparelhos da política partidária, pressões de lobbies cada vez maiores e com agendas cada vez menos claras, o neo-contra-terrorismo institucional da política do medo (doenças, terrorismo, fanatismo, fome, desemprego, drogas, crise ambiental...), controlo da informação pela massificação (advento WWW) e desinformação pela veemência da mentira (vulgo cara de pau), crises económicas e de desemprego levaram a um afastamento das bases votantes cada vez menos interessadas em participar seja lá no que for (pelos motivos certos ou de um modo informado). Ouvem-se expressões hediondas como "Está bem, ele rouba mas ao menos este faz alguma coisa por nós" ou "Quero lá saber disso. Não posso fazer nada. De que vale a pena chatear-me?" que só podem ser produto do tal povo sereno que prefiro apelidar de camelo ou carneiro, já que ninguém se importa ou se sente visado.





Toda esta podridão tranquila, esta nonchalance despreocupada enquanto o abismo caminha para nós (sim, já nem sequer nos damos ao trabalho de ir até lá e, qual Maomé indolente, esperamos a todo o momento que a montanha venha a nós) afecta, directa ou indirectamente, todos os sectores da sociedade, prespassa transversalmente classes, regiões, religiões, crenças, estratos e ideologias de um lado ao outro do espectro. Fundimos tudo, abolimos as diferenças enriquecedoras num marasmo cinzento e homogéneo e qualquer batata ou cenoura armada ao pingarelho que, qual mosca indesejada, na sopa nos caia, é prontamente reduzida a um puré de digestão fácil para os estômagos delicados dos papalvos (sim, continuarei a onda dos insultos para ver se ainda há por aí filhos de boa gente). Já uma vez o disse e repito: qualquer pessoa minimamente familiarizada com o processo produtivo sabe que a normalização facilita o processamento. E o fruto mais apetecido para a actual classe dirigente (perdoem-me o mau uso da palavra pois ela implica capacidades mas...) que temos somos nós. Como cada um tem aquilo que merece e só se mete nas merdas quem quer, aceitemos placidamente o que nos calhar na rifa, pois pouco ou nada temos feito para contrariar o statu quo.





Em jeito de conclusão, e para ir directo ao assunto: precisamos de um Líder, com tudo o que a palavra implica. Para ontem já era tarde. E desenganem-se os que defendem a revolução tranquila. Já passámos esse ponto... Falta sangue na guelra e, se tivermos mesmo de chegar a isso, nas mãos e no chão! Falta a força das convicções e a convicção de usar a força, alicerçada nos conceitos de justiça, inteligência e racionalidade para o bem maior, numa fase conturbada e de transição para um sistema mais evoluído e purgado dos actuais males! Bem sei que isto é uma encosta escorregadia e perigosa, ainda para mais muito semelhante a tantas histórias negras do passado da Humanidade, mas só as palas que nos meteram nos olhos nos fazem acreditar que está tudo bem ou que ainda há outra volta a dar a isto. Tudo é cíclico e este está a fechar-se!




Bom, para aqueles que possam estar a pensar de onde veio isto assim sem aviso, tudo começou com ontem numa conversa de almoço, com uma tortilha à frente. Minutos antes discutíamos batatas fritas. É assim, meus amigos!, a revolução não escolhe hora nem... ementa!? Já me imagino de garfo, perdão, forquilha e archote na mão a liderar uma turba de revoltosos (angry mob elevada à potência) rumo ao Parlamento exigindo cabeças rolantes. A figura legal de incitamento ao motim fascina-me desde os tempos em que o saudoso jogador "El Toro" Acuna foi condenado pela FIFA numa decisão ímpar por, sozinho e sem ajuda, provocar o completo pandemónio no relvado e nas bancadas de um estádio em Espanha. Lindo!

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

PARABÉNS!!



Amo-te!

Beijo, beijo, beijo, beijo
, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo, beijo!



domingo, fevereiro 03, 2008

Peggy Lee - Fever




Se isto é uma doença então não quero a cura nunca!

never know how much i love you
never know how much i care
when you put your arms around me
I give you fever that's so hard to bare

you give me fever
when you kiss me
fever when you hold me tight
Fever
In the morning
Fever all through the night

Sun lights up the day time
moon lights up the night
I light up when you call my name
and you know i'm gonna treat you right

you give me fever
when you kiss me
fever when you hold me tight
Fever
In the morning
Fever all through the night

Everybodies got the fever
That is somethin you all know
Fever is'nt such a new thing
Fever start long ago

Romeo love Juliet
Juliet she felt the same
When he put his arms around her
He said Julie baby your my flame

Now give me fever
When were kissin
Fever with that flame in you
Fever
I'm a fire
Fever yeah i burn for you

Captain smith and pocahontas
had a very mad affair
When her daddy tried to kill him
She said daddy oh don't you dare

He gives me fever
With his kisses
fever when he holds me tight
Fever
I'm his misses
Daddy won't you treat him right

Now you listened to my story
Here's the point that i have made
Chicks were born to give you fever
Be it fair and have a sense of game

They give you fever
when you kiss them
Fever if you really learned
Fever
Till you sizzlen
But what a lovely way to burn

But what a lovely way to burn
But what a lovely way to burn
But what a lovely way to burn

Entre INEM, vítima, irmão, VMERs e Bombeiros... salve-se quem puder!

2a Parte



1a Parte

Devendra Banhart - Santa Maria da Feira



Pois, em Santa Maria da Feira nunca experimentei mas de resto bate certo! Tão certo! E bateu forte! Tão forte! Em Santa Maria da Feira ou onde quiseres, sim?

Pensando cada dia, cada hora
Pensando en ti
Caminando, mi sesta llena de moras
Son para ti
Temprano por la tarde y por la noche
Sueño de ti

Lalalala

Comiendo pera
En santa maria de la feira
Que placer ir
La gente buena
Solo gozan nunca hay pena
Pa' que sufrir
Jugando en el mar, en la arena
Viviendo haci

Lalalala

Ventana blanca
Hay que venga la mañana
Hay que venga otra vez
Esperando
Asi es como yo paso mi tiempo
Esperando a Inaniel
Y rezando por su calor, por su aliento
Sobre mi piel

Te digo todo aqui va bien
Conmigo de no dormir
Amigo, te lo suplico, te lo pido
Que me ayudes a mi, a mi

Buscando
Con mi ancla en la marea
Nadando en ti
Yo voy andando
Oyeme, te estoy llamando
Te amo a ti

Por el valle me encontré un rio escondido
Me recuerdo, hacía calor pero tenia frio
Me iba a morir

Bianca
Ay Paloma, ay Angelina
Por fin te vi
Por fin te vi
Por fin te vi

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Beijo


Power Strike




O ataque do Benfica mede 3,83 m e pesa 183 kgs com Makukula e Cardozo.
A frase "Ninguém pára o Benfica" assume agora reais contornos físicos.

Eneagrama

A praxis, o conhecimento empírico e algumas formas de sabedoria de antigas civilizações podem não estar validados pelo actual método científico e são muitas vezes descartados como arcaicos, básicos ou simplesmente errados. Tal deve-se, na minha opinião, a algum desajuste no tipo de linguagem empregue, bem como ao facto de, num processo colonizador, o vencedor impôr a sua cultura ao vencido, muitas vezes esquecendo-se de absorver o que lhe poderia ser útil. Cada área do conhecimento humano tem o seu jargão próprio mas pode ser traduzida para outro tipo de vocabulário, mais geral, mais compreensível, mais user friendly.
Em conversa amena falaram-me de Eneagramas. Fui ver. Ao que parece é uma forma milenar de auto conhecimento, que não vou arrogar-me em avaliar como certa ou errada. Pareceu-me interessante o suficiente para a querer explorar um pouco mais. Testei-me. Deu isto:
UM = 0
DOIS = 4
TRÊS = 0
QUATRO = 1
CINCO = 1
SEIS = 0
SETE = 4
OITO = 3
NOVE = 2
Ups... faltou o devido agradecimento: Thanks Cad ;)
Nota Extra: Por lapso usei o link da Wikipedia em Brasileiro. Fica o inglês.
(Não sei porquê, mas as coisas em brasileiro soam sempre piores e menos credíveis. Seja como for, neste caso são notórias as diferenças no estilo de redacção e no próprio conteúdo do artigo.)