sexta-feira, janeiro 19, 2007

Tenho saudades do meu clube



Importam-se de expulsar o "Presidente dos envelopes" com urgência, por favor?

quinta-feira, janeiro 18, 2007

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Estórias de Sampi, o ET esquizofrénico III – Escolhas

(ver Sampi I e II em Gabardina Setembro 2006)
Como é do conhecimento (aprovado pelo governo para consumo) público, existem, presentemente, cerca de 6 biliões de seres humanos neste planeta. Se contarmos com a capacidade de se deslocar no eixo do tempo que Sampi possui, este número crescerá de um modo perturbador e obsceno, e que, por razões de saúde pública e decoro, nos abstemos de mencionar. (Desculpem, mas muitas vezes uso o plural real para me referir a mim próprio – tenho uma auto-estima bastante saudável, além de que, como referi algures, tenho imensa personalidade, perdão, imensas personalidades – nota do narrador)
Ao aperceber-se deste facto, Sampi sentiu o equivalente em felicidade a 2,6 vezes a potência da bomba de Hiroshima. Escolha! Variedade! Oferta! Foi quase como se a Imelda Marcos tivesse entrado na antiga Biblioteca de Alexandria e gostasse de livros em vez de sapatos! Assim, Sampi, qual turista destemido que chega a uma cidade onde não é conhecido, partiu para a borga, devassa e pilhagem. Um desvario. No início, a coisa nem era muito sofisticada: desde que ainda tivesse dentes e um conjunto funcional de equipamento sensorial e reprodutivo, marchava. Tipo test-drive, Sampi ensaiou corpos de todas as formas, cores, feitios e sexos. E quando não gostava de algum não hesitava em fazer obras profundas, se considerava que tinha algum potencial ou em abandonar a carapaça vazia qual trapo velho. A esta fase experimentalista devemos alguns dos habitantes mais bizarros que marcaram as páginas da nossa história. Para nomear apenas alguns dos mais conhecidos: Marquês de Sade; Merlin; Aleister Crowley; Weird Al Yankovic; Marilyn Manson (óbvio – o gajo original era perfeitamente normal); Michael Jackson; António Variações (de tempos a tempos como músico pop – umas férias bem merecidas); Platão (primeira trip conhecida de LSD com aquela cena da caverna); Yeti – o abominável homem das neves; Cleópatra (alguém no seu perfeito juízo bebe pérolas em vinagre?!); Dennis Rodman (a fase pós-Detroit); o primeiro gajo que bebeu leite de uma vaca (era aquele hominídeo que estava atrás à esquerda na cena inicial do 2001 do Kubrick); Conde Dracul;... Enfim, a lista estende-se...
Lamentavelmente nem sempre se pode dizer que ao sair Sampi fosse dos melhores inquilinos...mas também diga-se que a maioria dos recipientes que Sampi escolheu tinham já dentro de si a semente da demência! Alguns tardavam em recuperar o seu estado normal (poucos o conseguiram na totalidade), sendo que a maioria reteve alguma excentricidade para o resto da sua curta existência (a ciência médica não estava muito avançada; era tramado arranjar um transplante fosse do que fosse antes de 1950 ou psicoterapia antes de Sampimoid Freud). Mas nem todos se podem queixar. Aliás, não fora o frenesim de mudanças por volta do século XV e, provavelmente, hoje não teríamos tido o Renascimento!

Ficções: E se numa noite....

Começou como realmente quase tudo começa. Antes do princípio, quando ainda não há forma, conteúdo, motivo, consciência, razão ou sentimento. Nem sequer instinto.
Começou num momento indefinido e indefinível para onde convergiram pessoas, sentimentos, vontades vertidas em linhas de texto cuja razão de existirem se perdeu mas de propósito recriado ao serem lidas naquele instante. Palavras cruzadas prendem a atenção e tudo começa de uma forma insuspeita.
A interacção continua. Avança e recua, progride, respira e expande-se fazendo crescer a vontade de concretizar o imaginário virtual em realidade palpável.
Uma proposta. Uma resposta. Um encontro. Entre lugares, copos e música estende-se uma ponte do texto para os olhos... Rápido, forte, cru. Ardente, longo, lânguido. Voraz, intenso, sentido.
Mas não perfeito. Nada é perfeito. Como um aviso à navegação, a realidade deixa um sinal aos viajantes para não se afastarem demasiado ou a queda de regresso poderá ser demasiado dura. Haverá pessoas mais diferentes do que aquelas que têm quase tudo em comum?

terça-feira, janeiro 16, 2007

Estreia na quinta dia 18


Paradoxo da Baixa

Na Baixa de Coimbra fechou a mítica Valentim de Carvalho. Há lojas de roupa em liquidação total. Outras lojas que se trespassam. Prédios com grandes cartazes de "Vende-se".
Na Baixa de Coimbra aguentam-se os bancos e as farmácias e os quiosques de gente mal-encarada que há 25 anos, pelo menos, assegura antipatia diária.
Na Baixa de Coimbra, os sapatos, em saldo, anunciam-se a preços de Paris e Nova Iorque e os donos das sapatarias queixam-se da crise.
Na Baixa de Coimbra os políticos dão entrevistas e falam em defesa da Baixa, enquanto preparam a mudança do Tribunal para a outra margem.
Na Baixa de Coimbra os edifícios históricos estão abandonados e há uma empresa, que existe há anos mas só serve para pagar altos salários a boys, a deitar prédios abaixo.

sexta-feira, janeiro 12, 2007

Gabardina beta

A Gabardina avança para o novo blogger com um look mais beta. Comentários, sugestões e contributos na caixa deste post. Obrigados.

quinta-feira, janeiro 11, 2007

the special man

David Bowie fez 60 anos e eu deixei passar o dia sem dizer nada. Dele que é um dos meus artistas preferidos. Dele que é a maior celebridade de quem já estive a um palmo de distância. Hoje para compensar, depois da foto que postei do "Terceiro passo" (em que Bowie faz de inventor), deixo-vos 60 factos sobre Bowie, escolhidos pela BBC.
Para aguçar a curiosidade, fica o facto número 16

Bowie's first hit in the UK - 1969's Space Oddity - was used by the BBC in its coverage of the moon landing.

E deixo-vos também a música. A minha preferida.

always watch good moves


Terceiro passo
Ser o que se quer parecer.

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Visão do actual estado das coisas (depois do noticiário das 8)

O actual estado das coisas está que não se pode. Não se pode ir a lado nenhum porque a gasolina está cara. Não se indo a lado nenhum fica-se em casa, que acrescente-se ou a renda é cara ou a taxa do empréstimo sobe mais rápido que o Saddam desceu. Em casa não se pode gastar electricidade porque está cara nem água porque não é ecológico. Não se pode ver televisão nem ligar o pc nem ir à net pelas razões acima mencionadas e porque a) os monitores fazem mal à vista b) televisão a mais faz mal c) só dão programas de caca d) a internet só tem pornografia (e depois temos de estar sempre a limpar o histórico mas mesmo assim aparece sempre um pop up de sexo quando outra pessoa usa o nosso computador) e vírus e spam. Não se pode bater na mulher por motivos vários: é crime; com esta história do body combat e dos ginásios pode ser algo arriscado; com as paredes de papel dos apartamentos de hoje em dia ouve-se tudo e os vizinhos iam reclamar dos gritos (e ainda porque depois das nove da noite, que é quando apetece mais, é crime fazer barulho); os advogados e os hospitais andam pela hora da morte (no caso dos hospitais é garantido que ainda por cima apanhamos um daqueles bicharocos mais resistentes que nós e lerpamos) e, pró caso, não tenho mulher (ainda pensei em encomendar uma russa mas com a sorte que tenho saía-me um camafeu, frígida e chata com ligações à máfia). Não se pode falar ao telemóvel porque as radiações fritam a mioleira (e é caro). Não se pode ler o jornal porque 60% (sou ainda um pouco inocente e acredito no pai natal) das notícias são encomendadas com o objectivo de manipular a opinião e o resto é publicidade, difamação, vida alheia e desgraças. Não se pode ouvir rádio porque estão sempre a dar anúncios ou quando ouvimos a música que queríamos está quase no fim ou não se apanha bem. Não se podem comer ovos, frango, vaca, peixe, porco, gorduras, batatas fritas, enchidos, açúcar, fruta, doces ou chocolate porque têm respectivamente H5N1, BSE, estão quase extintos e são caros e têm espinhas, tem nitratos, hormonas e/ou ténias, matam, matam, matam, dá cabo dos dentes, cara, diabetes e vicia. Não se pode fumar porque é proibido, mata, causa impotência, cancro, é caro e os maços do Português que já não é Suave já não são lindos de morrer com as frases tétricas e as fotografias de órgãos todos esfarelados. Não se pode fazer desporto porque não há onde ou com quem e é certinho que vamos torcer um pé mesmo no fim (depois ver acima hospitais: caros e matam). Não se pode viajar porque há terrorismo e doenças que não temos cá e com o trabalho que dá fazer agora o check in nos aeroportos mal por mal mais vale morrer de tédio em casa, num acidente na estrada ou de brucelose com aquele queijinho fresco que por acaso nem estava nada de especial. Não se pode ir ao correio porque são só contas e publicidade não endereçada mesmo depois de termos desfigurado o hall de entrada do prédio com aqueles autocolantes amarelos horrorosos, além do que já ninguém escreve mesmo, excepto para fazer forward daquela corrente espectacular que lhe trará imensa sorte/azar/amor/azia/cães amorosos/salvar e/ou encontrar crianças perdidas no buraco do ozono da floresta Amazónia. Não se pode beber álcool ou consumir drogas porque... porque... porque... hummmm... volto já!

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Destino ou Acaso

Desde há já algum tempo que me tenho vindo a deparar com esta questão, nas suas mais variadas ramificações e implicações no dia-a-dia e não me consigo decidir por nenhuma das conclusões face aos argumentos que se perfilam em ambos lados da barricada. Mais ainda se torna difícil a escolha por estes conterem uma razoável dose de subjectividade e dependerem, em grande parte, de acontecimentos recentes (acabam por ter algum peso extra por estarem mais frescos na memória) para serem ou não validados. Provavelmente, como noutras situações, a verdade jaz algures no meio mas vale a pena considerarmos os prós e contras das duas hipóteses.

Assim, de um lado fica uma visão do mundo mais prosaica e despida de qualquer influência externa, que nos deixa à mercê do presente para determinar o rumo dos acontecimentos. Ou seja, momento a momento, o futuro é traçado pelas decisões por nós tomadas. Os únicos seres capazes então de provocar qualquer ateração no curso dos acontecimentos (e também de percepcionar as suas repercursões) somos nós, enquanto seres conscientes e possuidores de vontade própria para decidir. Tudo o resto não passa apenas de um enorme conjunto heterogéneo de objectos que obedecem cegamente às regras da física vigentes. Não houve início e não haverá fim.

Do outro lado fica uma visão determinista, onde não existe mais do que a causa-efeito e a acção-reacção. Tudo está já escolhido e o guião escrito. Um conjunto de regras e leis naturais regem o Universo em que habitamos e tudo o resto não passa de corolários dessas leis. De uma acção inicial nasceu esta megalónoma carambola cósmica que nos (a nós e a tudo o resto) levará inexoravelmente a uma conclusão.

Por enquadrar nestas visões ficam algumas questões, como por exemplo: (se existirem) outros seres possuidores de consciência (onde se poderão incluir vários graus de consciência, acima e abaixo da nossa – dos objectos a Deus(es)); a possibilidade de milagres ou acontecimentos (ainda?) não explicados pela actual ciência; quem ou o quê gerou o impulso inicial (se existiu apenas um ou se isto não passa de um carrocel gigante oscilando de Big Bang em Big Bang) e qual o nosso papel no meio de tudo isto?

Parece-me demasiadamente egocêntrico da nossa parte assumir que estamos sós nesta história da consciência. Mais ainda considerarmos que somos o topo da escala. Por outro lado, afigura-se-me algo fútil não existir um qualquer desígnio para a nossa (leia-se a do Universo (se for só um)) existência. Mas assim sendo, seremos participantes de pleno direito ou marionetas? Existirá um Maestro que nos conduz subtilmente ou um Observador que nos vigia? Será isto um teste (uma mosca que se frita num mata-moscas chumbou no grandioso teste?) ou apenas falta de perspectiva (a mosca cumpriu o seu micro-desígnio na mega-ordem das coisas)? Se a Teoria do Caos nos diz que o bater de asas da borboleta em Tóquio faz chover em Nova Iorque passados uns dias, quem me garante que não foi uma formiga a dançar rumba há dois anos atrás no Burundi que me fez comer ovos estrelados ao almoço ontem?

Giorgio loves Duvidoso

Há dias em que nem o penalty roubado os salva.
Há dias em que as influências do Giorgio não são suficientes.
Viva o Atlético que saiu de Lisboa de autocarro às sete da manhã, sabendo que o prémio de vitória seria um jantar de leitão no regresso, e ganhou ao Porto, ao sistema e ao árbitro.
Agora respira-se melhor na Taça de Portugal.

domingo, janeiro 07, 2007

Será?

"Os olhos são os intérpretes do coração, mas só os interessados entendem essa linguagem."

Espero que alguém me tenha entendido...

sexta-feira, janeiro 05, 2007

À discussão!

Numa homenagem a um grande sketch dos Monty Python gostava de iniciar aqui uma discussão.

Melhor ainda, várias! Para isso, deixo desde já o pedido para que avancem um tema, qualquer tema, banal ou elaborado, pacífico ou conflituoso. Da colheita da azeitona na Idade Média à eutanásia; do valor da vida no Médio Oriente à cor do cabelo do Vítor Espadinha; da política externa do Botswana à melhor receita de bacalhau; de tácticas avançadas de berlinde no gelo à secular questão da primazia do ovo sobre a galinha e, já agora, porque que esta atravessou a estrada...

Venha de lá essa posta de pescada, essa pérola da sabedoria popular, essa citação malandra tirada de um obscuro manual celta ou mesmo o comentário à última capa da Nova Gente. De imediato, prometo ofender, maltratar, menosprezar, contrariar, negar, insultar, contrapor de um modo absolutamente enervante e redutor só pelo prazer de contrariar!

Há lá coisa melhor para aquecer as noites de inverno do que uma bela discussão da treta sem sentido em que ninguém aceita nada, ninguém aprende nada, ninguém admite qualquer falha e ainda para mais, de brinde, saímos de lá a pensar que o outro tipo é um belo parvalhão e que nunca mais lhe falamos na vida mas da qual saímos retemperados pelo exercício da retórica!?

Como alguém disse (ver série 27 episódio "A arte do assassinato" ano I), e parafraseando, na arte da discussão o que conta é a maneira como se diz e não o que se está mesmo a querer dizer, se é mesmo verdade ou ainda, que raio de ideia, quem tem razão sobre o quê!

Vá! Quantos são? A mim ninguém me cala! Penso eu de que! Não tenho medo de ninguém! E mais, nunca me engano e raramente tenho dúvidas! Venham eles! Sua cambada de biltres, facínoras, trastes, madraços, filisteus, sacanas, pulhas e sacristas!

quinta-feira, janeiro 04, 2007

O erro de Zapatero

Com terroristas não se negoceia. Os terroristas prendem-se ou matam-se.
Quem mata inocentes não pode, em nenhuma situação, conseguir algo de positivo em troca dessas mortes.

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Fui lá dentro dar uma deliberadela e saiu isto:

Tendo como certo que a dúvida é aliada da inércia e que ultimamente não tenho a certeza de quase nada, é mais que natural que feche o ano a pensar que nada fiz por mim próprio e que me limitei a seguir os trilhos que estavam à minha frente. Assoberbado por questões que me transcendem, em busca de respostas para perguntas mal formuladas ou cujo interesse em as ver resolvidas permanece no plano meramente teórico, fico agora com a impressão de que poderia ter aproveitado mais se pensasse menos. Embora também saiba que poderia provavelmente estar em mau estado na minha inconsciência se o decidisse fazer na altura errada - leia-se o equivalente metafórico da vida a atravessar 6 faixas de rodagem à hora de ponta sem olhar.

Substituir os verbos pensar, meditar, divagar ou ponderar por outros como fazer, ir, experimentar e sentir afigura-se-me agora como o caminho a seguir, até por me ver a isso obrigado pela inflexível lei natural das compensações. Mais ainda ao considerar que o tempo só flui num sentido e que pior do que lastimar um erro é perder a oportunidade para o cometer, vejo agora que há coisas que não fiz e que já não irei fazer pois o seu tempo passou e já não querem dizer o mesmo. Não quero dizer que vá agora de repente tomar um rumo de kamikaze existencialista disposto a tudo sem nunca hesitar, mas vejo com algum desalento o que deixei para trás por fazer com medo ou indecisão.

Com tanta encruzilhada, vejo percursos de vida que não reconheço, uns que não queria para mim, também alguns que querendo não posso ter e outros ainda que levam a sítios que não conheço... mas será assim com quase todos, excepção feita aos muito novos, aos muito velhos ou aos que não têm ou não querem ter escolha. Assim, já que tenho a sorte de me relacionar com pessoas muito diferentes (origem, maneira de ser, idade, filosofia de vida, profissão, etc...) tenho visto como a mesma coisa é diferente para todos eles e como, na maior parte das vezes, isso dá numa destas confusões que ninguém sabe resolver... Uns falam demais, outros falam a menos, outros não se percebe nada do que querem dizer e assim vamos andando todos desencontrados, a tentar ler os segundos e terceiros sentidos do que só tem um e muitas vezes nenhum...

Com isto tudo digo (volto a dizer, agora em 2007, em novo formato e retemperado pelas passas xamanísticas da meia noite): Não à máscara! Não ao filtro confortável que nos protege das chatices mas que torna tudo cinzento! Arre!!! Chiça!!! Apre!!! Sujeitemo-nos às máximas orientadoras do povo, fruto do saber milenar acumulado, que nos dizem: quem anda à chuva molha-se; só se mete nas m..... quem quer; cada um tem aquilo que merece e, last but not least, salta sem olhares e terás ovos no teu cesto!!!

Divirtam-se! Não tenho bem a certeza de haver outro crédito neste jogo...

O fim do filelodge

A música está de regresso e com o truque de esconder o player. Tudo graças a um exercício de espionagem ao código-fonte da Bomba. Há que aprender com os melhores!


Mais um 27

A Roménia e a Bulgária juntaram-se à União Europeia.

Fim do bug (por agora)

Depois de uma pesquisa com o google percebi que o bug que mandava a minha página directamente para um site de endereço txthub.com era posto no blog pelo filelogde.com, que eu uso para carregar músicas para a Gabardina.
Assim, se estiverem a ter o mesmo problema, bastará apagarem as programações que remetam para um ficheiro alojado no filelodge. Adeus bug!

Bug

O bug que manda as minhas páginas (esta mais do que as outras) para páginas de publicidade dois segundos depois de elas abrirem está a dar comigo em doido...