quarta-feira, novembro 19, 2008

Conceitos revolucionários - Pai afectivo



Pequena Esmeralda e Soon-Yi Previn: descubra as diferenças.

quarta-feira, novembro 12, 2008

temo as prendas e agradeço os presentes

segunda-feira, novembro 10, 2008

uma bíblia com pó é uma bíblia com pó.

quinta-feira, novembro 06, 2008

O lobo perde o pêlo mas não o vício

Miguel Cadilhe garantiu um PPR de DEZ MILHÕES DE EUROS de um banco falido e somos nós que vamos pagar.

Há quase vinte anos houve um ministro das finanças de Portugal que saiu do governo depois de um escândalo que envolvia um apartamento nas Amoreiras. Como é que ele se chamava?

quarta-feira, novembro 05, 2008

A diferença está só na qualidade de quem vota


A diferença entre Portugal e os EUA é que os americanos podem escolher entre um bom candidato e um candidato de sonho. (E parece que escolhem o sonho.)
Aqui não havia Obamas com hipóteses de sucesso.
Daqui a um ano escolheremos entre o vigarista mentiroso e a bruxa má.

quinta-feira, outubro 30, 2008

Educação


No século da criatividade temos uma educação que tenta evitar que cada um pense pela própria cabeça. Uma educação que estupidifica.
Temos a escola do Mapa Mundo Portugalcêntrico. A escola das aulas todas dadas em português. As aulas de informática do Windows (e agora do Magalhães?). As aulas de matemática em que todos têm a mesma máquina de calcular escolhida pelo professor. As aulas do papel central dos portugueses na história dos descobrimentos (que só se ensina em Portugal) - quantos meses passamos nisso? As aulas em que nos ensinam coisas de há dois mil anos como verdades incontestáveis mas não nos conseguem dar a certeza de que a Nossa Senhora apareceu em Fátima em 1917 (e já existiam jornais e fotografia...).
Se não formos educados para pensarmos pela nossa cabeça não estamos a ser preparados para viver neste mundo. Não há Plano Tecnológico que nos valha se não conseguimos ver o mundo como o vêem os vários outros. Talvez um bom começo fosse começar pelos mapas.

segunda-feira, outubro 27, 2008

O mundo real é tramado

A extracção do petróleo que a GALP "descobriu" no Brasil só é rentável com o preço do barril a rondar os 80$, ou acima.

O preço do petróleo baixou hoje, pela primeira vez desde Fevereiro de 2007, a fasquia dos 60 dólares o barril.

Os pequenos carros eléctricos chegarão em força ao mercado americano já em 2009.

É um bom dia para vender aquelas acções da GALP que ainda tinhas esperança que voltassem a subir. O mercado não tem dúvidas disso e a GALP lidera os trambolhões no PSI-20.

Não é a crise internacional. É o mundo real.

terça-feira, outubro 21, 2008

Cada vez mais desiguais


Segundo estudo divulgado hoje pela OCDE, Portugal é um dos países pertencentes àquela organização com maior desigualdade na distribuição do Rendimento, sendo apenas suplantado nesse indicador negativo por México e Turquia.

Vale a pena brincar um bocadinho com estas estatísticas no GapMinder. Vejam o gráfico que preparei, com o indicador mais comum de desigualdade da distribuição de rendimentos. Vale a pena. É só carregar no play. Vejam como estamos a milhas dos países nórdicos, como estamos a divergir dos países europeus (Espanha aparece como exemplo, mas experimentem activar outros), e como o México se aproxima de nós (com maior rigor, deveria dizer que nós nos aproximamos deles...).

segunda-feira, outubro 20, 2008

Manifestação


Banqueiros e investidores juntam-se em marcha de protesto, exigindo plano do governo que os ajude a ultrapassar este momento de crise.

Sinédoque


quinta-feira, outubro 16, 2008

segunda-feira, outubro 13, 2008

Krugman

As horas passadas a tentar simplificar as teorias da Nova Geografia Económica ganharam hoje um novo valor.

domingo, outubro 12, 2008

Sobe e desce

Amanhã é dia de a bolsa subir um bocadinho ou continuamos no escorrega?

sábado, outubro 11, 2008

51%

foi quanto caiu o indicador principal da Bolsa de Lisboa no último ano. O mais engraçado é que, alargando o gráfico para um ano, esta crise do sistema financeiro quase nem se distingue da tendência geral do ano.
Na verdade, parece cada vez mais inegável que esta crise ajuda e muito o governo Sócrates, mascarando de efeitos colaterais de uma crise internacional as consequências directas de mais de uma década de governos desastrosos liderados por políticos medíocres.

quarta-feira, outubro 08, 2008

domingo, outubro 05, 2008

SimCapitalism ou o plano Paulson

Há mais ou menos 15 anos jogava-se um jogo para PC chamado SimCity. Era um jogo de estratégia cujo objectivo era construir, de raiz, uma cidade. A grande restrição ao sucesso no jogo era o dinheiro disponível para investir na cidade.
Um amigo mais atento descobriu que bastava a qualquer momento durante o jogo escrever a palavra FUNDS para o dinheiro disponível aumentar substancialmente. Mas havia um problema. Inevitavelmente, pouco tempo depois da trapaça, um desastre natural abatia-se sobre a cidade, destruindo-a quase por completo.
Solução: escrever funds, receber o dinheiro, gravar o jogo e sair do jogo. Quando se voltava a entrar o jogo mantinha o dinheiro-extra, mas não guardava a memória da batotice, pelo que a catástrofe natural não se abatia sobre a cidade. Era o melhor de dois mundos.
É esta a essência do plano Paulson. Investimentos loucos que permitem a um grupo de pessoas, em particular os gestores de bancos e sociedades de investimentos, ganhar muitos milhões de dólares. Enquanto o mercado sobe essa malta ganha fortunas. Quando a catástrofe inevitável se abate sobre o mercado, penalizando os que arriscaram em demasia, estes usam a sua influência para que o resto da sociedade pague os seus desvarios. O plano Paulson é o "gravar" e "sair" do Capitalismo.
O Plano Paulson não é desenhado para ajudar estes proprietários de casas agora falidos. E bem, porque eles são responsáveis pelos investimentos que fizeram em casas. O Plano Paulson ajudará os banqueiros e os gestores dos bancos, que em poucos meses estarão novamente a receber salários obscenos e prémios de produtividade de milhões.

No fim de tudo, neste Capitalismo de batotice, grandes impérios serão construídos, mas não por sabedoria ou grande conhecimento dos mercados financeiros. Por trapaça e chico-espertice e por exploração do trabalho dos americanos que não fizeram asneira, que não compraram a casa errada, que não enganaram ninguém, que não quiseram enriquecer facilmente, e que, injustamente, pagam 700 mil milhões de dólares de batotice alheia.

Pagará, no fim, a economia americana, que investirá o trabalho de um ano de mais de 33 milhões de americanos (contas feitas para um custo de 10 dls./hora) para comprar um monte de nada.

Pagarão os americanos sérios para que os americanos trapaceiros, que conseguiram mudar as regras a meio do jogo, enriqueçam.

terça-feira, setembro 30, 2008

terça-feira, setembro 09, 2008

Milagres da Medicina moderna e do velho corpo humano

Voltar a andar. Não consigo descrever a alegria.

sexta-feira, setembro 05, 2008

Novo Super-herói

O filme que mostra tudo terá a sua estreia na Gabardina.

Gabardina: o blog que apoia os filmes que mostram tudo!

segunda-feira, setembro 01, 2008

Lápis, canetas, estojos, mochilas

Cadernos bonitos, com imagens do desenho animado preferido ou do Cristiano Ronaldo.
Este ano não há. É a crise. Só os cadernos mais baratos do "De Borla". Capas feias e papel fraco.

Na primeira página, os pais conscenciosos, para darem o exemplo aos filhos, deveriam escrever, em letra bem feita e sem erros ortográficos:

A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.
A culpa é minha, que continuei a votar no PS e no PSD.