segunda-feira, outubro 22, 2007
quinta-feira, outubro 18, 2007
Bocejo
Uuuuuuuaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...
Peço imensa desculpa mas era isto ou espreguiçar-me aqui em frente a esta malta toda.
Continuemos serenamente rumo ao fim do dia...
Posted by Catarse at 18.10.07 0 comments
quarta-feira, outubro 17, 2007
Levanta-te
e vai trabalhar, ó mandrião!!!
(este post manifestamente fascista e que me garante entrada directa lá onde até as chamas têm calor, serve apenas para celebrar o regresso da internet de banda larga à minha vida!)
Posted by artur at 17.10.07 1 comments
segunda-feira, outubro 15, 2007
Ena Pá! 2000... anos no inferno!
És cruel
Mataste a tua filha com um cordel
Transformaste a tua casa num bordel
És cruel
És tarado
Drogaste os teus filhos, que pecado
Praticas swing à bruta e és casado
És tarado
És um porco imundo
Quando queres vais até ao fundo
Não sei onde vais parar
És ignóbil
Levaste o cadáver no automóbil
E cremaste a criancinha em Chernobil
És ignóbil
És vaidoso
Andaste a foder a vizinhança
E davas droga a uma criança
És vaidoso
És um porco imundo
Quando queres vais até ao fundo
Não sei onde vais parar
És obtuso
Bebes vinho em vez de agua do Luso
Agora tás mais enroscado c’um parafuso
És tarado
És obsceno
Encheste as veias de Maddie com veneno
Encharcas-te com vinho do Reno
És cruel
És um porco imundo
Quando queres vais até ao fundo
Eu sei onde vais parar
És um porco imundo
Quando queres vais até ao fundo
Eu sei onde vais parar
Eu sei onde vais parar
Posted by Catarse at 15.10.07 0 comments
Piadola sádica e gratuita
10 miúdos vão jogar às escondidas. Quem ganha?
A Maddie...
(via email)
Posted by Catarse at 15.10.07 2 comments
Máquina do tempo
Adiante-se que poucas coisas têm o nível de um fraque de pé descalço. Muito poucas mesmo. Uma coisa séria! Uma coisa digna! Uma coisa para a qual é necessária uma coragem que não está ao alcance de todos. Eu diria que era uma bota difícil de descalçar mas a imagem contradiz-me...
E para terminar em beleza, no dia seguinte ao almoço, numa tasca escondida apenas encontrada a conselho de quem sabe, um cabrito grelhado absolutamente delicioso!
Posted by Catarse at 15.10.07 0 comments
sexta-feira, outubro 12, 2007
A verdade, toda a verdade e nada mais que a verdade?!?
A verdade, expoente máximo da relatividade, tem-me surgido ultimamente sob as suas mais variadas formas, em vários momentos e situações. Há a verdade dos factos, matemática, fria, implacável e que, mesmo assim, por vezes, teima em ser deformada para se conformar aos superiores desígnios de quem a tenta controlar. Neste aspecto em particular, trabalhar na indústria tem servido para me elucidar sobre este assunto - uma assinatura e uma data são suficientes na maioria dos casos, ainda que, por vezes, seja necessário algo um pouco mais elaborado. Seja. Podemos sempre vender para mercados menos exigentes ou incluir um disclaimer no folheto informativo: Reacções adversas - O que não mata, engorda. Adiante. Melhor que o 2+2=5 com que me confronto profissionalmente, ficam as verdades temporárias. Pena é que nem sempre se lembrem de colocar o aviso: Esta verdade autodestruir-se-á dentro de 30 minutos. Por favor abstenha-se de agir em conformidade com versões desactualizadas a seguir a esse período de tempo. Outro tipo ainda refere-se às verdades que, na verdade, não precisamos de saber - a chamada need to know basis. Isto pode ser 1) muito enervante quando nos apercebemos que estamos a ser levados por tolos; 2) muito conveniente quando o melhor mesmo é nunca saber para não termos de agir em função desse conhecimento; 3) absolutamente indiferente e só ocupa espaço. A questão está toda em quem decide essa need to know e, muito importante, qual o grau de confiança que depositamos nessa pessoa e os riscos que estamos dispostos a correr baseados nessa confiança. Há também a verdade como nós a vemos, nem sempre consentânea com aquela vista por outros ou com a realidade, e, dessa disparidade, nasce a necessidade de termos amigos fiéis para nos ajudarem, para nos abrirem os olhos, para dizerem aquelas verdades inconvenientes, para serem as lentes que nos corrigem a visão deformada, para nos trazerem os pés de volta à terra ou para nos darem aquele empurrão que nos tira os pés do chão. Muito más são as verdades cruéis, a verdade de arremesso, aquelas que nos atiram à cara da pior forma possível, sabendo que sabíamos ou não, pelo gosto de apreciar o impacto no muro de cimento da realidade não amortecida. Também não é bom andarmos a alimentar verdades que não o são, como aquela do pior cego, o que não quer ver, ou só vermos um lado dessa verdade, como se tivéssemos palas nos olhos que nos obrigassem a uma perspectiva cubista das coisas ou polarizadores que nos obriguem a uma realidade a preto e branco, sem tons de cinzento intermédios. Ainda assim melhorzinhas, ficam as verdades libertadoras, que nos tiram um peso de cima quando reveladas ou confirmadas. Gosto também do equilíbrio de verdades, entre uma visão ligeira e simplificada do mundo, de uma verdade assim um pouco naif e despreocupada, do género "uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa", e uma visão absolutamente paranóica e delirante (versão da verdade também disponível a seguir à administração de LSD) em que não uma coisa pode não ser só uma coisa, como pode até ser uma coisa pequena e peluda com muitas patas, dentes e garras. Já dizia o Mulder, the truth is out there, e, procurando bem, acho que conseguimos encontrar uma verdade para cada um de nós. A que melhor nos convenha. A que nos faça mais felizes. A que melhor se encaixe naquilo que procuramos.
Como dizia outro dia em conversa, ainda que nem tudo o que digo deva ser entendido como a verdade convencionalmente aceite, até porque é sempre bom deixar uma margem para mal entendidos, innuendos, segundos e terceiros sentidos, trocadilhos e confusões, no que realmente importa, na minha ordem de valores, claro, já que não posso usar outra, sou absolutamente sincero - I always tell the truth, even when I lie. Recuso-me, de momento, a revelar a tal escala a conselho do meu advogado e porque a CMVM - Comissão de Mercado de Valores (A/I)Morais - suspendeu recentemente a sua cotação na bolsa por suspeitas de especulação.
A verdade é perigosa, a verdade liberta, a verdade magoa, a verdade desperta. E, ah, é verdade, se vão mesmo ter de aldrabar, não sejam apanhados... parece verdadeiramente mal.
Posted by Catarse at 12.10.07 1 comments
quarta-feira, outubro 10, 2007
Sampi VI - A batalha (parte I)
Sampi, confortável com a vida que há já algum tempo levava errando por todo o espaço-tempo desta esfera terrestra à qual chamamos Terra e à qual ele chamava, carinhosamente diga-se, ermo perdido no canto errado da galáxia, mas do qual, no fundo, no fundo, bem lá no fundo do poço negro e recôndito a que ele chamava alma, lá debaixo daquela camadinha de lodo apodrecido e fétido que revestia um recanto esquecido do seu âmago extraterrestre, até tinha acabado por gostar bastante, estava a passar por um período de acalmia generalizada em todos os aspectos da sua até agora bem turbulenta, ainda que divertida e educativa, travessia desta parte do universo. Quem diz acalmia generalizada diz entropia apenas ligeiramente abaixo do encontrado num tornado grau 5. E isso era estranho. Muito estranho. Não tão estranho quanto os chinelos de quarto de Sampi, feitos a partir de dois exemplares de uma espécie de texugo trombudo venenoso já extinta, mumificados em âmbar e enfeitiçados para andarem sozinhos e atenderem pelo nome (trobix e trombão, esquerdo e direito, respectivamente), mas mesmo assim atingindo um grau razoável de esquisitice na escala de Pikuynwickz-Schyzovrenius. Sampi sentia-se irrequieto, incomodado, nervoso, agitado mas isso nem era o pior e deve ter sido o sushi de baleia de ontem que não estava bem morto. Sentia comichão, formigueiro, calor, vermelhidão e apareceram-lhe umas borbulhinhas suspeitas mas isso devia ser uma doença venérea desconhecida apanhada no seu último safari. Levantou-se. Sentou-se. Mexeu-se. Remexeu-se. Coçou-se. Foi-se deitar. No dia seguinte estava na mesma com uma diferença subtil. Deitou-se na cama na sua mansão e, ao acordar, estendeu a mão para a mesa de cabeceira e encontrou apenas uma pilha de escombros. Tentou o outro lado com o mesmo resultado. Abriu os olhos. Escombros. Tacteou a cama. Escombros. Casa de banho. Corredor. Sala. Escombros. Escombros. Escombros. Isto começava a ficar monótono. Pensativo, perambulou ao acaso e pontapeou distraído o resto do plasma enquanto ponderava as hipóteses que poderiam explicar o sucedido: Copos? Nahh, só tinha bebido as três garrafitas de vinho da praxe ao jantar e a habitual garrafa de scotch antes de dormir. Drogas? Nope, o haxixe já não faz este efeito e a cocaína não bate assim. Azia? Nem por isso; o Benfica ganhou. Mau feitio? Até podia ter sido mas, como sempre, tinha tido o cuidado de arrasar uma montanha depois do ginásio e sentia-se relaxado. Isto era coisa de outra pessoa, e mais, este estilo era-lhe familiar... será que... humm... mas.... bolas... nem pensar... no entanto... deixa ver... AAAAAAHHHHHHHHHHHH! Estropício!! Estupor!! Alarve!! Estava mesmo a ver isto! Tinha de ser ELE!!! Vai pagá-las!!!
(to be continued)
Posted by Catarse at 10.10.07 2 comments
segunda-feira, outubro 08, 2007
E, felizmente, há dias assim...
Sem sangria no parque, sem alimentar animais no zoo e sem filmes mas, mesmo assim, perfeito! Um dia tão cheio que passou a correr. Com castelos perto da praia. Com conversa, brincadeira e riso. Com gelado, gatos, bebidas esquisitas e poemas parvos sobre grades e trepadeiras. Com cães atrevidos e parapentes trôpegos. Com tacos de basebol e frases estranhas que fazem virar cabeças a sorrir... Quero mais!
E, num registo diferente, em companhia diferente, mas também agradavelmente preenchido, há dias de passeio pela história, por locais intocados onde o tempo não passa, onde mistérios parecem surgir das brumas do passado, onde estórias de cultos e ritos secretos ganham vida para assombrar os tempos modernos, onde túneis, poços e passagens secretas alimentam a imaginação e a paisagem nos eleva para longe da realidade demasiado fria e crua dos nossos dias.
Em jeito de guia turístico, no bom e velho estilo do vá para fora cá dentro, a solo ou com a companhia que bem entenderem, aconselho vivamente Óbidos e Sintra. Há ginjinha e travesseiros. Há castelos e palácios. Há praia e campo. Há estórias e História!
Posted by Catarse at 8.10.07 25 comments
quinta-feira, outubro 04, 2007
Uma história de amor
que começou ao meu lado. Leiam tudo aqui.
Posted by artur at 4.10.07 3 comments
Contos curtos sobre nada: Conversa parva
- Porque assim não tinha piada nenhuma.
- Ah!,..., e porque é que não tinha piada se era o que queria?
- Porque sem esforço não dá gozo nenhum.
- E quando não consegues o que queres?
- Ficas triste nessa altura mas mais contente quando conseguires a próxima.
- Forma o carácter, é isso?
- Sim, qualquer coisa como isso.
- Hum... E se eu afinal só quiser uma coisa?
- Uma coisa?
- Sim, só uma! Uma, mais que tudo o resto!
- Ei! Assim não vale. É batota!
- Gosto tanto! Sabes?
- Sei...
Posted by Catarse at 4.10.07 0 comments
O meu Benfica...
Posted by Catarse at 4.10.07 0 comments
terça-feira, outubro 02, 2007
Historietas da vida real
Posted by Catarse at 2.10.07 2 comments
segunda-feira, outubro 01, 2007
10
Faz dez anos esta noite eu não consegui dormir. Olhos abertos de medo e emoção e de muita vontade de ir. Faz dez anos esta noite que começou um ano como nunca tinha tido, como nunca mais tive e como nunca mais terei.
Posted by artur at 1.10.07 6 comments
A vida é um jogo...
Posted by Catarse at 1.10.07 3 comments
sexta-feira, setembro 28, 2007
Loucura? Pois... não sei... se calhar via mais nitidamente do que muitos ditos saudáveis...
- Acho que são os dois muito bonitos! Muito bonitos! Por dentro e por fora! Ficam muito bonitos os dois. Acho mesmo.
- Ehh... obrigado...
- E queria dizer só mais uma coisa, não me levem a mal estas coisas que digo. Dêem muitos beijinhos os dois e aproveitem bem a vida que é tão curta!
- Ehh... pois... tem toda a razão...
- Adeusinho e felicidades. Não pensem que eu sou maluca ou assim... Desculpem o incómodo.
- De maneira nenhuma! Não incomodou nada... obrigado... igualmente.
Posted by Catarse at 28.9.07 1 comments
Por que há coisas que merecem...
Wich of the RWC ´minnows´ impressed you most? No site http://www.planetrugby.com/ está a decorrer uma votação para determinar qual a equipa que te impressionou mais no mundial. Só pelo facto de serem amadores, merecem o nosso voto. Só pelo facto de cantarem a Portuguesa, como se não houvesse dia amanhã, merecem o nosso voto! Os Lobos são portugueses. Estão à espera de quê para votar em Portugal? (reprodução de e-mail)
Apesar de todos os casos com que somos bombardeados no dia-a-dia (Casa Pia, UNI, Apito Dourado, facturas falsas, Felgueiras, etc) somos também aquilo que os Lobos representam, aqueles que tão bem mostraram que há valores e uma força escondida que, por vezes, aparece e nos dá alento para continuar, que nos faz sentir orgulho em sermos o que somos. Porque nem tudo o que é Português está relacionado com vergonhas, mentiras, mesquinhices, corrupção e fracassos. Mesmo que seja só um desporto. Mesmo que nem sequer tenham ganho nada a não ser o respeito e a consideração de todos os que (ainda) têm fé e esperança em dias melhores, de todos os que têm uma escala de valores não pervertida pelo poder ou pelo dinheiro, por todos os que têm espírito ganhador e são capazes de dar o máximo contra tudo e contra todos!
Posted by Catarse at 28.9.07 0 comments
quinta-feira, setembro 27, 2007
automated for the people...
Posted by Catarse at 27.9.07 4 comments
quarta-feira, setembro 26, 2007
Ridiculo ou assustador?
Posted by Catarse at 26.9.07 2 comments
terça-feira, setembro 25, 2007
O filme da série 27 feito e estreado para leitores da Gabardina foi visto por mais de 4 000 pessoas e destacado na página do Sapo. Ser leitor da Gabardina tem assim um certo risco: estar sempre um pouquinho à frente.
Posted by tcravidao at 25.9.07 3 comments
segunda-feira, setembro 24, 2007
Razão vs Emoção
Posted by Catarse at 24.9.07 4 comments
sábado, setembro 22, 2007
Duo Ele e Ela
Um dos melhores momentos de sempre na televisão portuguesa. Vale a pena cada minuto!
Uma vez tava desorientado, afinquei na testa de uma mulher, fiz-lhe um galo. Tava.. tah!!! Ela fez-me avariar. Eu não tinha coragem de bater com as mãos, ela tava a dormir... Tau!!! Ficou um galo... aí... um ganda galo! Isto era muita rijo, pá!
Ah ganda Crispim! A primeira ainda acertava sempre!
Posted by artur at 22.9.07 0 comments
quarta-feira, setembro 19, 2007
Objectivos
Todos temos, assumidos ou inconscientes, objectivos na vida. Uns mais fáceis de atingir, outros apenas sonhos impossíveis que mantemos pelo estímulo de imaginar uma realidade diferente daquela que nos traz o dia-a-dia. Entre os mais comuns, eleitos no top 5 de quase todos, ficam, não necessariamente por esta mesma ordem, casa própria, carro próprio, emprego estável, relação/núcleo familiar estável, saúde. Haverá também quem, mais pragmaticamente, resuma isto em 3 pontos: dinheiro, sorte e felicidade, o que, para mim, me parece uma abordagem saudável, desde que se mantenha tudo isto nas devidas proporções, já que ambicionar mais do que se pode ter leva rapidamente à insatisfação e assim nem se aproveita o que se tem. Há também sempre presente na maioria dos espíritos uma preocupação imensa e constante com bens materiais, consumo e dinheiro (mais concretamente com a falta dele) que acho absolutamente enervante e castradora... se virmos bem, há sempre quem tenha mais e melhor, mas também quem tenha menos e pior. É algo a que não podemos escapar. Podemos tentar lutar por mais, ambicionar o melhor, mas nem sempre isso será recompensado na devida proporção, o que não deve diminuir-nos a perspectiva de uma vida mais ou menos feliz. Por vezes, como tantas outras pessoas, não consigo escapar à vertigem de ambicionar o que não tenho ou não posso ter, o que vejo nos outros, o que me passa fora do alcance, o luxo e o fausto de estilos de vida que não posso ter e, em dias piores, olho para os items que tenho da lista dos objectivos e dou por mim insatisfeito com todos... e nem é por me relembrar que há quem tenha menos que a ideia se torna mais tolerável... Nesses dias é preciso um bom copo cheio de perspectiva fresquinha ou uma chapada de realidade na tromba para acordar para a vida em vez de ficar a mixordar (não sei se existe mas gosto muito da palavra) no que está fora do alcance. É por poder apreciar o que tenho, por viver o que posso, por ver que há um pássaro na mão em vez de olhar para os que passam a voar lá em cima... porque para esses... deixa-os pousar!! Para já a minha próxima meta é ir almoçar para saciar esta fome insana que me está a corroer por dentro... gosto de objectivos realistas.
Posted by Catarse at 19.9.07 5 comments
terça-feira, setembro 18, 2007
Quem não gostava de ter um jogador assim?
Carta dos tiffosi milanistas a Rui Costa
«Sempre dissera: ‘Gostava de acabar a carreira no Benfica’. Rui Costa nunca escondeu de ninguém a vontade de pendurar as botas em casa. Em 2001, o fora-de-série aceitou vestir a camisola do AC Milan. Depois de sete anos na Fiorentina, Rui jogou cinco épocas como rossonero, vencendo uma Champions League, um Scudetto, uma Supertaça europeia, uma Supertaça italiana e uma Taça de Itália. Mas, sobretudo, o português deixou uma herança feita de paixão, emoções, assistências (mais de 50), números e classe. Os tiffosi do AC Milan seguiram-no e quiseram-no. E amaram-no do princípio ao fim. No entanto, Rui Costa não teve oportunidade de se despedir. Mas o mundo milanista está pronto a revê-lo e abraçá-lo. Terá outra camisola, o nosso Rui, mas as coisas, mesmo assim, não deixarão de estar muito nítidas. San Siro aguarda com ansiedade a hora de o ver novamente no relvado onde deu tudo durante cinco anos. A abraçar os seus antigos companheiros e amigos. Criado o mais escaldante ambiente rossonero, teremos toda a vontade de lhe dizer, mesmo que vestindo a pele do adversário: ‘Obrigado por tudo, Rui’.»
Posted by Catarse at 18.9.07 0 comments
segunda-feira, setembro 17, 2007
Ik ben een... Amsterdamer!


Amsterdão Estou fã! Uma aldeia do tamanho de uma cidade! Uma cidade com look de aldeia!
Os canais e os barcos, as bicicletas (conduzidas por psicopatas com tendências homicidas e de dedo colado à campaínha enquanto ziguezagueiam pela multidão de pedestres como se não houvesse amanhã), a conversa fácil, as fachadas cheias de janelas enormes e abertas para a rua, um povo bonito, as cores, os sons e os cheiros, o relax das coffee shops e a ostentação do red light district, os museus, os bares, a mistura internacional de pessoas que para lá convergem...
Esta é daquelas para regressar...
Posted by Catarse at 17.9.07 8 comments
terça-feira, setembro 11, 2007
Amsterdam here I go!!
E cá vou eu... a caminho de terras de Sua Majestade a Rainha Beatrix Wilhelmina Armgard, Princess of the Netherlands, Princess of Orange-Nassau, Princess of Lippe-Biesterfeld (esta malta gosta dos títulos completos) por uns dias... para os devidos efeitos já decorei algumas das mais úteis frases em holandês: Ik begrijp het niet (não compreendo.); Waar is het toilet? (onde fica a casa de banho?); Doe dat maar, alstublieft (quero aquilo, por favor) e een mooie vrouw (uma mulher bonita!)... não necessariamente a utilizar por esta mesma ordem... volto em breve ou melhor: Spoedig achter ben!
Posted by Catarse at 11.9.07 0 comments
segunda-feira, setembro 10, 2007
Chick habit - April March (death proof OST)
Estou completamente viciado nesta música...
Posted by Catarse at 10.9.07 3 comments
Decisões decisões....
E, em algumas alturas, até pesámos tudo antes de conhecer tudo o que está nos pratos... depois, de repente, há um novo ingrediente, um extra mais denso que altera tudo. Ou então vem aquele medo de falhar na avaliação... Ou de nos vincularmos a uma escolha e perdermos todas as outras hipóteses. E, quando o cérebro já calculou tudo, surgem os imponderáveis, aquelas coisas com que não podemos contar, que não podemos conhecer mas que teimamos em pôr na equação.
Em tudo há um risco e só o medo nos mete estas coisas na cabeça, turvando uma decisão que parecia clara... E tão mais clara podia ser se ao menos algo pesasse mais ou outro algo pesasse menos... Decisões, decisões... não dá para evitá-las e esperar que alguém as tome por nós, confortavelmente sentado no sofá a jogar consola... É limpar a cabeça, pensar um pouco e decidir o melhor que conseguirmos, com a ajuda dos conselhos dos amigos e com um cheirinho de instinto a ajudar... O resto... o resto fica a cargo do tempo... sem remorsos, sem arrependimentos...
Posted by Catarse at 10.9.07 3 comments
Consultório Sentimental do Prof. Catarse: O regresso
Desgosto de amor?
Amor não correspondido?
Paixão assolapada?
Caso no escritório?
Vontade de cometer um crime passional?
Escapadela com a vizinha/o?
Taras e manias que nem às paredes confessas?
Facadas no matrimónio?
Fartinha/o do conjuge?
Timidez ou falta de coragem para assumir?
Paixão que arde mais que os incêndios no verão, que consome mais que o meu carro às 6000 rpm, que queima mais que uma incineradora de uma cimenteira com resíduos perigosos?
Tudo isso e casos ainda mais estranhos (como felicidade conjugal, fidelidade, relações estáveis e duradouras) aqui no consultório online... O Prof., qual Liedson, resolve! Catarse garantida ou o seu dinheiro de volta. Consultas grátis. Sigilo garantido - garanto que todos os que não sabem ler português (e os que só sabem braille) e/ou que não conhecem o blog nunca saberão... a não ser que alguém lhes diga ou venda a informação... coisa que eu era incapaz de fazer... agora aquele Sampi ou as outras personalidades mais coscuvilheiras é que já não sei. Aceitamos inscrições anónimas desde que assinem a declaração de confidencialidade do blog, que, adianto, não temos e mesmo que tivéssemos não cumpríamos. Não deixe de passar pela loja onde poderá encontrar mezinhas, poções, filtros para todos os seus problemas; se não tivermos inventamos na hora baratinho!
E para quem acha que não tem problemas, é só escrever a pedir. Eu arranjo-os.
I'm listening... the doctor is in... é escrever, é escrever... O prof. responde a tudo!
Posted by Catarse at 10.9.07 2 comments
VOGLIO UNA VITA COME STEVE MCQUEEN
Passam dez anos desde que nos víamos todos os dias e há dois não nos encontrávamos. Fizemos 1.800 quilómetros para te ver casar e cada metro de braseiro andaluz sem ar condicionado valeu a pena. O resumo do fim-de-semana faz-se com duas músicas das muitas dezenas que ouvi nos últimos quatro dias.
Ainda ouvimos a mesma canção.
Jarabe de Palo - El lado oscuro
E POI CI TROVEREMO COME LE STAR
A BERE DEL WHISKY AL ROXY BAR
O FORSE NON C'INCONTREREMO MAI
OGNUNO A RINCORRERE I SUOI GUAI
OGNUNO COL SUO VIAGGIO
OGNUNO DIVERSO
OGNUNO IN FONDO PERSO
DENTRO I CAZZI SUOI
Vasco Rossi - Vita Spericolata
Posted by artur at 10.9.07 0 comments
domingo, setembro 09, 2007
Grémio Lisbonense
http://www.petitiononline.com/GREMIO/petition.html
Contra o despejo do Grémio Lisbonense, se ainda forem a tempo...
Posted by Catarse at 9.9.07 0 comments
Crónicas da bola sobre a esmeraldina relva
Posted by Catarse at 9.9.07 0 comments
sexta-feira, setembro 07, 2007
Machistas - Porque ainda os há!, se calhar escondidos atrás de uma touca enquanto põem creme hidratante e se depilam mas...
A Associação Nacional Dos Amadores Machistas Saudosos, Esclavagistas, Chauvinistas, Assolapados, Acostumados No Testado, Estudado, Saudoso, Quimerico Estado Levemente Sadico, Mas Ainda Usual (ANDA MAS É CÁ ANTES QUE LEVES, MAU), que se dedica à manutenção dos costumes dos homens de outrora, em que voto, condução, carreira e mulher só cabiam na mesma frase do seguinte modo:
Faço votos para que te estejas a conduzir para o quarto ou para a cozinha senão meto-te já na carreira para o Burundi, mulher.
Vem deste modo comunicar que estudos recentes publicados em revistas internacionais de grande prestígio, como a Playboy, provam finalmente a correlação directa entre o uso de silicone, lingerie e fardas de enfermeira, criada francesa, etc e o aumento da inteligência nas mulheres. Algumas das cobaias, perdão, coelhas, perdão, testadas chegaram mesmo a conseguir construir um discurso coerente em que respondiam a questões complexas como signo, hobbies, idade e preferências sexuais.
Veja-se o caso da Miss Setembro que conseguiu dizer que era Sagitário, tinha 21 anos, gostava de massagens e de fazer amor em praias desertas enquanto era fotografada vestindo um trapinho semi transparente de renda em poses anatomicamente pouco naturais.
Posted by Catarse at 7.9.07 0 comments
quinta-feira, setembro 06, 2007
contos curtos sobre nada III: Um hobby
Pela calada, sorrateiro, invisível nas sombras, aguardava vigilante. A emoção da caçada, embora não fosse a primeira, continuava a estimulá-lo. Mais do que isso; permitia-lhe suportar todo o resto do dia seguinte. Só de pensar nisso bocejou, antecipando o tédio e a monotonia que iria seguramente experimentar em mais um longo e aborrecido dia de trabalho. As vantagens de estar empregado naquele emprego banal neste momento escapavam-se-lhe da mente. Teve de se esforçar para recuperar a ideia que somente mantendo um exterior de normalidade, ou pelo menos de saudável excentricidade, lhe seria permitido continuar aquilo que verdadeiramente fazia o seu coração continuar a bater. Era esse o segredo. Isso e infelizmente nunca poder assumir perante ninguém as atrocidades que cometia quando estava na pele do seu alter ego. Uma pena, pensou, mas de todo necessário. Apesar de todos os livros e filmes de psicopatas que glorificavam a psicopatia dos mega-vilões geniais do crime e da violência ser hoje, mais do que nunca, graficamente atraente, sabia que não era nenhum actor. Não representava para ninguém, não tinha público nem fans, não ansiava por aplausos ou compreensão, pensou enquanto saltava de trás da árvore onde estava emboscado, rasgando silenciosamente a garganta do transeunte que passeava insuspeito. Encostou o cadáver, que estranhamente parecia sorrir de orelha a orelha, a um caixote do lixo, e, limpando a lâmina da sua faca de cozinha IKEA com um lenço de papel e mudando de música no leitor de mp3 para algo mais alegre, continuou lentamente pela rua fora, imerso em cogitações. Gostava um dia, de poder despejar o que lhe ia no âmago, não pela catarse nem por querer ser detido. Era mais pela conversa. O tema agradava-lhe bastante e era tão difícil encontrar alguém para discutir a parte técnica, a parte artística, os melhores métodos, o que fazer quando as coisas não correm bem, etc... "Olá, boa noite, como está?", comprimentou de passagem um vizinho conhecido que lhe acenou familiarmente de volta. Já em casa abriu o frigorífico, tirou uma embalagem de sumo e anotou mentalmente que precisava de ir ao Pingo Doce. Durante algum tempo alimentou esperanças de encontrar um chat ou um fórum sms sobre o assunto onde participar ou mesmo escrever num blog mas depois desiludiu-se com o que encontrou e dedicou-se às danças de salão.
Posted by Catarse at 6.9.07 2 comments
Ratatouille
Posted by Catarse at 6.9.07 3 comments
terça-feira, setembro 04, 2007
Espectativas, desilusões e surpresas...
E para banda sonora (há para aí malta que já escreveu músicas para tudo o que é situações... tipo a Vonda Sheppard da Allie McBeal que, apesar de ainda não ter encontrado, é bem capaz de já ter escrito uma cançoneta para aqueles dias em que acordamos ensonados, batemos com o dedo mindinho do pé esquerdo na esquina da cama, o esquentador falha e só dá àgua fria, o carro não pega, tudo isto com um refrão enternecedor sobre a prosaicidade da vida do dia-a-dia acompanhado ao piano):
Smiths - Please, Please, Please, Let Me Get What I Want
Good times for a change
See, the luck I've had
Can make a good man
Turn bad
So please please please
Let me, let me, let me
Let me get what I want
This time
Haven't had a dream in a long time
See, the life I've had
Can make a good man bad
Let me get what I want
Lord knows, it would be the first time Lord knows, it would be the first time
Ou então esta, um pouco mais down:
Cure - To Wish Impossible ThingsPosted by Catarse at 4.9.07 4 comments
Escondidas Metafísicas (à falta de melhor nome)
Posted by Catarse at 4.9.07 3 comments
Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa!
Ou, nas sábias palavras do filósofo, "Anyone who denies the law of non-contradiction should be beaten and burned until he admits that to be beaten is not the same as not to be beaten, and to be burned is not the same as not to be burned." [Avicenna]], Medieval Philosopher).
Isto é que é... filosofia medieval! Coisa de duros! Não há lirismos ou debates cinzentos intermináveis. Pancadaria e fogo primeiro, diálogo depois. E isto para não falar na navalha do Occam e no Princípio da explosão...
Posted by Catarse at 4.9.07 1 comments
segunda-feira, setembro 03, 2007
Família Superstar
Muito bom. E agora a versão "em tudo amar e servir".
Posted by artur at 3.9.07 3 comments
Intuição
Avaliar pessoas é, provavelmente, uma das coisas mais complicadas que podemos tentar fazer mas que, no entanto, necessitamos e fazemos todos os dias. A dificuldade reside em vários factores. Porque mostramos quase sempre uma face adaptada ao ambiente em que estamos, o que faz com que, se basearmos a nossa avaliação no que conhecemos de uma situação apenas esta possa ficar incompleta ou mesmo errada. Porque à vista fica, também na maioria das vezes, um lado mais agradável, mais suave, mais polido para facilitar as interacções sociais. Porque há casos em que mostramos propositadamente uma outra face, ilusória, com algum objectivo em vista. Ainda assim, mesmo com tudo isto, é possível ver para além do óbvio e conhecer verdadeiramente alguém e nem acho que seja necessário muito tempo para o fazer (um tipo qualquer escreveu um livro relativamente engraçado sobre estas coisas - Blink). Claro que algumas pessoas são mais complexas que outras mas basta fazê-lo com atenção e na altura certa, nas circunstâncias certas, que o "eu" verdadeiro sai para a luz do dia. A análise pode nem ser consciente, muitas vezes não o é, mas permite descobrir se podemos confiar em alguém, se gostamos ou não de alguém, as suas qualidades e os seus defeitos. É uma espécie de instinto, de conhecimento subconsciente. Mais pormenores aparecem com mais tempo, alguns importantes, outros nem por isso, mas o essencial revela-se rapidamente. Também é verdade que, uma vez conquistado o afecto, a amizade, a confiança, é possível deitar tudo a perder com atitudes irreflectidas. Porque as pessoas cometem erros, e, nesse caso, às vezes é possível perdoar. Porque as pessoas mudam com o tempo, o que é geralmente bom porque evita que estagnem no passado, só que, às vezes, mudam para algo que já não faz sentido. Ou porque a avaliação foi mal feita de início. Ou porque só vemos o que queremos ver. Porque não somos compatíveis com toda a gente. Está tudo no subconsciente, no instinto... esperemos apenas que não seja um instinto fatal; os picadores de gelo são tramados.
Num tema relacionado, este fim de semana revi vários amigos, daqueles de há muito tempo, num casamento. Uns estavam na mesma, outros diferentes mas retendo a essência e outros são agora perfeitos estranhos para mim. Mais gordos, mais magros, mais carecas, mais grisalhos, mais casados, mais pais, mais cinzentos... havia de tudo e deu tempo para contar histórias, actualizar detalhes, comparar estilos de vida, matar saudades, conversar, rir, aparvalhar... Foi bom! Muito bom!
Posted by Catarse at 3.9.07 6 comments
domingo, setembro 02, 2007
Live until I die
I'm gonna live till I die! I'm gonna laugh 'stead of cry,
I'm gonna take the town and turn it upside down,
I'm gonna live, live, live until I die.
They're gonna say "What a guy!" I'm gonna play for the sky.
Ain't gonna miss a thing, I'm gonna have my fling,
I'm gonna live, live, live until I die.
The blues I lay low, I'll make them stay low,
They'll never trail over my head.
I'll be a devil, till I'm an angel, but until then.
Hallelujah, gonna dance, gonna fly, I'll take a chance riding high,
Before my number's up, I'm gonna fill my cup,
I'm gonna live, live, live, until I die!
The blues I lay low
Posted by Catarse at 2.9.07 0 comments
Há um dia em que a arrogância natural da juventude desaparece. Para a geração que hoje tem 50/60 anos e, que actualmente assume os principais cargos do poder institucional em Portugal, esse momento foi a guerra colonial. Andava um tipo descansado da vida, a passarinhar entre o liceu, as escolas comerciais, e o salto para França, quando um dia, era obrigado a bater com os costados num país longínquo, em nome de uma pátria que tresandava a derrota. Era então que a morte, o estropiamento ou a loucura, por carta, ou na pele, reenquadravam as perspectivas e, criaram o desejo de mudar. Houve uma revolução. Hoje, a arrogância da juventude perde-se mais tarde. Tira-se um curso superior e, é ao desemprego que cabe a doce tarefa do reenquadramento. Tens 25 anos, um estilo do caraças e não podes desejar nada. Não tens futuro. Não tens trabalho seguro. Tens de passar por estágios gratuitos. A guerra colonial da geração que hoje tem 25 / 30 anos é o desemprego, o trabalho gratuito, não qualificado, e não pago. Falta a revolução.
Posted by tcravidao at 2.9.07 0 comments
sexta-feira, agosto 31, 2007
American Pie
Só Don Mclean saberá o que queria dizer com esta letra , mas teorias não faltam, como se comprova facilmente com uma pesquisa no Google. Aqui fica uma delas, em forma de video.
Posted by artur at 31.8.07 0 comments
quinta-feira, agosto 30, 2007
SLB 2007/2008
Sobre o jogo de ontem há pouco a dizer... Foi sofrido mas houve empenho e vontade de ganhar. Não era o melhor onze mas era o onze possível face às lesões. Houve sorte mas a sorte procura-se e já tem havido azar suficiente. E apareceu ainda mais um livre ensaiado à Camacho que promete causar danos...
Do início e planeamento de época há muito a dizer... As saídas do Simão e do Manuel Fernandes retiraram claramente qualidade à equipa. E se a primeira até foi atempadamente compensada por ser inevitável - Di Maria, a segunda foi um autêntico tiro no pé. De certeza que havia melhores timmings para não arriscar desnecessariamente a qualificação para a Champions e o arranque da época, titubeante como se tem visto. Cheira-me que o Fernando Santos foi premeditadamente sabotado por dentro e, a ser assim, não deveria ter sido assumida a saída no final da época passada para um começo limpo? Nem tudo é mau, adiante-se. Há reforços, há jogadores para todas as posições (faltará talvez um médio semelhante ao Manuel Fernandes - zona do terreno muito exigente do ponto de vista físico - e/ou o tal avançado goleador porque do lote de atacantes disponível fico com a certeza de que Cardozo é craque, Nuno Gomes renderá mais com o apoio de outro e Bergessio é esforçado e rematador... e o resto? Mantorras está coxo, diga ele o que disser, e praticamente não conta; Yu Dabao e Freddy Adu são apenas promessas e não há espaço para rodar os dois pelo que um deveria ser emprestado... vendo isto desta maneira fica a faltar um jogador com quem se possa contar para jogar no ataque), há estádio e centro de estágio e, muito importante, há treinador!
Distribuindo os jogadores pelas posições onde actuam e por ordem de acesso à titularidade nesta altura:
GR: Quim, Butt, Moreira
Defesa:
Lat. Esq.: Leo, Miguelito
Lat .Dir.: Luís Filipe, Nélson
Centrais: Luisão, David Luís, Miguel Vítor (grande surpresa), Zoro, Edcarlos
Meio campo (em 4x4x2 sem losango):
M. def.: Petit, Katsouranis, Romeu Ribeiro
M. of.: Rui Costa, Nuno Assis
Ala Esq.: Di Maria, Fábio Centrão, Christian Rodriguez
Ala Dir.: Maxi Pereira, Christian Rodriguez, André Diaz
Ataque (em 4x4x2):
Av Fixo: Cardozo, ?, Yu Dabao
Av Móvel: Nuno Gomes, Bergessio, Freddy Adu, Mantorras
Meio campo (em 4x3x3):
M Centro: Petit, Romeu Ribeiro
M Centro: Katsouranis, ?
10: Rui Costa, Nuno Assis, Freddy Adu
Ataque (em 4x3x3):
Ext Esq.: Di Maria, Fábio Coentrão, Christian Rodriguez
Ext Dir.: Maxi Pereira, Christian Rodriguez, André Diaz
PL: Cardozo, Nuno Gomes, Bergessio, ?, Yu Dabao, Mantorras
Sendo ainda de considerar que a polivalência de alguns jogadores (Miguelito e Luís Filipe para alas; André Diaz e Zoro para lateral direito; Di Maria e Adu para médio ofensivo; Bergessio para as alas; Katsouranis para central; Nuno Gomes para N10...) permite variantes consoante o momento de forma, lesões, castigos, calendário e adversários. E há ainda dispensas (Yu Dabao, André Diaz, Miguel Vítor (?) e Romeu Ribeiro (?) para jogarem regularmente e evoluirem; Mantorras para peças) a fazer pois parece-me que o grupo é algo extenso, 28 jogadores, ainda mais com o anúncio de mais uma ou duas entradas de última hora...
Agora é dar tempo ao tempo, ver o "esférico rolar pela esmeraldina relva" e esperar pelos resultados... E para futebolês e benfiquite chega por agora. Estou cá um mister!! SLB SLB SLB!!!
Last minute: Grupo D: AC Milan, BENFICA, Celtic e Shakthar Donetsk. Tá ganho!
Posted by Catarse at 30.8.07 4 comments
Inland Empire
Fui ver isto ontem ao Nimas e:
- Percebi a ideia do entrelaçar da ficção e da realidade;
- Percebi a ideia do entrelaçar do filme antigo e do novo;
- Percebi a ideia da confusão entre a vida da actriz e a vida da personagem;
- Percebi a ideia das alusões à vida de Hollywood, drogas, prostituição (no sentido lato e estrito da carreira de actriz), fidelidade e ao binómio dinheiro/felicidade;
- Percebi a ideia das narrativas circulares e cruzadas;
- Percebi a ideia do entrelaçar do papel de espectador e do papel de actor...
Depois do filme acabar (as três horas dele):
- Percebi que a minha capacidade de concentração e compreensão foram esticadas para além do razoável, ainda mais depois de um dia de trabalho;
- Percebi que se calhar não percebi nada;
- Percebi que há dias melhores que outros para ir ao cinema ver coisas destas...
Em jeito de balanço final:
- a Laura Dern é realmente uma actriz do cacete;
- o David Lynch deve ser um tipo bastante perturbado ou genial ou, mais provavelmente, genial e perturbado;
- a banda sonora é agradável, com destaque para a última música que postarei por aqui quando a encontrar;
- o próximo filme que vou ver terá de ser um pouco mais do tipo "Simpsons" ou "The Host"...
Posted by Catarse at 30.8.07 6 comments
quarta-feira, agosto 29, 2007
Tavez não seja só neste país, mas...
Grande concerto de Sérgio Godinho ontem à noite. Para além das grandes canções, é tão divertido ver quem canta, por exemplo, o charlatão:
Na ruela de má fama
o charlatão vive à larga
chegam-lhe toda a semana
em camionetas de carga
rezas doces, paga amarga
No beco dos mal-fadados
os catraios passam fome
têm os dentes enterrados
no pão que ninguém mais come
os catraios passam fome
(...)
Entre a rua e o país
vai o passo de um anão
vai o rei que ninguém quis
vai o tiro dum canhão
e o trono é do charlatão
Na primeira fila era ver os charlatões a cantar. A coisa só ficou mais difícil quando se falou no nome de José Mário Branco. Aí as palmas foram quase inexistentes...
Mas estavam todos animados e rapidamente as vozes se uniam a cantar as palavras que tão bem sabem:
Se eu mandasse neles, os teus trabalhadores
Seriam uns amores
Greves era só das seis e meia às sete
Em frente ao cacetete
Primeiro de Maio só de quinze em quinze anos
Feriado em Abril só no dia dos enganos
Reivindicações quanto baste mas non troppo
- Anda beber mais um copo
Arranja-me um emprego
Arranja-me um emprego, pode ser na tua empresa, concerteza
Que eu dava conta do recado e pra ti era um sossego
Posted by artur at 29.8.07 0 comments
segunda-feira, agosto 27, 2007
O que se encontra pela internet quando se navega às cegas...
Gosto especialmente da epidemiologia e ecologia da comunidade vampírica que é discutida no estudo e nos comentários. Lindo! Vale muito a pena...
Mas a coisa melhora e agora entra em campos bem mais interessantes ainda que menos lúdicos. Um estudo demonstrou que os ratos possuem capacidades metacognitivas. Pensam sobre pensar. Mais especificamente, os ratos sabem que não sabem algo. É de ler. Esse e o dos polvos e o dos papagaios.
E, como me estou a sentir generoso, aqui fica um, outro e outro especialmente sumarentos sobre a origem/essência do Universo (uma pequena provocação admito)...
E finalmente aquele que queria mesmo encontrar! O universo existe apenas porque olhamos para ele! A derradeira necessidade de protagonismo! A elegância máxima da existência! Magnífico! Brilhante! Brutal! O artigo é verdadeiramente interessante e a teoria é genial mas é tãããããão difícil resistir à tentação de a avacalhar que tenho mesmo de o fazer. Afinal a árvore que cai sozinha na floresta não só não faz som como nem sequer existe... E aquela malta que fecha os olhos para não ser vista sempre tem alguma razão!! Se calhar a dor de cabeça com que fiquei depois de ler isto tudo só existe porque a Bayer inventou a aspirina que vou tomar agora... sacanas!
Posted by Catarse at 27.8.07 3 comments
Eis-me aqui
Vim para ver
o estranho efeito que faz
a minha cara nos vossos olhos
Francesco de Gregori - La valigia dell'attore
Eccomi qua
sono venuto a vedere
lo strano effetto che fa
la mia faccia nei vostri occhi
e quanta gente ci sta
e se stasera si alza una lira
per questa voce che dovrebbe arrivare
fino all'ultima fila
oltre al buio che c'è
e al silenzio che lentamente si fa
e alla luce che taglia il mio viso
improvvisamente eccomi qua
siamo l'amante e la sposa
siamo arrivati fin qua
l'attore e la sciantosa
e siamo pronti a qualsiasi cosa
pur di stare qua
siamo il padre e la figlia
arrivati fin qua
siamo una grande famiglia
abbiam lasciato soltanto un momento
la nostra valigia di là
nel camerino già vecchio
tra un lavandino ed un secchio
tra un manifesto e lo specchio
tra un manifesto e lo specchio
Eccoci qua
siamo venuti per poco
perché per poco si va
e il sipario è calato già
su questa vita che tanto pulita non è
e ricorda il colore di certe lenzuola
di certi hotel
che il nostro nome ce l'hanno già
e ormai nemmeno ci chiedono più
il documento d'identità
e allora eccoci, siamo qua
siamo venuti per niente
perché per niente si va
e c'inchiniamo ripetutamente
e ringraziamo infinitamente…
Eccoci qua
siamo il padre e la figlia
capitati fin qua
siamo una grande famiglia
abbiam lasciato soltanto un momento
la nostra vita di là
nel camerino già vecchio
tra un lavandino ed un secchio
tra un manifesto e lo specchio
tra un manifesto e lo specchio
Posted by artur at 27.8.07 3 comments
domingo, agosto 26, 2007
Scrubs
Se ao menos a vida real conseguisse ter metade da parvalheira desta série... a vida sem parvalheira não faz sentido; é demasiado séria e cinzenta, não tem banda sonora, aplausos, risos, piadas e respostas idiotas suficientes... da minha parte prometo solenemente aparvalhar sempre que puder.
Posted by Catarse at 26.8.07 3 comments
Contos curtos sobre nada II
- Estou aqui...
- Quem és tu?
- Tu sabes.
- Sim. Pensei que tinhas desaparecido...
- Sabes que não.
- Porque voltaste?
- Tu sabes.
- Não!
- Sim.
- Não te deixo fazer isso!
- Não tens como o impedir.
- Tenho sim. Eu consigo!
- Sabes que não.
- Nem que tenha de te matar.
- Se eu morrer tu morres também.
- Se tiver de ser assim...
- Não eras capaz.
- Testa-me.
- Estás diferente...
- Sim.
- Mesmo assim não tens hipótese.
- Vamos ver.
- Sim. Em breve...
- Sabes que te odeio?
- Sei.
Posted by Catarse at 26.8.07 3 comments
sábado, agosto 25, 2007
Nellie the Elephant - Toy Dolls
Tiradinha do fundo do saco by mr. Fong em visita à capital...
Posted by Catarse at 25.8.07 0 comments
Física aplicada à lá gardere
O primeiro diz-nos, grosso modo, que não podem existir avaliações determinísticas, apenas resultados expressos em probabilidades e, numa expansão do efeito do observador, "quando observas alteras o que perverte o que observaste". O segundo postula que duas partículas idênticas não podem coexistir no mesmo estado, um up-grade do "dois corpos não podem existir ao mesmo tempo no mesmo lugar".
Num sentido mais lato e certamente eivado de erros e imprecisões, o que para o caso nem interessa muito, poderíamos dizer, à luz da incerteza, que o papel de observador isento (ou no dizer popular, "quem está de fora racha lenha") de um acontecimento tem muito que se lhe diga e ainda pior será dar o resultado de uma opção como perfeitamente previsto (traduzindo "estou mesmo a ver no que isto vai dar..."), até porque, como nos diz a exclusão, é mesmo muito difícil estar na pele de outra pessoa ("eu se fosse a ti...") ou avaliar alguém pela primeira impressão ("já te tirei a pinta" ou "conheço-te de ginjeira"), sendo que removo desta afirmação todos aqueles que se definem como "pão pão queijo queijo" e "what you see is what you get" (excelentes pessoas que se enquadram nesta classe, certamente, mas a quem, para mim, lhes falta algo para serem verdadeiramente interessantes).
Igualmente fascinante será aplicar a noção de exclusão a duas pessoas que perseguem o mesmo objectivo. Em que se distinguem uma da outra? Apenas no sucesso de conseguirem o que querem ou também na maneira como lá chegam? ("Os fins justificam os meios?") E quem é o observador isento que determina quem chega na frente? Será verdadeiramente isento na sua apreciação? No processo tudo muda. Os intervenientes, o observador...
Aplicados a mim próprio, diria que é muito difícil olhar para dentro, tentar uma auto-apreciação ("conhece-te a ti mesmo"), primeiro porque, como observador, altero-me sempre que anoto algo, pervertendo a análise ("conhecemo-nos pelos olhos dos outros"); depois porque não consigo coexistir comigo próprio muito tempo no mesmo estado, o que leva a nova transformação que, por sua vez, volta a arruinar o resultado da observação ("queremos ser aquilo que esperam que sejamos").
"Conhece-te a ti mesmo" <=> "Só sei que nada sei"
Posted by Catarse at 25.8.07 3 comments













