"Serei pó, mas pó enamorado."
João César Monteiro
"Kiarostami é um dos poucos cineastas contemporâneos que respeito."
Posted by tcravidao at 30.3.09 0 comments
"O cinema é uma indústria terrivelmente cara."
Posted by tcravidao at 23.3.09 0 comments
"Ninguém poderá ser considerado mestre da arte dita cinematográfica se não for pessoa de vida e costumes exemplares."
Posted by tcravidao at 20.3.09 0 comments
"Filmar é uma violência do olhar, uma profanação do real (...)"
Posted by tcravidao at 19.3.09 0 comments
Excelente entrevista a Abel Mateus.
Quando se diz que o PIB cresceu um ou 1,5 por cento, não é isso que cresce o rendimento dos portugueses, porque já temos de pagar muitos juros ao exterior. No período 2005-09, embora o crescimento médio do PIB tenha sido à volta de um por cento, em termos de rendimento nacional esteve estagnado.
Posted by artur at 18.3.09 0 comments
"Tudo o que é interessante passa-se na sombra, decididamente."
Posted by tcravidao at 18.3.09 0 comments
As bolas a que o Beto não se atirou na semana passada no jogo contra o Porto:
A notícia de que o Porto contratou o Beto:
O dono da baliza leixonense, Beto, firmou contrato com o FC Porto válido para as próximas 4 épocas.
Posted by artur at 15.3.09 0 comments
Eu reteso, tu retesas, ele retesa...
O verbo existe. Continua a achar que não devia existir, mas existe. :)
Posted by artur at 11.3.09 1 comments
Sócrates e José Eduardo dos Santos reunidos (bonita aquela cena das assinaturas no jardim, um misto de Casa Branca e festa de croquete e sumo de laranja em copos de plástico). Falta o Chávez.
O Secretário de Estado Cravinho que foi à Guiné dizer que está tudo bem também podia ter trazido uns militares e políticos de lá. Podiam ainda passar em Londres e trazer o Vale e Azevedo. Juntavam-se todos à volta do Sócrates.
Num mundo perfeito, os que não estivessem presos estariam a jogar à vermelhinha, a tentar sacar uns trocos uns aos outros.
No mundo imperfeito em que vivem os angolanos e os guineenses, era uma excelente oportunidade para uma bomba.
Estamos cada vez mais próximos do Chávez, do Eduardo dos Santos e do Vale e Azevedo. Cada vez mais longe de sermos um país sério. Os ditadores, os ladrões e os traficantes de droga são nossos amigos, desde que tenham petróleo?
Posted by artur at 11.3.09 0 comments
"Montar um filme é ligar as pessoas umas às outras e aos objectos através dos olhares."
Posted by tcravidao at 10.3.09 0 comments
O que é com os turistas espanhóis vão fazer à Rússia? Zapatero responde em conferência de imprensa com o Presidente Medvedev...
Posted by artur at 8.3.09 2 comments
"De todas as artes, a mais importante para a Rússia, na minha opinião, é a arte Cinematográfica."
Posted by tcravidao at 6.3.09 0 comments
"Les arts futurs seront des boulerversement de situations, ou rien."
Posted by tcravidao at 4.3.09 0 comments
"La plupart des gens aiment trouver dans un tableau ce qu´ils aiment dans la réalité."
Posted by tcravidao at 3.3.09 0 comments
"Courbet é um esforçado operário, um selvagem com uma paciente vontade."
Posted by tcravidao at 28.2.09 0 comments
“Le cinéma – c’est une invention sans avenir."
Posted by tcravidao at 27.2.09 1 comments
Só a discriminação dos talheres e a segregação dos pratos me permitem lavar bem a loiça.
Posted by tcravidao at 19.2.09 0 comments
«A homossexualidade não é normal», diz cardeal D. José Saraiva Martins.
Posted by tcravidao at 18.2.09 1 comments
Uma vez que não foi a OCDE nem a Smith & Pedro, pode ser que desta vez não seja preciso corrigir o post...
Ainda assim, suspeito que se a opinião fosse a contrária, o post diria "DIRECTOR de Organização Internacional afirma...".
Estou a brincar! Nesse caso não existiria post nenhum.
Posted by artur at 9.2.09 0 comments
Forma como foi licenciado o Freeport "fragiliza" José Sócrates.
Forma como foi "licenciado" José Sócrates fragiliza o Freeport.
Freeport fragiliza José Sócrates, que será licenciado.
Posted by artur at 26.1.09 0 comments
Crianças pobres e surdas. Algumas surdas-mudas. 67 crianças que entre os anos 1950 e 1984 foram violadas repetida e continuadamente numa residência de um instituto de Verona, em Itália. Violadas nos quartos, nos quartos-de-banho, debaixo do altar, no confessionário. Violadas por 25 padres e outros religiosos, alguns dos quais se mantêm em funções e por quem as crianças, agora adultas, passam nas ruas de Verona.
Na verdade não foram só 67. Mas 67 das crianças abusadas juntaram-se agora para tornar público o horror em que viveram. Não querem dinheiro nem condenações judiciais (sabem que os crimes já prescreveram). Querem que os padres em causa que se mantêm em funções sejam tirados da instituição.
O Bispo de Verona, em comentário, insinua que eles querem é dinheiro. E quanto aos violadores, diz que, para já, nada pode fazer.
Tudo aqui.
Posted by artur at 22.1.09 1 comments
Foi o primeiro "grande" concerto que vi ao vivo. No Verão de 92 (ou seria 93?), Sitiados na Praça de Touros da Figueira da Foz.
Posted by artur at 20.1.09 1 comments
“Cautela com os amores. Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam.”
Cardeal José Policarpo
Agora digam lá que foi descontextualizdo e que o Sr. Cardeal até é boa pessoa e um humanista e que sempre se bateu pela inclusão e tal...
Posted by artur at 14.1.09 0 comments
relíquias expostas numa estante expedit não saber o que isso quer dizer.
Posted by tcravidao at 7.1.09 0 comments
estar integrado numa civilização que comemora o saque do prepúcio de Jesus com um feriado. O de 1 de Janeiro.
Posted by tcravidao at 2.1.09 0 comments
chamuscar o nariz com a fuligem do fogo-de-artifício e não saber o que isso quer dizer.
Posted by tcravidao at 1.1.09 0 comments
o quase, o à beirinha, o era só mais um niquinhito e não saber o que isso quer dizer.
Posted by tcravidao at 30.12.08 0 comments
Não foi de certeza em castelhano que Sócrates conseguiu criar as condições, seguramente junto do BCE, para a redução das taxas de juro...
Posted by artur at 26.12.08 2 comments
Lembro-me do primeiro Natal em que ofereci prendas à família: compradas todas as prendas, dividi as moedas que sobraram por envelopes que coloquei nos sapatinhos respectivos. Suponho que não tinha nada melhor para fazer àquele dinheiro* do que utilizá-lo para fazer as pessoas felizes.
Das quadras natalícias lembro-me sobretudo das consoadas. E de prendas simples, como uma tabela e uma bola de basket (que me proporcionaram milhares de horas de prazer).
O Natal desde cedo me encantou: da música nos altifalantes da rua da Sofia ao calor da lareira acesa, passando pela tarde passada a ver o Natal dos Hospitais (que, depois do Clemente e do Fernando Pereira, reservava para o fim o Herman e fechava com o coro de Santo Amaro de Oeiras).
Não percebo o fenómeno consumista** das mil prendas, mas também não me perturba. A verdade é que nada parece perturbar a harmonia natalícia.
Ao contrário do que aquela primeira experiência poderia indicar, o dinheiro nunca representou um papel importante no meu Natal***. O meu Natal pode passar bem sem grande dinheiro. Só não pode passar sem paz.
Bom Natal!
artur
* Se não tinha nada melhor para fazer ao seu dinheiro, fez bem em depositá-lo no BPP.
** Agradeça ao BPP por neste Natal de 2008 ter sido menos consumista.
*** Graças ao BPP talvez tenha perdido papel importante, mas veja o lado positivo: de qualquer maneira houve Natal.
Posted by artur at 25.12.08 1 comments
States na Broadway e não saber o que isso quer dizer.
Posted by tcravidao at 19.12.08 0 comments
querer fazer um documentário ficcionado narrado num fluxo de consciência e não saber o que isso quer dizer.
Posted by tcravidao at 18.12.08 0 comments
ter sempre um maile para mandar e não saber o que isso quer dizer.
Posted by tcravidao at 17.12.08 0 comments
saber que uma rotina é uma vitória e não saber o que isso quer dizer.
Posted by tcravidao at 16.12.08 0 comments
estar em reunião e não saber o que isso quer dizer.
Posted by tcravidao at 12.12.08 0 comments
derivar em "sonblage" e não saber o que isso quer dizer.
Posted by tcravidao at 11.12.08 0 comments
Tudo o que há para dizer sobre os bancos em crise, pela voz dos Gatos.
Posted by artur at 10.12.08 0 comments
saber que uma juventude perdida é o motor da geração crescida e não saber o que isto quer dizer.
Posted by tcravidao at 10.12.08 0 comments
O que leva alguém a dar o nome de Fundo de Investimento Imobiliário Valor Alcântara (Fundo de Investimento IVA) a um Fundo feito com dinheiros de fraude ao IVA e a criar para gerir o fundo uma sociedade chamada Valor Alternativo (VA)?
Seguramente um retorcido sentido de humor aliado a um preocupante sentimento de impunidade. Os meus parabéns a Jorge Coelho e Dias Loureiro. Quanto ao sentido de humor surpreenderam. E pela positiva.
Posted by artur at 7.12.08 0 comments
pão duro e sardinhas em molho de tomate na praça do império.
Posted by tcravidao at 3.12.08 0 comments
Conversa de velho.
Há 16 anos eu tinha 16.
O grande hit da música portuguesa chamava-se sub 16.
Ninguém tinha telemóvel.
Há 16 ligaram para a secretaria da escola.
Da secretaria foram avisar a minha turma.
Uma colega avisou-me no pátio da escola.
Há 16 acabaram as aulas e fui a correr para a maternidade.
Logo saio a correr para te ver.
Posted by artur at 25.11.08 2 comments
Para ouvir o discurso de Sócrates sobre a crise e continuar com um sorriso nos lábios talvez a solução seja cantar uma velha canção de bebedeira espanhola, que entoavam esta semana uns miúdos no meio de um jogo de bola no bairro de Lavapiés:
"NO QUEREMOS FANTA;
NO QUEREMOS COLA;
QUEREMOS LO QUE TOMA
DIEGO ARMANDO MARADONA!"
Posted by artur at 25.11.08 0 comments
Estar numa qualquer terra e ir ao Café Central não augura, regra geral, nada de bom. Bem, o que é verdade em Portugal não é obrigatoriamente certo em outras partes do planeta. Ir ao Café Central em Madrid foi o fim perfeito para umas belas férias. Para além de um gin tónico que nem vos conto, estivemos maravilhados a ouvir um quinteto de jazz liderado por uma menina de 23 anos chamada Tui Higgins. Apesar de as músicas disponíveis no MySpace não fazerem justiça ao que vimos e ouvimos este Sábado, vale a pena ir lá espreitar.
Posted by artur at 24.11.08 2 comments
Miguel Cadilhe garantiu um PPR de DEZ MILHÕES DE EUROS de um banco falido e somos nós que vamos pagar.
Há quase vinte anos houve um ministro das finanças de Portugal que saiu do governo depois de um escândalo que envolvia um apartamento nas Amoreiras. Como é que ele se chamava?
Posted by artur at 6.11.08 0 comments
A diferença entre Portugal e os EUA é que os americanos podem escolher entre um bom candidato e um candidato de sonho. (E parece que escolhem o sonho.)
Aqui não havia Obamas com hipóteses de sucesso.
Daqui a um ano escolheremos entre o vigarista mentiroso e a bruxa má.
Posted by artur at 5.11.08 1 comments
No século da criatividade temos uma educação que tenta evitar que cada um pense pela própria cabeça. Uma educação que estupidifica.
Temos a escola do Mapa Mundo Portugalcêntrico. A escola das aulas todas dadas em português. As aulas de informática do Windows (e agora do Magalhães?). As aulas de matemática em que todos têm a mesma máquina de calcular escolhida pelo professor. As aulas do papel central dos portugueses na história dos descobrimentos (que só se ensina em Portugal) - quantos meses passamos nisso? As aulas em que nos ensinam coisas de há dois mil anos como verdades incontestáveis mas não nos conseguem dar a certeza de que a Nossa Senhora apareceu em Fátima em 1917 (e já existiam jornais e fotografia...).
Se não formos educados para pensarmos pela nossa cabeça não estamos a ser preparados para viver neste mundo. Não há Plano Tecnológico que nos valha se não conseguimos ver o mundo como o vêem os vários outros. Talvez um bom começo fosse começar pelos mapas.
Posted by artur at 30.10.08 0 comments
A extracção do petróleo que a GALP "descobriu" no Brasil só é rentável com o preço do barril a rondar os 80$, ou acima.
O preço do petróleo baixou hoje, pela primeira vez desde Fevereiro de 2007, a fasquia dos 60 dólares o barril.
Os pequenos carros eléctricos chegarão em força ao mercado americano já em 2009.
É um bom dia para vender aquelas acções da GALP que ainda tinhas esperança que voltassem a subir. O mercado não tem dúvidas disso e a GALP lidera os trambolhões no PSI-20.
Não é a crise internacional. É o mundo real.
Posted by artur at 27.10.08 4 comments
Segundo estudo divulgado hoje pela OCDE, Portugal é um dos países pertencentes àquela organização com maior desigualdade na distribuição do Rendimento, sendo apenas suplantado nesse indicador negativo por México e Turquia.
Vale a pena brincar um bocadinho com estas estatísticas no GapMinder. Vejam o gráfico que preparei, com o indicador mais comum de desigualdade da distribuição de rendimentos. Vale a pena. É só carregar no play. Vejam como estamos a milhas dos países nórdicos, como estamos a divergir dos países europeus (Espanha aparece como exemplo, mas experimentem activar outros), e como o México se aproxima de nós (com maior rigor, deveria dizer que nós nos aproximamos deles...).
Posted by artur at 21.10.08 9 comments
Banqueiros e investidores juntam-se em marcha de protesto, exigindo plano do governo que os ajude a ultrapassar este momento de crise.
Posted by artur at 20.10.08 0 comments
As horas passadas a tentar simplificar as teorias da Nova Geografia Económica ganharam hoje um novo valor.
Posted by artur at 13.10.08 1 comments
Amanhã é dia de a bolsa subir um bocadinho ou continuamos no escorrega?
Posted by artur at 12.10.08 0 comments
foi quanto caiu o indicador principal da Bolsa de Lisboa no último ano. O mais engraçado é que, alargando o gráfico para um ano, esta crise do sistema financeiro quase nem se distingue da tendência geral do ano.
Na verdade, parece cada vez mais inegável que esta crise ajuda e muito o governo Sócrates, mascarando de efeitos colaterais de uma crise internacional as consequências directas de mais de uma década de governos desastrosos liderados por políticos medíocres.
Posted by artur at 11.10.08 0 comments
Há mais ou menos 15 anos jogava-se um jogo para PC chamado SimCity. Era um jogo de estratégia cujo objectivo era construir, de raiz, uma cidade. A grande restrição ao sucesso no jogo era o dinheiro disponível para investir na cidade.
Um amigo mais atento descobriu que bastava a qualquer momento durante o jogo escrever a palavra FUNDS para o dinheiro disponível aumentar substancialmente. Mas havia um problema. Inevitavelmente, pouco tempo depois da trapaça, um desastre natural abatia-se sobre a cidade, destruindo-a quase por completo.
Solução: escrever funds, receber o dinheiro, gravar o jogo e sair do jogo. Quando se voltava a entrar o jogo mantinha o dinheiro-extra, mas não guardava a memória da batotice, pelo que a catástrofe natural não se abatia sobre a cidade. Era o melhor de dois mundos.
É esta a essência do plano Paulson. Investimentos loucos que permitem a um grupo de pessoas, em particular os gestores de bancos e sociedades de investimentos, ganhar muitos milhões de dólares. Enquanto o mercado sobe essa malta ganha fortunas. Quando a catástrofe inevitável se abate sobre o mercado, penalizando os que arriscaram em demasia, estes usam a sua influência para que o resto da sociedade pague os seus desvarios. O plano Paulson é o "gravar" e "sair" do Capitalismo.
O Plano Paulson não é desenhado para ajudar estes proprietários de casas agora falidos. E bem, porque eles são responsáveis pelos investimentos que fizeram em casas. O Plano Paulson ajudará os banqueiros e os gestores dos bancos, que em poucos meses estarão novamente a receber salários obscenos e prémios de produtividade de milhões.
No fim de tudo, neste Capitalismo de batotice, grandes impérios serão construídos, mas não por sabedoria ou grande conhecimento dos mercados financeiros. Por trapaça e chico-espertice e por exploração do trabalho dos americanos que não fizeram asneira, que não compraram a casa errada, que não enganaram ninguém, que não quiseram enriquecer facilmente, e que, injustamente, pagam 700 mil milhões de dólares de batotice alheia.
Pagará, no fim, a economia americana, que investirá o trabalho de um ano de mais de 33 milhões de americanos (contas feitas para um custo de 10 dls./hora) para comprar um monte de nada.
Pagarão os americanos sérios para que os americanos trapaceiros, que conseguiram mudar as regras a meio do jogo, enriqueçam.
Posted by artur at 5.10.08 0 comments
Voltar a andar. Não consigo descrever a alegria.
Posted by artur at 9.9.08 6 comments
O filme que mostra tudo terá a sua estreia na Gabardina.
Gabardina: o blog que apoia os filmes que mostram tudo!
Posted by tcravidao at 5.9.08 0 comments
Cadernos bonitos, com imagens do desenho animado preferido ou do Cristiano Ronaldo.
Este ano não há. É a crise. Só os cadernos mais baratos do "De Borla". Capas feias e papel fraco.
Na primeira página, os pais conscenciosos, para darem o exemplo aos filhos, deveriam escrever, em letra bem feita e sem erros ortográficos:
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
Posted by artur at 1.9.08 0 comments
Posted by Catarse at 30.8.08 0 comments
Jaguar E-type
The age of the understatement
Tu
O primeiro golo na primeira cerveja
10 minutos de ronha & longos dias na praia
Tom Sharpe & Douglas Adams
The big chill, Top Secret & The life of Brian
"Ambas as duas", "Espétaclar" & "Bestial"
As papoilas saltitantes
O Belmiro na Amadora (Sound&Image)
The Pillow Man
The falling water
Apple
Deste Género
A Camponesa
Rir (mesmo que inacreditavelmente inapropriado)
Posted by Catarse at 29.8.08 0 comments
Se belo é comer pistácios frente a uma madrassa em Samarcanda, então sublime só pode ser conhecer Tânger em 45 minutos, digo 30, vá 20 esticadinhos.
Posted by tcravidao at 28.8.08 0 comments
Belo é odiar tarefas burocráticas, sublime é executá-las na perfeição.
Posted by tcravidao at 28.8.08 0 comments
Quero acreditar que há uma relação inversamente proporcional entre o belo e o sublime.
Posted by tcravidao at 25.8.08 0 comments
Sem cair nos abusos de rebarbamento masculino, é possível apreciar condignamente a beleza feminina como ela merece. Mais ainda quando o torcicolo ou a ginástica para a boa práctica da observação é justa e merecida. Se há bons motivos para perder o controlo do automóvel, para deixar as compras esparramadas pelo chão ou esbarrar de tromba num poste é a passagem de uma digna representante do género feminino. Dá gosto ver uma miúda, rapariga ou mulher que sabe potenciar as suas qualidades sem se exibir, conseguindo o efeito pretendido de deixar os miúdos, rapazes e homens (não necessáriamente por esta mesma ordem) a babar com ar perdido. O olhar (de pescoço torcido em angulos anatomicamente pouco recomendáveis) é o mínimo louvor que se pode ensaiar, dispensando-se o ar ordinário de quem fazia e acontecia (e tantas vezes depois se ficam pelas intenções), mas orlando a cara com um sorriso (um pouco aparvalhado por vezes, admita-se) e/ou proferindo umas quantas palavras elogiosas criteriosamente escolhidas (principalmente no timming) pode contribuir-se para uma bem merecida massagem ao ego de alguém. O esforço (que não é pouco, dadas as limitações e dores que provocam os saltos altos e as armações metálicas dos soutiens, as horas e dinheiro gastos em maquilhagem, cabeleireiro e roupa, as dietas loucas e a tortura do ginásio e da depilação) para se ser apreciada tem de ser apreciado! Por mim falo, que vivi uma adolescência em que as raparigas pouco diferiam em vestuário dos rapazes e quase nada exibiam a sua feminilidade (sem culpas próprias que anos volvidos sobre a estúpida moda da altura algumas estão aí para as curvas - e que belíssima escolha de palavras). Não escondo do que gosto e gosto de saias. Gosto de vestidos. Gosto de decotes. Gosto de formas reveladas ou intuídas. Tudo com gosto e critério de quem sabe que não há perfeição completa (salvo aquela para quem os meus olhos não se cansam de olhar mas admito, nesse particular, falta de isenção) e potencia pontos fortes, escondendo as fraquezas.
Para mim, longe dos ideiais de beleza clássica ou da lascividade do quase nu, gosto de um look casualmente descontraído, até alternativo, mas com algum requinte de quem sabe tratar de si e tem confiança nas suas qualidades. Quando salpicado por um sorriso de derreter pedra, um porte elegante, uma pele morena, cabelos revoltos e pelo cheiro certo (tão importante!), está encontrada a fórmula mágica! Eu, pelo menos, já verifiquei várias vezes e o resultado é sempre o mesmo: noves fora, tu!
Posted by Catarse at 24.8.08 0 comments
Os engates de Verão são, como a estação, tórridos, intensos, despreocupados e efémeros. Acontecem quando menos se espera (ainda que se possam procurar com afã) e acabam atropelados pelo seguinte ou pelo fim das férias. São, muitas vezes, movidos pela inconsequência do que dali virá e alimentados à noite, com calor, copos, danças e pouca roupa. As técnicas são variadas como variada é a oferta de ambos os sexos. Mais discretos, mais exuberantes, mais agressivos, mais sorrateiros, mais bem sucedidos ou tampas do pior, o segredo do sucesso está na comunhão das intenções, gostos, ritmos e apetites. Há quem se desinteresse por jogadas lentas, sem tempo a perder para partir para a próxima, e há quem goste de uma boa corte, elaborada e persistente. Com gestos, palavras, imagem ou movimentos, com a ajuda de um winger (leia-se amigo/a) ou solo, kamikaze ou estratega, informações privilegiadas ou no escuro, gosto de apreciar o desenrolar destas cenas como se de um documentário se tratasse. Então tendo com quem comentar é um pitéu. Chamem-lhe voyeurismo ou bisbilhotanço mas a novela da vida real acontece à nossa volta e o enredo é suculento, cheio de bons personagens, uns mais comuns, outros únicos, onde nos podemos reconhecer ou especular sobre o que faríamos nos seus lugares. Com o extra de poder ouvir os diálogos ou em mute, divirte-me imenso palpitar sobre o que se passa num restaurante, numa discoteca, numa praia, numa esplanada, no local de trabalho. Quem diz engates e amantes, diz teorias da conspiração à escala planetária e tramas dignas de Le Carré. Muitos destes filmes terão apenas uma pálida conexão com a realidade dos factos, sendo que tantas vezes se desmoronaram num instante de revelação e mais ainda ficaram por confirmar o que verdadeiramente seriam, mas valem pelos momentos de puro deleite com pérolas incríveis, pela intuição/imaginação com que se apuram os pedaços soltos e pela perspicácia com que se apanham detalhes relevantes. Depois cabe a cada realizador improvisado editar o épico a gosto. A diversão está garantida!
Posted by Catarse at 23.8.08 1 comments
Ainda que alguns episódios tenham sido algo caricatos, fazendo acreditar que enquanto uns foram para as ditas Olimpíadas e outros apenas para as OlimPiadas, é sempre de saudar uma das melhores prestações de Portugal neste tipo de eventos.
Glória aos vencedores e honra aos vencidos seria a postura ideal para as prestações de atletas que se querem imbuídos de vontade de competir e vencer. As metas de um país como o nosso, que ainda mal consegue prover-se internamente de estruturas para a práctica de várias modalidades e que conta com uma pequeníssima base de recrutamento, não podem ser elevadas ao nível que os discursos dos dirigentes as levantaram dando como certas medalhas ainda no cu da galinha (ainda que seja a favor da inclusão de notas de ambição e confiança) sob pena da desilusão e desmoralização de quem tem reais chances de conseguir algo. E nem só do Ouro do Nélson Évora se vive, como prova a digníssima Prata da Vanessa Fernandes ou o quase Bronze do Gustavo Lima. Há máximos pessoais e recordes nacionais para bater, experiência para acumular e ensinamentos a tirar para futuras participações, isto tendo em consideração que os apoios estatais são limitados e não dão para todos, tendo de existir um crivo e uma bitola para cada um, consoante as suas reais capacidades e potencial desportivo.
Para corrigir fica a falta de apoio psicológico aos atletas para os preparar para a ansiedade de performance que fez alguns baquearem (como a Naide Gomes) e a falta de preparação para a exposição mediática que levou às sobejamente conhecidas declarações sobre os hábitos matinais de alguns atletas. Isto para não falar na azia e falta de fair play reveladas com as queixas contra a arbitragem, mais habituais no nosso futebol mesquinho do que na elite do desporto, onde se querem ver exemplos e modelos de comportamento para todos. O trabalho de sapa para a próxima edição passa, na minha opinião, por aqui e também pelo maior incentivo em termos de parques desportivos capazes de aliciar jovens para a pratica das modalidades olímpicas. Este não é um investimento fútil pois o desporto cumpre não só objectivos de manutenção da saúde, como controlo da obesidade e stress ou combate à droga e ao tabagismo, de que todos podemos tirar dividendos, mas também sociais como via de afirmação e sucesso para todos aqueles que adoram o prazer da competição e da pratica desportiva.
De manhã é que não, porque não sou muito dado a esse tipo de eventos e os adversários são muito fortes.
Posted by Catarse at 22.8.08 0 comments
Um amigo disse-me um dia que era no extremo da competição que se revelava o verdadeiro feitio de cada um. Eu concordo mas acrescento outro valoroso campo para a observação sociológica: a praia.
Despidos dos pruridos das vestes ocidentais (agora convertidos à moda indo-árabe-asiática das túnicas, sarongues, pidangues e calças não sei quê), revela-se mais do que o que está à vista e se à vista desarmada há coisas que nem à bala lá iam, estendendo a experiência a toda a capacidade de percepção sensorial captam-se subtis nuances que vão bem para além da camada celulítico-adiposa, do couro bronzeado e estafado, das curvas reveladas pelo bikini cavadão (nobre e sentida homenagem a essa banda rock de São Paulo), das tatuagens e piercings que ritualmente se pavoneiam pela areia (ainda não tenho mas não estão arredadas de todo das cogitações), das mamas espetadas e dos rabos caídos, dos surfistas de domingo, das tias enxutas, dos meninos engatatões, das pin-ups siliconizadas, dos namorados e namoradas enlevados de paixão (não necessariamente emparelhados nesta mesma ordem mas empenhadamente empilhados na ilusória solidão de quem não tem olhos para mais nada do que o seu mais que tudo), dos prosaicos, vetustos mas indispensáveis vendedores da bola de berlim provida ou não do proverbial creme, dos baywatchianos mikes que atentamente vigiam a costa de pijama amarelo e vermelho rodeados de babes loiras, dos cães que, analfabetos, 'tadinhos, não sabem que transgridem ao passear-se no areal, dos piqueniques familiares gloriosos (já pouco vistos no seu real esplendor das feijoadas cozinhas no camping gás ou mais afoitamente na fogueira nas dunas), da geleira azul recheada de calorias, do guarda sol da Sagres, da toalha das enfermeiras em lingerie, do jornal desportivo que se desfolha ao vento, do "cantante" a pilhas que abafa o detestável som do mar que enrola na areia, das raquetes cada vez mais pujantes nas suas trocas de bolas empunhadas por Nadais e Kornikovas, ou mais comummente por McEnroes e Navratilovas, da bola que brinca na arena de areia dos brinca na mesma, das construções e castelos de areia erguidos por futuros engenheiros e destruídos por sádicos pedreiros, do volley que teima em não ganhar nada mas pulula, salta e avança como o sonho de uma criança, do poupadinho protector solar (de que gosto tanto do cheiro) usado com parcimónia como se de um raro perfume se tratasse...
Ahhh... a praia! O que vale é que isto é só saudade do fim de semana a falar e Sábado lá estarei a engrossar as filas de trânsito de capota aberta para ir poupando tempo de exposição solar enquanto inalo a minha dose de escape!
Posted by Catarse at 21.8.08 0 comments