sábado, junho 07, 2008

Sunny Saturday Joyfull Tasks

- 11 horas de sono
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- Arrumar a casa
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- Crisântemos brancos
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- Spa, Ritual do Amor
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- Petiscos & Selecção

sexta-feira, junho 06, 2008

Happy Friday Final Tasks

- Arrumar a secretária;
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- Arrumar o computador;
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- Levar a tralha pessoal;
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- Despedir-me de todos;
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- Entregar a carta de rescisão.

quinta-feira, junho 05, 2008

Crazy Thursdays Kidding Tasks

Amarrar de surpresa colega do lado à cadeira com fita-cola;
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Envio de email provocatório e insultuoso sobre espectacular destino de férias escolhido para a semana que se avizinha;
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Escolha de música para rodar no open space totalmente desadequada ao ambiente de trabalho;
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Indução ao engano de colega incauto para a ligação telefónica ao sistema de som da fábrica;
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Troca de definições de hardware do computador da frente para russo em braille destinado a canhotos.

Trabalhos de hoje:
-I P O
-Pixmania
-Midas
-Contabilidade
-Invasão de fábrica abandonada para realização de story-board
-Atelier de realização.

quarta-feira, junho 04, 2008

Duas:
Descida ao Alandroal colocar uma J V C GZ 344 sobre um pintor
Aula de estética.

Frantic Wednesday Social Tasks

- Elaboração e circulação de abaixo-assinado para tentar manter funcionária da cantina (com contrato com a prestadora de serviços Sodexho) que viu a possibilidade de renovação negada após revelar que estava grávida;
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- Organização de desafio de paintball fratricida entre colegas;
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- Discussão acaloradamente bem disposta sobre jogo online organizado pelo IT Support;
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- Troca de emails escalpelo-organizativo-motivacionais sobre a nossa participação na Pharma Futsal Cup;
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- Dias finais do convénio de almoço que pune conversas relacionadas com trabalho e cujas receitas serão canalizadas para lanche-convívio a ter lugar esta sexta.

terça-feira, junho 03, 2008

Tarefas:
Reunião para apurar custos de edições discográficas.
Apresentação de proposta de vídeo clipe e elaboração de cronograma.
Seguimento do percurso de cabo para disco Lacie.
Compra de consumíveis de vídeo.
Aula de argumento.

Hectic Tuesday Minor Tasks

- Organizar o arquivo físico das submissões com impressão em papel, respectivo armazenamento em dossier com lombada identificada e preenchimento da ficha de histórico do arquivo;

- Enviar email com tracking number e identificação da última submissão para agente nos Estados Unidos, WW;

- Fazer manutenção de utilizador da impressora Xerox Phaser 6360 e da Xerox WorkCenter 7245 PCL 6, com troca de consumíveis (tinteiros, fotorreceptores, toner waste containers e fusor);

- Fazer encomenda de material do economato para o mês de Junho, conforme necessidades e existências;

- Pesquisa no arquivo do material de embalagem de versões submetidas de material de 2006.

segunda-feira, junho 02, 2008

Manic Monday Serious Tasks:

Elaboração e envio da resposta por DHL à Chemistry Deficiency Letter do FDA sobre o Fluconazole for Injection in 5% Dextrose;
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Continuação da elaboração de resposta à Labeling Deficiency Letter do FDA do Valproic Acid;
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Elaboração e envio por email interno da check-list da resposta à Microbiology Deficiency Letter do FDA sobre o Butorphanol Tartrate Injection;
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Update do arquivo físico e digital dos FDA forms 2658 para registo de produto para a Cefuroxime da Sagent recebidos da West-Ward;
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Continuação da elaboração de resposta à Chemistry Deficiency Letter do FDA sobre a Amiodarone Hydrochloride Injection.

Reportando-me à Sexta-feira passada, eis as tarefas que executei:
Filmagem das gravações do álbum de Samuel Úria (Flor Caveira);
Procura de mini-disc para som directo;
Escrita de e-mail de agradecimento pelo excelente telecinema feito pela inglesa Todd;
Seguimento do pedido de devolução de cabo para um disco Lacie.
Tradução e compressão de parte do documentário sobre o Camané.

domingo, junho 01, 2008

Promessas, promessas... VIII

Prometo-me-te até ao fim dos tempos!

(Post extra)

Promessas, promessas... VII

Se apanho o gajo que me entrou no smart prometo que só lhe bato muito com um taco de basebol se ele não me conseguir explicar:
- como é que o abriu e fechou sem deixar marcas ou vestígios (pode dar-me jeito se me esquecer das chaves)
- porquê que não levou o frasco do meu perfume (o L'Eau par Kenzo é um bom perfume, fresco e bem disposto)
- porquê que não levou os meus CDs (era boa música, pá)
- porquê que não acabou com as bolachas e ainda as deixou no chão (diz-me se tens alguma marca que prefiras)
- porquê que não arrumou os meus apontamentos do mestrado (já que eu não tenho tido tempo ou paciência para o fazer)

sexta-feira, maio 30, 2008

Promessas, promessas... VI

Porque nem só o fim de ano é altura para estas coisas e nunca é tarde para melhorar, prometo solenemente não envelhecer cinzento, não perder a criança cá dentro (e não, não estou grávido), não dar ouvidos aos velhos do restelo, não parar de te amar, mimar e respeitar, não parar muito para pensar, não casmurrar no que não posso mudar, não desistir do que posso conseguir, não esquecer os amigos, não perder um dia de praia, não deixar de praticar desporto, não dormir menos de 6 horas por dia, não deixar projectos a meio, não me afastar da família (e não estou a falar dos Corleones, porque desses não há a mínima hipótese a não ser que queira ser apanhado de laranjas na mão ou acordar ao lado da cabeça de cavalo), não deixar de experimentar coisas novas, não deixar de escrever, não perder de vista a ideia de que a vida são dois dias, não amuar por coisas parvas, não ser tão distraído, não conduzir como um louco, não faltar às aulas sem motivo...

Prometo


Não abasteço na Galp, na Repsol e na BP até que estas companhias vendam mais barato que as outras.
Os consumidores têm poder e devem usá-lo!

quinta-feira, maio 29, 2008

Promessas, promessas... IV

Já ouvi várias explicações e contra-argumentações:
- Diminuição da produção - OPEP desmente
- Instabilidade política - antes também havia
- Incapacidade refinadora - construam mais com os 100% de aumento de lucros do ano passado
- China, Rússia e Índia estão a aumentar a procura - aumentem a oferta
- Cartel de preços - processem-nos
- Especulação em resultado da crise Sub-Prime - vão especular sobre o preço da uva mijona
- Carga fiscal excessiva - Cuspam-lhes!
A verdade é que o euro está mais forte que o dólar em que se compra o dito crude e nem sinal desse efeito enquanto que dos outros...
Circula em massa na net um email a pedir um boicote à Galp, BP e Repsol, as três maiores marcas distribuidoras em Portugal, nos dias 1, 2 e 3 de Junho. Não percebo o suficiente de economia para calcular o efeito desta acção nem do mercado para excluir a possibilidade disto ser uma manobra de marketing das restantes distribuidoras mas agradam-me reacções massivas da população quando está a ser pisada ou abusivamente explorada pelo Governo e grande capital (estou um perfeito comunista a falar... chiça penico, tenho de ir comprar acções da Galp para ver se isto me passa).
Daí que fica a promessa:
Nesses 3 dias não abasteço nos ditos postos. Aguardo pelos resultados. Mas despachem-se que o depósito do Smart só leva 30 litros!!
Na hipótese de não resultar em nada, proponho "angry mobs" pelas ruas, de archotes e forquilhas em riste, rumo às sedes das ditas empresas e Assembleia da República. A pé, claro.
O povo unido não pode ser extorquido!! Bom, poder pode mas aborrece e depois a malta chateia-se, protesta-se, indigna-se e mais não sei o quê.

quarta-feira, maio 28, 2008

Não sei se jure ou se prometa. Pelo sim, pelo não, como prometo mais do que juro, hoje vou prometer. Assim, para compensar. Por isso, prometo que só vou jurar quando não poder (puder) prometer. Juro. Quero dizer prometo. Hoje, juro que amanhã, prometo jurar prometer que não vou prometer mais do que juro. E por isso, amanhã não vou prometer, mas jurar. Assim, para compensar.

Promessas, promessas... III

Das promessas também podem resultar metas. Auto-impostas. Motivadoras. Daquelas que é preciso cerrar os dentes e os punhos. Que saem do pêlo e custam barbaridades a cumprir. Que só a pura teimosia alimenta o almejar do impossível por alcançável e afasta qualquer admissão de fracasso ou desistência.
Deixar de fumar, dietas, exercício físico, hobbies, cursos, viagens, trabalho... as áreas são diversificadas e as metas também. Umas demasiado ambiciosas para o que se pode fazer, outras moderadas, modestas por excesso, só quem as faz sabe o que custa cumpri-las ou deixá-las escapar entre os dedos. Tem tudo a ver com motivação, ambição, preserverança e capacidade. A verdade é que sabem todas bem, a orgulho, a sucesso, quando cumpridas e mal, amargas como a derrota, quando falhadas.

terça-feira, maio 27, 2008

Promessas, promessas... II

Já o futebol está cheio de promessas. São as jovens promessas que se tornarão/iriam tornar nos novos Pelés e Maradonas, são os jogadores-promessas-adiadas até aos 35 anos, são as promessas infundadas da TVI de futebol espetáculo, são as promessas vãs de títulos dos treinadores e presidentes, de resultados e golos dos jogadores... Depois, no final, quem as paga são os adeptos, simpatizantes e sócios. Os primeiros com o sofrimento, os nervos em franja, os cabelos arrancados e as lágrimas, os segundos com tudo o resto e ainda quotas a esbanjar em percentagens de transferências incompreensíveis.

Do Benfica pode-se dizer que, uma vez mais, repete-se a dança do início de época: Novo treinador, novos jogadores, novas esperanças... veremos! Prometo, ainda que sem grande convicção ou tempo para perder, acompanhar. Para já, gosto de ver o Rui Costa em acção e agrada-me a escolha do treinador.

Da Selecção há promessa de tentar o melhor possível. É o que se pede. Empenho e vontade de jogar. Mesmo cansados, que acredito que estejam. Mesmo que possam não ser os melhores (por acaso até acho que são, na generalidade). Mesmo que não sejam todos Portugueses de gema sê-lo-ão na relva. É apoiá-los até ao fim e que isto só termine de Taça na mão!

Do torneio Pharma Futsal Cup, pode dizer-se que promete após goleada de 13 ou 14 golos a 2 ontem à noite sobre a Jaba Recordati (recordi de golos sofridis para mais tardi recordari) na segunda jornada.

Promessa do jet set nacional

Acharam estranho que não tenha tido medo do [Rec]. Não tive. Não me tirou o sono (apesar de me ter feito enjoar como um miúdo totó de 8 anos em excursão da escola primária ao Mosteiro da Batalha).
Tenho medo de outras coisas. Do Paulo Teixeira Pinto, por exemplo. A entrevista deste senhor à revista do Expresso desta semana, não me tendo tirado o sono (é uma tarefa difícil), fez-me pensar uma boa meia hora sobre os perigos deste mundo. Arrepiou-me a sensação de que naquelas páginas está uma imagem da massa de que eram feitas algumas das figuras mais tenebrosas da história da humanidade. Por sorte, parece-me, longe da inteligência delas. Por azar, nosso, suficientemente esperto para sacar milhões de indemnização ao BCP.
Arrepia-me a total contradição sem hesitações. Logo na primeira resposta – de uma entrevista ao Expresso com fotografias da sua casa e dos quadros que pinta – afirma sem pudor que preferia não ter exposição pública. Vem depois o monárquico do PSD, porta-voz de um governo republicano. Tudo normal.
As ligações à Igreja, os três dias de férias (acordando sempre às 7h30) depois da indemnização milionária e a pose de homem renascentista confirmam apenas os arrepios que os olhos fotografados já tinham provocado.
Medo, muito medo. Mil vezes Sócrates ou Menezes. Que o PTP tenha um futuro brilhante na pintura, faça muitos seminários com o António Borges e o Jorge Coelho e se confirme como uma certeza do jet set, aparecendo semanalmente (contrariado) nas revistas, de preferência ao lado do José Castelo Branco.

segunda-feira, maio 26, 2008

Promessas, promessas...

De todo o tipo, forma e feitio, a promessa e o seu pagamento são figuras curiosas que encontramos para reforçar a nossa crença e força de vontade de que algo aconteça. Ao mesmo tempo que transfere (e aligeira) a responsabilidade para uma instância superior ou acontecimento isolado, preferencialmente no futuro e de cobrança no acto de entrega, leia-se após a consumação/consubstanciação do tal desejo, permite um certo conforto mental de se saber que se empenhou algo em prol do que se almeja conseguir. Mas pode ser também encarada como uma desresponsabilização, uma vez que muitos se contentam em atirar a atoarda para o ar (para quem ouvir é uma bela questão - o próprio?, o público?, uma entidade superior?) e não pensar (ou fazer algo mais por) mais nisso até ao dia em que fica satisfeita a premissa base do contrato. Se esta inacção já é má, que dizer do não cumprimento do prometido para além de que a confiança é um capital limitado que se demora a reunir e se esbanja num segundo, mais ainda à enésima estória efabulada do juro que faço e aconteço género Pedro e o Lobo.
Das religiosas abstenho-me de comentar porque fica ao critério da crença de cada um. Por mim posso falar e dizer que não acredito num Deus chantagista ou interesseiro que peça penhor do Bem que possa fazer, pelo que não a Ele (exista ou não) nada prometo mas aceito e compreendo que situações desesperadas acabem por fazer crer no recurso a soluções fora do alcance da razão ou da lógica. Eu, ou o faço para mim próprio com a certeza automotivadora do negócio que me acabei de propor, ou, feita a outrém, tenho de garantir que tudo farei para cumprir com o disposto.