segunda-feira, junho 02, 2008

Manic Monday Serious Tasks:

Elaboração e envio da resposta por DHL à Chemistry Deficiency Letter do FDA sobre o Fluconazole for Injection in 5% Dextrose;
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Continuação da elaboração de resposta à Labeling Deficiency Letter do FDA do Valproic Acid;
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Elaboração e envio por email interno da check-list da resposta à Microbiology Deficiency Letter do FDA sobre o Butorphanol Tartrate Injection;
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Update do arquivo físico e digital dos FDA forms 2658 para registo de produto para a Cefuroxime da Sagent recebidos da West-Ward;
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Continuação da elaboração de resposta à Chemistry Deficiency Letter do FDA sobre a Amiodarone Hydrochloride Injection.

Reportando-me à Sexta-feira passada, eis as tarefas que executei:
Filmagem das gravações do álbum de Samuel Úria (Flor Caveira);
Procura de mini-disc para som directo;
Escrita de e-mail de agradecimento pelo excelente telecinema feito pela inglesa Todd;
Seguimento do pedido de devolução de cabo para um disco Lacie.
Tradução e compressão de parte do documentário sobre o Camané.

domingo, junho 01, 2008

Promessas, promessas... VIII

Prometo-me-te até ao fim dos tempos!

(Post extra)

Promessas, promessas... VII

Se apanho o gajo que me entrou no smart prometo que só lhe bato muito com um taco de basebol se ele não me conseguir explicar:
- como é que o abriu e fechou sem deixar marcas ou vestígios (pode dar-me jeito se me esquecer das chaves)
- porquê que não levou o frasco do meu perfume (o L'Eau par Kenzo é um bom perfume, fresco e bem disposto)
- porquê que não levou os meus CDs (era boa música, pá)
- porquê que não acabou com as bolachas e ainda as deixou no chão (diz-me se tens alguma marca que prefiras)
- porquê que não arrumou os meus apontamentos do mestrado (já que eu não tenho tido tempo ou paciência para o fazer)

sexta-feira, maio 30, 2008

Promessas, promessas... VI

Porque nem só o fim de ano é altura para estas coisas e nunca é tarde para melhorar, prometo solenemente não envelhecer cinzento, não perder a criança cá dentro (e não, não estou grávido), não dar ouvidos aos velhos do restelo, não parar de te amar, mimar e respeitar, não parar muito para pensar, não casmurrar no que não posso mudar, não desistir do que posso conseguir, não esquecer os amigos, não perder um dia de praia, não deixar de praticar desporto, não dormir menos de 6 horas por dia, não deixar projectos a meio, não me afastar da família (e não estou a falar dos Corleones, porque desses não há a mínima hipótese a não ser que queira ser apanhado de laranjas na mão ou acordar ao lado da cabeça de cavalo), não deixar de experimentar coisas novas, não deixar de escrever, não perder de vista a ideia de que a vida são dois dias, não amuar por coisas parvas, não ser tão distraído, não conduzir como um louco, não faltar às aulas sem motivo...

Prometo


Não abasteço na Galp, na Repsol e na BP até que estas companhias vendam mais barato que as outras.
Os consumidores têm poder e devem usá-lo!

quinta-feira, maio 29, 2008

Promessas, promessas... IV

Já ouvi várias explicações e contra-argumentações:
- Diminuição da produção - OPEP desmente
- Instabilidade política - antes também havia
- Incapacidade refinadora - construam mais com os 100% de aumento de lucros do ano passado
- China, Rússia e Índia estão a aumentar a procura - aumentem a oferta
- Cartel de preços - processem-nos
- Especulação em resultado da crise Sub-Prime - vão especular sobre o preço da uva mijona
- Carga fiscal excessiva - Cuspam-lhes!
A verdade é que o euro está mais forte que o dólar em que se compra o dito crude e nem sinal desse efeito enquanto que dos outros...
Circula em massa na net um email a pedir um boicote à Galp, BP e Repsol, as três maiores marcas distribuidoras em Portugal, nos dias 1, 2 e 3 de Junho. Não percebo o suficiente de economia para calcular o efeito desta acção nem do mercado para excluir a possibilidade disto ser uma manobra de marketing das restantes distribuidoras mas agradam-me reacções massivas da população quando está a ser pisada ou abusivamente explorada pelo Governo e grande capital (estou um perfeito comunista a falar... chiça penico, tenho de ir comprar acções da Galp para ver se isto me passa).
Daí que fica a promessa:
Nesses 3 dias não abasteço nos ditos postos. Aguardo pelos resultados. Mas despachem-se que o depósito do Smart só leva 30 litros!!
Na hipótese de não resultar em nada, proponho "angry mobs" pelas ruas, de archotes e forquilhas em riste, rumo às sedes das ditas empresas e Assembleia da República. A pé, claro.
O povo unido não pode ser extorquido!! Bom, poder pode mas aborrece e depois a malta chateia-se, protesta-se, indigna-se e mais não sei o quê.

quarta-feira, maio 28, 2008

Não sei se jure ou se prometa. Pelo sim, pelo não, como prometo mais do que juro, hoje vou prometer. Assim, para compensar. Por isso, prometo que só vou jurar quando não poder (puder) prometer. Juro. Quero dizer prometo. Hoje, juro que amanhã, prometo jurar prometer que não vou prometer mais do que juro. E por isso, amanhã não vou prometer, mas jurar. Assim, para compensar.

Promessas, promessas... III

Das promessas também podem resultar metas. Auto-impostas. Motivadoras. Daquelas que é preciso cerrar os dentes e os punhos. Que saem do pêlo e custam barbaridades a cumprir. Que só a pura teimosia alimenta o almejar do impossível por alcançável e afasta qualquer admissão de fracasso ou desistência.
Deixar de fumar, dietas, exercício físico, hobbies, cursos, viagens, trabalho... as áreas são diversificadas e as metas também. Umas demasiado ambiciosas para o que se pode fazer, outras moderadas, modestas por excesso, só quem as faz sabe o que custa cumpri-las ou deixá-las escapar entre os dedos. Tem tudo a ver com motivação, ambição, preserverança e capacidade. A verdade é que sabem todas bem, a orgulho, a sucesso, quando cumpridas e mal, amargas como a derrota, quando falhadas.

terça-feira, maio 27, 2008

Promessas, promessas... II

Já o futebol está cheio de promessas. São as jovens promessas que se tornarão/iriam tornar nos novos Pelés e Maradonas, são os jogadores-promessas-adiadas até aos 35 anos, são as promessas infundadas da TVI de futebol espetáculo, são as promessas vãs de títulos dos treinadores e presidentes, de resultados e golos dos jogadores... Depois, no final, quem as paga são os adeptos, simpatizantes e sócios. Os primeiros com o sofrimento, os nervos em franja, os cabelos arrancados e as lágrimas, os segundos com tudo o resto e ainda quotas a esbanjar em percentagens de transferências incompreensíveis.

Do Benfica pode-se dizer que, uma vez mais, repete-se a dança do início de época: Novo treinador, novos jogadores, novas esperanças... veremos! Prometo, ainda que sem grande convicção ou tempo para perder, acompanhar. Para já, gosto de ver o Rui Costa em acção e agrada-me a escolha do treinador.

Da Selecção há promessa de tentar o melhor possível. É o que se pede. Empenho e vontade de jogar. Mesmo cansados, que acredito que estejam. Mesmo que possam não ser os melhores (por acaso até acho que são, na generalidade). Mesmo que não sejam todos Portugueses de gema sê-lo-ão na relva. É apoiá-los até ao fim e que isto só termine de Taça na mão!

Do torneio Pharma Futsal Cup, pode dizer-se que promete após goleada de 13 ou 14 golos a 2 ontem à noite sobre a Jaba Recordati (recordi de golos sofridis para mais tardi recordari) na segunda jornada.

Promessa do jet set nacional

Acharam estranho que não tenha tido medo do [Rec]. Não tive. Não me tirou o sono (apesar de me ter feito enjoar como um miúdo totó de 8 anos em excursão da escola primária ao Mosteiro da Batalha).
Tenho medo de outras coisas. Do Paulo Teixeira Pinto, por exemplo. A entrevista deste senhor à revista do Expresso desta semana, não me tendo tirado o sono (é uma tarefa difícil), fez-me pensar uma boa meia hora sobre os perigos deste mundo. Arrepiou-me a sensação de que naquelas páginas está uma imagem da massa de que eram feitas algumas das figuras mais tenebrosas da história da humanidade. Por sorte, parece-me, longe da inteligência delas. Por azar, nosso, suficientemente esperto para sacar milhões de indemnização ao BCP.
Arrepia-me a total contradição sem hesitações. Logo na primeira resposta – de uma entrevista ao Expresso com fotografias da sua casa e dos quadros que pinta – afirma sem pudor que preferia não ter exposição pública. Vem depois o monárquico do PSD, porta-voz de um governo republicano. Tudo normal.
As ligações à Igreja, os três dias de férias (acordando sempre às 7h30) depois da indemnização milionária e a pose de homem renascentista confirmam apenas os arrepios que os olhos fotografados já tinham provocado.
Medo, muito medo. Mil vezes Sócrates ou Menezes. Que o PTP tenha um futuro brilhante na pintura, faça muitos seminários com o António Borges e o Jorge Coelho e se confirme como uma certeza do jet set, aparecendo semanalmente (contrariado) nas revistas, de preferência ao lado do José Castelo Branco.

segunda-feira, maio 26, 2008

Promessas, promessas...

De todo o tipo, forma e feitio, a promessa e o seu pagamento são figuras curiosas que encontramos para reforçar a nossa crença e força de vontade de que algo aconteça. Ao mesmo tempo que transfere (e aligeira) a responsabilidade para uma instância superior ou acontecimento isolado, preferencialmente no futuro e de cobrança no acto de entrega, leia-se após a consumação/consubstanciação do tal desejo, permite um certo conforto mental de se saber que se empenhou algo em prol do que se almeja conseguir. Mas pode ser também encarada como uma desresponsabilização, uma vez que muitos se contentam em atirar a atoarda para o ar (para quem ouvir é uma bela questão - o próprio?, o público?, uma entidade superior?) e não pensar (ou fazer algo mais por) mais nisso até ao dia em que fica satisfeita a premissa base do contrato. Se esta inacção já é má, que dizer do não cumprimento do prometido para além de que a confiança é um capital limitado que se demora a reunir e se esbanja num segundo, mais ainda à enésima estória efabulada do juro que faço e aconteço género Pedro e o Lobo.
Das religiosas abstenho-me de comentar porque fica ao critério da crença de cada um. Por mim posso falar e dizer que não acredito num Deus chantagista ou interesseiro que peça penhor do Bem que possa fazer, pelo que não a Ele (exista ou não) nada prometo mas aceito e compreendo que situações desesperadas acabem por fazer crer no recurso a soluções fora do alcance da razão ou da lógica. Eu, ou o faço para mim próprio com a certeza automotivadora do negócio que me acabei de propor, ou, feita a outrém, tenho de garantir que tudo farei para cumprir com o disposto.

sexta-feira, maio 23, 2008

Problem solving

A pior tarefa que me calhou nos empregos que tive nos últimos anos foi: resolver problemas. Afastar um obstáculo do caminho, de vez em quando, para que tudo possa seguir o seu curso normal até tem piada. Mas quando os dias e as semanas se tornam em provas de obstáculos e o objectivo é apenas derrubá-los para que os que vêm atrás possam continuar as suas corridas com a maior facilidade possível, torna-se aborrecido. Nesses dias tenho truques para manter a boa disposição. Há blogs, não obrigatoriamente humorísticos, que fazem isso por mim. Tenho dois ficheiros aúdio sempre de reserva para os casos mais complicados (Marco do Big Brother e amiga da Santinha de Balasar). Quando tudo isso falha, basta perceber que um certo sistema de valores já chegou aos EUA para que o riso esteja de volta.

quinta-feira, maio 22, 2008

Há um direito natural ao trabalho? Será o trabalho uma actividade tão essencial como comer? Sim. Mas por partes. Há o trabalho alienado, e o trabalho natural. O alienado não é trabalho no sentido que lhe quero dar. É uma actividade que alguém cumpre para poder bastar-se a si e aos seus. Por seu lado, o trabalho natural é o conjunto de tarefas que um cada cumpriria, ainda que pudesse bastar-se a si e aos seus. O trabalho natural tem como principal característica a sensação de transformação. Alguém que trabalhe naturalmente, sente que faz algum tipo de diferença. Que, de algum modo transforma o meio onde se insere para melhor. Pelo contrário, no trabalho alienado o indivíduo que o executa pouco sabe de que modo a sua actividade influência as coisas, ou os outros à sua volta. Não há actividades que se possam classificar em absoluto como trabalho alienado, ou como trabalho natural, pois essa distinção cabe a quem executa , porém há áreas de actividade onde é predominante a sensação de trabalho natural. Refiro-me às tarefas simples e manuais como jardinagem, pesca, agricultura, actividades médicas, e as tarefas criativas. Pois em ambas, há uma parte do executante que passa para o exterior. Sendo estas que preenchem o conceito de trabalho natural, é relativamente a estas que reivindico um direito natural de todos.

quarta-feira, maio 21, 2008

Curiosa a relação entre trabalho e prazer. Entre trabalho e lazer. Os excluídos um do outro. Trabalho é trabalho e conhaque é uma bebida. Trabalho para beber, para o lazer. Não trabalho no lazer nem bebo quando conduzo. Tenho para mim, numa incerteza que dói, que a separação entre trabalho e prazer está por um lado ligada ao éter crístico que nos envolve e, por outro, à necessidade que a esquerda política, e por isso direita cerebral, tem de nos defender do sofrimento terreno. Ambas, as duas, têm assim a mesma intenção messiânica: salvar. Dizem o que condena, o que salva e o que podem fazem para ajudar. Um converte, outro revoluciona: ambas fazem pé de bombeiro para passar o muro do pecado ou de classe.

terça-feira, maio 20, 2008

Do trabalho e das suas realizações

Há quem consiga trabalhar horas seguidas de enfiada. Há quem consiga estar horas sem trabalhar. Há quem viva para trabalhar. Há quem trabalhe para viver.
A verdade é que, bem ou mal, mais ou menos, todos temos de o fazer. Por mim, o que faço é apenas um meio para atingir um fim: sustentar um estilo de vida que me agrada e poder prover para mais e melhor no futuro, contemplando a possibilidade de vir a ter uma família. Não gosto do que faço mas, no entanto, consigo perfeitamente (dias melhores e dias piores) lidar com isso e fazê-lo de uma forma aceitável.
Para ser feliz e estar satisfeito com o meu trabalho teria de fazer algo mais livre e criativo, teria de interagir mais com pessoas, teria de poder ter mais poder decisório e responsabilidade no rumo a tomar, estar no terreno e agir em vez de sempre sentado em frente a um monitor. Pode ser que um dia isto mude e tenha a coragem de criar ou aceitar o risco de mudar de ramo. Várias hipóteses se perfilam e todas teriam de passar por uma abertura, um golpe de sorte ou por um empenho total. Escrever um livro para publicar, criar material para publicidade, desenhar peças para vender, abrir um bar (para enriquecer ou enlouquecer, esta já por mais de uma vez se atravessou no meu caminho e insiste em voltar) são as mais sólidas, vendo ainda num horizonte mais longínquo vinhas alentejanas numa herdade de turismo rural. Tudo isto são sonhos ou nem sequer isso, que têm muito que andar para conquistarem o direito a existir ou a passarem a projectos exequíveis.
Actualmente não concebo que o trabalho possa encabeçar uma lista de prioridades na minha vida e ocupa apenas um lugar secundário ainda que me tome a maior fatia do tempo e providencie a maior parte do orçamento mensal pelo que dele não posso abdicar. Resta-me esperar (e fazer por isso) pela oportunidade certa que possa aparecer para dar um salto quantitativo (sim, a remuneração importa) e qualitativo (sim, a satisfação pessoal também).

segunda-feira, maio 19, 2008

Dá muito trabalho gerir o tempo livre...

São 9 horas de trabalho diárias. Mais 3h30 no mestrado. Com 1h30 na estrada de um lado para o outro, 1h em banhos e quejandos e 2h em refeições dá 17h. Sobram 7h para o dia terminar. Considerando que durmo 6h, tenho 1h livre por dia. Daqui saltam-me ao espírito várias considerações:
- Preciso de dias maiores;
- Não sei como é físicamente possível às terças jogar 2h de volley sem violar as leis que regem a inexorável marcha do tempo;
- 1h dá para tanta coisa quando planeamos tudo direitinho que nem parece verdade;
- Parece incrível mas 1h, mesmo planeando tudo direitinho, não dá para nadinha;
- É certinho que ando a sobrepôr actividades (ignorando as celebérrimas frases da família "Se conduzir não beba" como "Se tomar banho não leia", "Se conduzir não estude", "Se almoçar não remate", "Se trabalhar não durma" e outras que tais.
- Ler "O Idiota" do Dostoevski aos soluços de meia hora (ver frase anterior sobre acumular tarefas) está a matar-me a mim e ao livro mas está quase, quase e é muito bom;
- Os dias sem aulas parecem-me quase férias;
- A televisão, que actualmente nem tenho, não faz grande falta e só serve para consumir tempo com o cérebro desligado (ok, sinto a falta de algumas séries como Scrubs, Friends, Seinfield, Simpsons, South Park, Trigger Happy, Britcom, House e outras do género mas nenhuma dos programas da treta ou das notícias do tema da moda, dos recados encomendados ou das desgraças do costume. Leio jornais. Uso a net. Filtro.);
- Quero mais cinema! (O Blade Runner é genial e o director's final cut só veio confirmar isso. Espantosa a forma como ele conseguiu condensar 2h de filme na minha hora livre);
- Morro de saudades tuas durante estes dias.

sexta-feira, maio 16, 2008

Mordam-se de ciúmes!

Estou de saída! É sexta-feira. Ou melhor, fim de semana! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

Have fun! I know I will!


(ups, a pressa era tanta que até a cor desbotou...)

quinta-feira, maio 15, 2008

Bem uns para os outros

Pinto da Costa jantou ontem com deputados da Assembleia da República.
À porta da Assembleia, Fátima Felgueiras, Avelino Ferreira Torres, Valentim Loureiro e Sérgio Silva, o famoso investidor do Boavista, fizeram uma cena de ciúmes por não terem sido convidados.

A Maria vai ter ciúmes do António...

... pelo menos nestes primeiros meses de vida do segundo sobrinho que nasceu saudável, como os pais, às 00h50 de dia 14/05/08.
Por um lado pode ser que lhe faça bem saber que tem de partilhar, aprender a dividir, lutar pela atenção e deixar de ser o único centro das atenções. Por outro, um tio babado baba de igual modo pelos dois, sem distinguir nadinha no afecto e na atenção dispensada.

Parabéns mana-bi-mamã, cunhado-bi-pápá e pelo dia de vida, bebezinho! Vais no bom caminho; um de cada vez!