terça-feira, março 31, 2009

"Serei pó, mas pó enamorado."

João César Monteiro

segunda-feira, março 30, 2009

"Kiarostami é um dos poucos cineastas contemporâneos que respeito."

Takeshi Kitano

sexta-feira, março 27, 2009

"Viva o Cinema!"
Roberto Rossellini

quarta-feira, março 25, 2009

"O meu nome é Jonh Ford e faço Westerns"

Jonh Ford

segunda-feira, março 23, 2009

"O cinema é uma indústria terrivelmente cara."

António de Oliveira Salazar

sexta-feira, março 20, 2009

"Ninguém poderá ser considerado mestre da arte dita cinematográfica se não for pessoa de vida e costumes exemplares."

Jean-Marie Straub

quinta-feira, março 19, 2009

"Filmar é uma violência do olhar, uma profanação do real (...)"

João César Monteiro

quarta-feira, março 18, 2009

Quase tudo sobre a Economia portuguesa

Excelente entrevista a Abel Mateus.

Quando se diz que o PIB cresceu um ou 1,5 por cento, não é isso que cresce o rendimento dos portugueses, porque já temos de pagar muitos juros ao exterior. No período 2005-09, embora o crescimento médio do PIB tenha sido à volta de um por cento, em termos de rendimento nacional esteve estagnado.

"Tudo o que é interessante passa-se na sombra, decididamente."

L.F.Céline

terça-feira, março 17, 2009

"Viva o 25 de Abril ! "

domingo, março 15, 2009

Coincidências do c*$%&#*

As bolas a que o Beto não se atirou na semana passada no jogo contra o Porto:





A notícia de que o Porto contratou o Beto:
O dono da baliza leixonense, Beto, firmou contrato com o FC Porto válido para as próximas 4 épocas.

quinta-feira, março 12, 2009

"Eu sou o cine-olho."

Dziga Vertov

quarta-feira, março 11, 2009

Retesar

Eu reteso, tu retesas, ele retesa...
O verbo existe. Continua a achar que não devia existir, mas existe. :)

Prestígio

Sócrates e José Eduardo dos Santos reunidos (bonita aquela cena das assinaturas no jardim, um misto de Casa Branca e festa de croquete e sumo de laranja em copos de plástico). Falta o Chávez.
O Secretário de Estado Cravinho que foi à Guiné dizer que está tudo bem também podia ter trazido uns militares e políticos de lá. Podiam ainda passar em Londres e trazer o Vale e Azevedo. Juntavam-se todos à volta do Sócrates.

Num mundo perfeito, os que não estivessem presos estariam a jogar à vermelhinha, a tentar sacar uns trocos uns aos outros.

No mundo imperfeito em que vivem os angolanos e os guineenses, era uma excelente oportunidade para uma bomba.

Estamos cada vez mais próximos do Chávez, do Eduardo dos Santos e do Vale e Azevedo. Cada vez mais longe de sermos um país sério. Os ditadores, os ladrões e os traficantes de droga são nossos amigos, desde que tenham petróleo?

terça-feira, março 10, 2009

"Montar um filme é ligar as pessoas umas às outras e aos objectos através dos olhares."

Robert Bresson

segunda-feira, março 09, 2009

"Fazer um filme é melhorar a vida."

François Truffaut

domingo, março 08, 2009

Políticos que falam verdade



O que é com os turistas espanhóis vão fazer à Rússia? Zapatero responde em conferência de imprensa com o Presidente Medvedev...

sexta-feira, março 06, 2009

"De todas as artes, a mais importante para a Rússia, na minha opinião, é a arte Cinematográfica."

Lenine

quinta-feira, março 05, 2009

"Abaixo as 16 imagens por segundo!"

Dziga Vertov

quarta-feira, março 04, 2009

"Les arts futurs seront des boulerversement de situations, ou rien."
Guy Debord

terça-feira, março 03, 2009

Dos pseudo-intelectuais

O (sic) é o novo tout court.

"La plupart des gens aiment trouver dans un tableau ce qu´ils aiment dans la réalité."
E.H. Gombrich

segunda-feira, março 02, 2009

"Todos os filmes nascem livres e iguais."
André Bazin

sábado, fevereiro 28, 2009

"Courbet é um esforçado operário, um selvagem com uma paciente vontade."
Baudelaire

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

“Le cinéma – c’est une invention sans avenir."
Antoine Lumière

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Tudo é velocidade: justa precipitação.

domingo, fevereiro 22, 2009

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Cine, ma vérité.
Chris Marker

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

Lobo com pele de cordeiro

Só a discriminação dos talheres e a segregação dos pratos me permitem lavar bem a loiça.

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

«A homossexualidade não é normal», diz cardeal D. José Saraiva Martins.
E a necrofilia gay, também não, digo eu.
Mas digo tantas parvoíces, que afinal talvez seja normal que um homem de chapeuzinho vermelho no cocuruto ame outro homem pendurado numa cruz, com meio gibão rasgado à cintura. E morto.

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

o detalhe e o pudor

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Está bem... façamos de conta

Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.

Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.



Mário Crespo

Maravilhoso Portugal, maravilhoso!

Uma vez que não foi a OCDE nem a Smith & Pedro, pode ser que desta vez não seja preciso corrigir o post...

Ainda assim, suspeito que se a opinião fosse a contrária, o post diria "DIRECTOR de Organização Internacional afirma...".
Estou a brincar! Nesse caso não existiria post nenhum.

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Parto prato como romã

segunda-feira, janeiro 26, 2009

Curioso país, língua engraçada

Forma como foi licenciado o Freeport "fragiliza" José Sócrates.

Forma como foi "licenciado" José Sócrates fragiliza o Freeport.

Freeport fragiliza José Sócrates, que será licenciado.

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Do celibato enquanto íman

Crianças pobres e surdas. Algumas surdas-mudas. 67 crianças que entre os anos 1950 e 1984 foram violadas repetida e continuadamente numa residência de um instituto de Verona, em Itália. Violadas nos quartos, nos quartos-de-banho, debaixo do altar, no confessionário. Violadas por 25 padres e outros religiosos, alguns dos quais se mantêm em funções e por quem as crianças, agora adultas, passam nas ruas de Verona.
Na verdade não foram só 67. Mas 67 das crianças abusadas juntaram-se agora para tornar público o horror em que viveram. Não querem dinheiro nem condenações judiciais (sabem que os crimes já prescreveram). Querem que os padres em causa que se mantêm em funções sejam tirados da instituição.

O Bispo de Verona, em comentário, insinua que eles querem é dinheiro. E quanto aos violadores, diz que, para já, nada pode fazer.

Tudo aqui.

Dois factos aparentemente não relacionados...

Prisões: reclusos homossexuais poderão passar a receber visitas íntimas

Caso Freeport: polícia faz buscas a tio de Sócrates e ao advogado Vasco Vieira de Almeida

terça-feira, janeiro 20, 2009

Eu procuro naufragar


Foi o primeiro "grande" concerto que vi ao vivo. No Verão de 92 (ou seria 93?), Sitiados na Praça de Touros da Figueira da Foz.

quarta-feira, janeiro 14, 2009

2009 - Imagine no religions II

“Cautela com os amores. Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam.”
Cardeal José Policarpo

Agora digam lá que foi descontextualizdo e que o Sr. Cardeal até é boa pessoa e um humanista e que sempre se bateu pela inclusão e tal...

sexta-feira, janeiro 09, 2009

quarta-feira, janeiro 07, 2009

Cool é

relíquias expostas numa estante expedit não saber o que isso quer dizer.

sexta-feira, janeiro 02, 2009

Cool é

estar integrado numa civilização que comemora o saque do prepúcio de Jesus com um feriado. O de 1 de Janeiro.

quinta-feira, janeiro 01, 2009

Cool é

chamuscar o nariz com a fuligem do fogo-de-artifício e não saber o que isso quer dizer.

terça-feira, dezembro 30, 2008

Cool é

o quase, o à beirinha, o era só mais um niquinhito e não saber o que isso quer dizer.

sexta-feira, dezembro 26, 2008

Terá sido em inglês técnico?

Não foi de certeza em castelhano que Sócrates conseguiu criar as condições, seguramente junto do BCE, para a redução das taxas de juro...


quinta-feira, dezembro 25, 2008

O dinheiro no meu Natal

Lembro-me do primeiro Natal em que ofereci prendas à família: compradas todas as prendas, dividi as moedas que sobraram por envelopes que coloquei nos sapatinhos respectivos. Suponho que não tinha nada melhor para fazer àquele dinheiro* do que utilizá-lo para fazer as pessoas felizes.
Das quadras natalícias lembro-me sobretudo das consoadas. E de prendas simples, como uma tabela e uma bola de basket (que me proporcionaram milhares de horas de prazer).
O Natal desde cedo me encantou: da música nos altifalantes da rua da Sofia ao calor da lareira acesa, passando pela tarde passada a ver o Natal dos Hospitais (que, depois do Clemente e do Fernando Pereira, reservava para o fim o Herman e fechava com o coro de Santo Amaro de Oeiras).
Não percebo o fenómeno consumista** das mil prendas, mas também não me perturba. A verdade é que nada parece perturbar a harmonia natalícia.
Ao contrário do que aquela primeira experiência poderia indicar, o dinheiro nunca representou um papel importante no meu Natal***. O meu Natal pode passar bem sem grande dinheiro. Só não pode passar sem paz.
Bom Natal!
artur

* Se não tinha nada melhor para fazer ao seu dinheiro, fez bem em depositá-lo no BPP.
** Agradeça ao BPP por neste Natal de 2008 ter sido menos consumista.
*** Graças ao BPP talvez tenha perdido papel importante, mas veja o lado positivo: de qualquer maneira houve Natal.

sexta-feira, dezembro 19, 2008

Cool é

States na Broadway e não saber o que isso quer dizer.

O público português


Pérola relembrada pelo Estado Civil.

quinta-feira, dezembro 18, 2008

Cool é

querer fazer um documentário ficcionado narrado num fluxo de consciência e não saber o que isso quer dizer.

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Cool é

ter sempre um maile para mandar e não saber o que isso quer dizer.

terça-feira, dezembro 16, 2008

Cool é

saber que uma rotina é uma vitória e não saber o que isso quer dizer.

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Cool é

estar em reunião e não saber o que isso quer dizer.

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Cool é

derivar em "sonblage" e não saber o que isso quer dizer.

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Então e o nosso Benfica?

Tudo o que há para dizer sobre os bancos em crise, pela voz dos Gatos.

Cool é

saber que uma juventude perdida é o motor da geração crescida e não saber o que isto quer dizer.

domingo, dezembro 07, 2008

Sentimento de impunidade

O que leva alguém a dar o nome de Fundo de Investimento Imobiliário Valor Alcântara (Fundo de Investimento IVA) a um Fundo feito com dinheiros de fraude ao IVA e a criar para gerir o fundo uma sociedade chamada Valor Alternativo (VA)?

Seguramente um retorcido sentido de humor aliado a um preocupante sentimento de impunidade. Os meus parabéns a Jorge Coelho e Dias Loureiro. Quanto ao sentido de humor surpreenderam. E pela positiva.

sábado, dezembro 06, 2008

Cool é

escutar um sorrir

quarta-feira, dezembro 03, 2008

Cool é

pão duro e sardinhas em molho de tomate na praça do império.

terça-feira, novembro 25, 2008

Sweet little 16

Conversa de velho.
Há 16 anos eu tinha 16.
O grande hit da música portuguesa chamava-se sub 16.
Ninguém tinha telemóvel.
Há 16 ligaram para a secretaria da escola.
Da secretaria foram avisar a minha turma.
Uma colega avisou-me no pátio da escola.
Há 16 acabaram as aulas e fui a correr para a maternidade.
Logo saio a correr para te ver.


Receita contra a crise

Para ouvir o discurso de Sócrates sobre a crise e continuar com um sorriso nos lábios talvez a solução seja cantar uma velha canção de bebedeira espanhola, que entoavam esta semana uns miúdos no meio de um jogo de bola no bairro de Lavapiés:



"NO QUEREMOS FANTA;
NO QUEREMOS COLA;
QUEREMOS LO QUE TOMA
DIEGO ARMANDO MARADONA!"

Coisas engraçadas que acontecem de quando a quando

Concordar com o CDS.

segunda-feira, novembro 24, 2008

Café Central

Estar numa qualquer terra e ir ao Café Central não augura, regra geral, nada de bom. Bem, o que é verdade em Portugal não é obrigatoriamente certo em outras partes do planeta. Ir ao Café Central em Madrid foi o fim perfeito para umas belas férias. Para além de um gin tónico que nem vos conto, estivemos maravilhados a ouvir um quinteto de jazz liderado por uma menina de 23 anos chamada Tui Higgins. Apesar de as músicas disponíveis no MySpace não fazerem justiça ao que vimos e ouvimos este Sábado, vale a pena ir lá espreitar.

quarta-feira, novembro 19, 2008

...e as ruínas sobre que foram escritas estas palavras.

Conceitos revolucionários - Pai afectivo



Pequena Esmeralda e Soon-Yi Previn: descubra as diferenças.

quarta-feira, novembro 12, 2008

temo as prendas e agradeço os presentes

segunda-feira, novembro 10, 2008

uma bíblia com pó é uma bíblia com pó.

quinta-feira, novembro 06, 2008

O lobo perde o pêlo mas não o vício

Miguel Cadilhe garantiu um PPR de DEZ MILHÕES DE EUROS de um banco falido e somos nós que vamos pagar.

Há quase vinte anos houve um ministro das finanças de Portugal que saiu do governo depois de um escândalo que envolvia um apartamento nas Amoreiras. Como é que ele se chamava?

quarta-feira, novembro 05, 2008

A diferença está só na qualidade de quem vota


A diferença entre Portugal e os EUA é que os americanos podem escolher entre um bom candidato e um candidato de sonho. (E parece que escolhem o sonho.)
Aqui não havia Obamas com hipóteses de sucesso.
Daqui a um ano escolheremos entre o vigarista mentiroso e a bruxa má.

quinta-feira, outubro 30, 2008

Educação


No século da criatividade temos uma educação que tenta evitar que cada um pense pela própria cabeça. Uma educação que estupidifica.
Temos a escola do Mapa Mundo Portugalcêntrico. A escola das aulas todas dadas em português. As aulas de informática do Windows (e agora do Magalhães?). As aulas de matemática em que todos têm a mesma máquina de calcular escolhida pelo professor. As aulas do papel central dos portugueses na história dos descobrimentos (que só se ensina em Portugal) - quantos meses passamos nisso? As aulas em que nos ensinam coisas de há dois mil anos como verdades incontestáveis mas não nos conseguem dar a certeza de que a Nossa Senhora apareceu em Fátima em 1917 (e já existiam jornais e fotografia...).
Se não formos educados para pensarmos pela nossa cabeça não estamos a ser preparados para viver neste mundo. Não há Plano Tecnológico que nos valha se não conseguimos ver o mundo como o vêem os vários outros. Talvez um bom começo fosse começar pelos mapas.

segunda-feira, outubro 27, 2008

O mundo real é tramado

A extracção do petróleo que a GALP "descobriu" no Brasil só é rentável com o preço do barril a rondar os 80$, ou acima.

O preço do petróleo baixou hoje, pela primeira vez desde Fevereiro de 2007, a fasquia dos 60 dólares o barril.

Os pequenos carros eléctricos chegarão em força ao mercado americano já em 2009.

É um bom dia para vender aquelas acções da GALP que ainda tinhas esperança que voltassem a subir. O mercado não tem dúvidas disso e a GALP lidera os trambolhões no PSI-20.

Não é a crise internacional. É o mundo real.

terça-feira, outubro 21, 2008

Cada vez mais desiguais


Segundo estudo divulgado hoje pela OCDE, Portugal é um dos países pertencentes àquela organização com maior desigualdade na distribuição do Rendimento, sendo apenas suplantado nesse indicador negativo por México e Turquia.

Vale a pena brincar um bocadinho com estas estatísticas no GapMinder. Vejam o gráfico que preparei, com o indicador mais comum de desigualdade da distribuição de rendimentos. Vale a pena. É só carregar no play. Vejam como estamos a milhas dos países nórdicos, como estamos a divergir dos países europeus (Espanha aparece como exemplo, mas experimentem activar outros), e como o México se aproxima de nós (com maior rigor, deveria dizer que nós nos aproximamos deles...).

segunda-feira, outubro 20, 2008

Manifestação


Banqueiros e investidores juntam-se em marcha de protesto, exigindo plano do governo que os ajude a ultrapassar este momento de crise.

Sinédoque


quinta-feira, outubro 16, 2008

segunda-feira, outubro 13, 2008

Krugman

As horas passadas a tentar simplificar as teorias da Nova Geografia Económica ganharam hoje um novo valor.

domingo, outubro 12, 2008

Sobe e desce

Amanhã é dia de a bolsa subir um bocadinho ou continuamos no escorrega?

sábado, outubro 11, 2008

51%

foi quanto caiu o indicador principal da Bolsa de Lisboa no último ano. O mais engraçado é que, alargando o gráfico para um ano, esta crise do sistema financeiro quase nem se distingue da tendência geral do ano.
Na verdade, parece cada vez mais inegável que esta crise ajuda e muito o governo Sócrates, mascarando de efeitos colaterais de uma crise internacional as consequências directas de mais de uma década de governos desastrosos liderados por políticos medíocres.

quarta-feira, outubro 08, 2008

bolsa

domingo, outubro 05, 2008

SimCapitalism ou o plano Paulson

Há mais ou menos 15 anos jogava-se um jogo para PC chamado SimCity. Era um jogo de estratégia cujo objectivo era construir, de raiz, uma cidade. A grande restrição ao sucesso no jogo era o dinheiro disponível para investir na cidade.
Um amigo mais atento descobriu que bastava a qualquer momento durante o jogo escrever a palavra FUNDS para o dinheiro disponível aumentar substancialmente. Mas havia um problema. Inevitavelmente, pouco tempo depois da trapaça, um desastre natural abatia-se sobre a cidade, destruindo-a quase por completo.
Solução: escrever funds, receber o dinheiro, gravar o jogo e sair do jogo. Quando se voltava a entrar o jogo mantinha o dinheiro-extra, mas não guardava a memória da batotice, pelo que a catástrofe natural não se abatia sobre a cidade. Era o melhor de dois mundos.
É esta a essência do plano Paulson. Investimentos loucos que permitem a um grupo de pessoas, em particular os gestores de bancos e sociedades de investimentos, ganhar muitos milhões de dólares. Enquanto o mercado sobe essa malta ganha fortunas. Quando a catástrofe inevitável se abate sobre o mercado, penalizando os que arriscaram em demasia, estes usam a sua influência para que o resto da sociedade pague os seus desvarios. O plano Paulson é o "gravar" e "sair" do Capitalismo.
O Plano Paulson não é desenhado para ajudar estes proprietários de casas agora falidos. E bem, porque eles são responsáveis pelos investimentos que fizeram em casas. O Plano Paulson ajudará os banqueiros e os gestores dos bancos, que em poucos meses estarão novamente a receber salários obscenos e prémios de produtividade de milhões.

No fim de tudo, neste Capitalismo de batotice, grandes impérios serão construídos, mas não por sabedoria ou grande conhecimento dos mercados financeiros. Por trapaça e chico-espertice e por exploração do trabalho dos americanos que não fizeram asneira, que não compraram a casa errada, que não enganaram ninguém, que não quiseram enriquecer facilmente, e que, injustamente, pagam 700 mil milhões de dólares de batotice alheia.

Pagará, no fim, a economia americana, que investirá o trabalho de um ano de mais de 33 milhões de americanos (contas feitas para um custo de 10 dls./hora) para comprar um monte de nada.

Pagarão os americanos sérios para que os americanos trapaceiros, que conseguiram mudar as regras a meio do jogo, enriqueçam.

terça-feira, setembro 30, 2008

terça-feira, setembro 09, 2008

Milagres da Medicina moderna e do velho corpo humano

Voltar a andar. Não consigo descrever a alegria.

sexta-feira, setembro 05, 2008

Novo Super-herói

O filme que mostra tudo terá a sua estreia na Gabardina.

Gabardina: o blog que apoia os filmes que mostram tudo!

segunda-feira, setembro 01, 2008

Lápis, canetas, estojos, mochilas

Cadernos bonitos, com imagens do desenho animado preferido ou do Cristiano Ronaldo.
Este ano não há. É a crise. Só os cadernos mais baratos do "De Borla". Capas feias e papel fraco.

Na primeira página, os pais conscenciosos, para darem o exemplo aos filhos, deveriam escrever, em letra bem feita e sem erros ortográficos:

A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.

sábado, agosto 30, 2008

Verdadeiramente belo

Verdadeiramente bela sensação a de acordar ao lado de quem se ama, de sair a ganhar (em Camachês "salir a ganar"), de sentir o calor do sol e o frio da chuva, de saciar a sede e a fome, de sentir os músculos cansados pelo stress e pelo exercício a serem espremidos às mãos de uma massagem, de ver o esforço recompensado, de ver justiça executada na eterna e épica luta do bem contra o mal, de ouvir a harmonia ressonante da música certa, do desafio sem mais medo que o necessário para o levar até ao fim que se desconhece, de sentir o calor certo nas palavras certas, da proporcionalidade, equilíbrio e enquadramento do design de algo que faz sentido em termos de forma e função...
O belo é a expressão harmoniosa da verdade. Somethings have a certain incomprehensible ring of beautiful righteousness to it...

sexta-feira, agosto 29, 2008

Belo

Jaguar E-type

The age of the understatement

Tu

O primeiro golo na primeira cerveja

10 minutos de ronha & longos dias na praia

Tom Sharpe & Douglas Adams

The big chill, Top Secret & The life of Brian

"Ambas as duas", "Espétaclar" & "Bestial"

As papoilas saltitantes

O Belmiro na Amadora (Sound&Image)

The Pillow Man

The falling water

Apple

Deste Género

A Camponesa

Rir (mesmo que inacreditavelmente inapropriado)

quinta-feira, agosto 28, 2008

Se belo é comer pistácios frente a uma madrassa em Samarcanda, então sublime só pode ser conhecer Tânger em 45 minutos, digo 30, vá 20 esticadinhos.

Belo é odiar tarefas burocráticas, sublime é executá-las na perfeição.

quarta-feira, agosto 27, 2008

Um escaldão é belo, uma combustão espontânea é sublime.

terça-feira, agosto 26, 2008

O belo é propriedade, o sublime liberdade.

Onde o belo é doméstico, o sublime é delírio.

segunda-feira, agosto 25, 2008

Quero acreditar que há uma relação inversamente proporcional entre o belo e o sublime.

domingo, agosto 24, 2008

A atracção do Verão

Sem cair nos abusos de rebarbamento masculino, é possível apreciar condignamente a beleza feminina como ela merece. Mais ainda quando o torcicolo ou a ginástica para a boa práctica da observação é justa e merecida. Se há bons motivos para perder o controlo do automóvel, para deixar as compras esparramadas pelo chão ou esbarrar de tromba num poste é a passagem de uma digna representante do género feminino. Dá gosto ver uma miúda, rapariga ou mulher que sabe potenciar as suas qualidades sem se exibir, conseguindo o efeito pretendido de deixar os miúdos, rapazes e homens (não necessáriamente por esta mesma ordem) a babar com ar perdido. O olhar (de pescoço torcido em angulos anatomicamente pouco recomendáveis) é o mínimo louvor que se pode ensaiar, dispensando-se o ar ordinário de quem fazia e acontecia (e tantas vezes depois se ficam pelas intenções), mas orlando a cara com um sorriso (um pouco aparvalhado por vezes, admita-se) e/ou proferindo umas quantas palavras elogiosas criteriosamente escolhidas (principalmente no timming) pode contribuir-se para uma bem merecida massagem ao ego de alguém. O esforço (que não é pouco, dadas as limitações e dores que provocam os saltos altos e as armações metálicas dos soutiens, as horas e dinheiro gastos em maquilhagem, cabeleireiro e roupa, as dietas loucas e a tortura do ginásio e da depilação) para se ser apreciada tem de ser apreciado! Por mim falo, que vivi uma adolescência em que as raparigas pouco diferiam em vestuário dos rapazes e quase nada exibiam a sua feminilidade (sem culpas próprias que anos volvidos sobre a estúpida moda da altura algumas estão aí para as curvas - e que belíssima escolha de palavras). Não escondo do que gosto e gosto de saias. Gosto de vestidos. Gosto de decotes. Gosto de formas reveladas ou intuídas. Tudo com gosto e critério de quem sabe que não há perfeição completa (salvo aquela para quem os meus olhos não se cansam de olhar mas admito, nesse particular, falta de isenção) e potencia pontos fortes, escondendo as fraquezas.

Para mim, longe dos ideiais de beleza clássica ou da lascividade do quase nu, gosto de um look casualmente descontraído, até alternativo, mas com algum requinte de quem sabe tratar de si e tem confiança nas suas qualidades. Quando salpicado por um sorriso de derreter pedra, um porte elegante, uma pele morena, cabelos revoltos e pelo cheiro certo (tão importante!), está encontrada a fórmula mágica! Eu, pelo menos, já verifiquei várias vezes e o resultado é sempre o mesmo: noves fora, tu!

sábado, agosto 23, 2008

Summer love, happened so fast...

Os engates de Verão são, como a estação, tórridos, intensos, despreocupados e efémeros. Acontecem quando menos se espera (ainda que se possam procurar com afã) e acabam atropelados pelo seguinte ou pelo fim das férias. São, muitas vezes, movidos pela inconsequência do que dali virá e alimentados à noite, com calor, copos, danças e pouca roupa. As técnicas são variadas como variada é a oferta de ambos os sexos. Mais discretos, mais exuberantes, mais agressivos, mais sorrateiros, mais bem sucedidos ou tampas do pior, o segredo do sucesso está na comunhão das intenções, gostos, ritmos e apetites. Há quem se desinteresse por jogadas lentas, sem tempo a perder para partir para a próxima, e há quem goste de uma boa corte, elaborada e persistente. Com gestos, palavras, imagem ou movimentos, com a ajuda de um winger (leia-se amigo/a) ou solo, kamikaze ou estratega, informações privilegiadas ou no escuro, gosto de apreciar o desenrolar destas cenas como se de um documentário se tratasse. Então tendo com quem comentar é um pitéu. Chamem-lhe voyeurismo ou bisbilhotanço mas a novela da vida real acontece à nossa volta e o enredo é suculento, cheio de bons personagens, uns mais comuns, outros únicos, onde nos podemos reconhecer ou especular sobre o que faríamos nos seus lugares. Com o extra de poder ouvir os diálogos ou em mute, divirte-me imenso palpitar sobre o que se passa num restaurante, numa discoteca, numa praia, numa esplanada, no local de trabalho. Quem diz engates e amantes, diz teorias da conspiração à escala planetária e tramas dignas de Le Carré. Muitos destes filmes terão apenas uma pálida conexão com a realidade dos factos, sendo que tantas vezes se desmoronaram num instante de revelação e mais ainda ficaram por confirmar o que verdadeiramente seriam, mas valem pelos momentos de puro deleite com pérolas incríveis, pela intuição/imaginação com que se apuram os pedaços soltos e pela perspicácia com que se apanham detalhes relevantes. Depois cabe a cada realizador improvisado editar o épico a gosto. A diversão está garantida!

sexta-feira, agosto 22, 2008

OlimPiadas de Verão

Ainda que alguns episódios tenham sido algo caricatos, fazendo acreditar que enquanto uns foram para as ditas Olimpíadas e outros apenas para as OlimPiadas, é sempre de saudar uma das melhores prestações de Portugal neste tipo de eventos.

Glória aos vencedores e honra aos vencidos seria a postura ideal para as prestações de atletas que se querem imbuídos de vontade de competir e vencer. As metas de um país como o nosso, que ainda mal consegue prover-se internamente de estruturas para a práctica de várias modalidades e que conta com uma pequeníssima base de recrutamento, não podem ser elevadas ao nível que os discursos dos dirigentes as levantaram dando como certas medalhas ainda no cu da galinha (ainda que seja a favor da inclusão de notas de ambição e confiança) sob pena da desilusão e desmoralização de quem tem reais chances de conseguir algo. E nem só do Ouro do Nélson Évora se vive, como prova a digníssima Prata da Vanessa Fernandes ou o quase Bronze do Gustavo Lima. Há máximos pessoais e recordes nacionais para bater, experiência para acumular e ensinamentos a tirar para futuras participações, isto tendo em consideração que os apoios estatais são limitados e não dão para todos, tendo de existir um crivo e uma bitola para cada um, consoante as suas reais capacidades e potencial desportivo.

Para corrigir fica a falta de apoio psicológico aos atletas para os preparar para a ansiedade de performance que fez alguns baquearem (como a Naide Gomes) e a falta de preparação para a exposição mediática que levou às sobejamente conhecidas declarações sobre os hábitos matinais de alguns atletas. Isto para não falar na azia e falta de fair play reveladas com as queixas contra a arbitragem, mais habituais no nosso futebol mesquinho do que na elite do desporto, onde se querem ver exemplos e modelos de comportamento para todos. O trabalho de sapa para a próxima edição passa, na minha opinião, por aqui e também pelo maior incentivo em termos de parques desportivos capazes de aliciar jovens para a pratica das modalidades olímpicas. Este não é um investimento fútil pois o desporto cumpre não só objectivos de manutenção da saúde, como controlo da obesidade e stress ou combate à droga e ao tabagismo, de que todos podemos tirar dividendos, mas também sociais como via de afirmação e sucesso para todos aqueles que adoram o prazer da competição e da pratica desportiva.

De manhã é que não, porque não sou muito dado a esse tipo de eventos e os adversários são muito fortes.

quinta-feira, agosto 21, 2008

A praia

Um amigo disse-me um dia que era no extremo da competição que se revelava o verdadeiro feitio de cada um. Eu concordo mas acrescento outro valoroso campo para a observação sociológica: a praia.

Despidos dos pruridos das vestes ocidentais (agora convertidos à moda indo-árabe-asiática das túnicas, sarongues, pidangues e calças não sei quê), revela-se mais do que o que está à vista e se à vista desarmada há coisas que nem à bala lá iam, estendendo a experiência a toda a capacidade de percepção sensorial captam-se subtis nuances que vão bem para além da camada celulítico-adiposa, do couro bronzeado e estafado, das curvas reveladas pelo bikini cavadão (nobre e sentida homenagem a essa banda rock de São Paulo), das tatuagens e piercings que ritualmente se pavoneiam pela areia (ainda não tenho mas não estão arredadas de todo das cogitações), das mamas espetadas e dos rabos caídos, dos surfistas de domingo, das tias enxutas, dos meninos engatatões, das pin-ups siliconizadas, dos namorados e namoradas enlevados de paixão (não necessariamente emparelhados nesta mesma ordem mas empenhadamente empilhados na ilusória solidão de quem não tem olhos para mais nada do que o seu mais que tudo), dos prosaicos, vetustos mas indispensáveis vendedores da bola de berlim provida ou não do proverbial creme, dos baywatchianos mikes que atentamente vigiam a costa de pijama amarelo e vermelho rodeados de babes loiras, dos cães que, analfabetos, 'tadinhos, não sabem que transgridem ao passear-se no areal, dos piqueniques familiares gloriosos (já pouco vistos no seu real esplendor das feijoadas cozinhas no camping gás ou mais afoitamente na fogueira nas dunas), da geleira azul recheada de calorias, do guarda sol da Sagres, da toalha das enfermeiras em lingerie, do jornal desportivo que se desfolha ao vento, do "cantante" a pilhas que abafa o detestável som do mar que enrola na areia, das raquetes cada vez mais pujantes nas suas trocas de bolas empunhadas por Nadais e Kornikovas, ou mais comummente por McEnroes e Navratilovas, da bola que brinca na arena de areia dos brinca na mesma, das construções e castelos de areia erguidos por futuros engenheiros e destruídos por sádicos pedreiros, do volley que teima em não ganhar nada mas pulula, salta e avança como o sonho de uma criança, do poupadinho protector solar (de que gosto tanto do cheiro) usado com parcimónia como se de um raro perfume se tratasse...

Ahhh... a praia! O que vale é que isto é só saudade do fim de semana a falar e Sábado lá estarei a engrossar as filas de trânsito de capota aberta para ir poupando tempo de exposição solar enquanto inalo a minha dose de escape!