quinta-feira, outubro 12, 2006

quarta-feira, outubro 11, 2006

Contente?


jarabe de palo - la flaca

Sim. E depois da reforma, todos juntos, teremos tempo para nos rirmos do que foi, do que poderia ter sido, do passado e do futuro.

terça-feira, outubro 10, 2006

Série 27 episódio 9 -O melhor barbeiro do mundo.-


O barbeiro ideal trabalha em Portugal. Em estreia pelas 00::00 de Quinta-feira.

segunda-feira, outubro 09, 2006

Poesia

...
Ela já se via há muito tempo.
Depois do primeiro marido morrer.
É mesmo assim.
Junta-te aos bons e serás como eles. Junta-te aos maus e serás pior que eles.
Eu só peço por os meus.
Por os meus filhos e pela minha casa.
Por os outros peçam outros.
Por os outros pedem as freiras e os padres.
Não se esquecem desta lição que vos ensinei aqui hoje?
Por os outros pedem as freiras, os padres e as beatas, que passam a vida a rezar.
Olhem, fiquem com Deus.


Algures em Coimbra, 9 de Outubro de 2006

quinta-feira, outubro 05, 2006

terça-feira, outubro 03, 2006

King Flop

A coisa era simples: pagava 13 euros por mês e tinha as portas dos cinemas franqueadas. A coisa fazia sentido: as salas de cinema estão quase sempre vazias e, assim, mantinha-se um público regular. A coisa até era economicamente viável: o custo marginal de mais um espectador numa sala vazia é zero e os cinemas garantiam assinantes mensais. Porém, um dia, o que era simples, fazia sentido e até economicamente viável, começou a mudar. Primeiro, foi a conversa de que só se podia ver dois filmes por dia; depois a treta de que não só eram dois filmes, como teriam que estar separados por 120 minutos, finalmente o pior acontecia. Fecha o Ávila e mantêm-se os 13 euros por mês. Encerram duas dezenas de salas em Alcochete e mantêm-se os 13 euros por mês, agora, não só desaparecem os cinemas Monumental, Saldanha, Nimas e King, como os 13 Euros passam a 15. Das cerca de 60 salas em que era possível, usar o cartão KKard, restam 16 no Alvaláxia e duas em Coimbra. A coisa complicou-se portanto. Por mim, tenho claro que se trata de um comportamento ética e juridicamente abusivo por parte de Medeia filmes. E para que não se complique sempre para o mesmo lado recomendo o cancelamento da ordem bancária de débito directo e queixa formal à Deco. Para além disso, recomendo o cartão Amigo Da Cinemateca, com a sua utilização diária.

sexta-feira, setembro 29, 2006

ADSEs

Era tudo tão mais simples, tão mais barato, tão mais justo.
Vamos continuar anos e anos a discutir isto ou vamos acabar de vez com a ADSE e todos os regimes especiais de acesso à Saúde? Com os regimes especiais de pensões? Com os benefícios para saúde, educação e PPs em sede de IRS?
Quando acaba isto de haver portugueses de primeira e portugueses de segunda?

Quanto se acaba a boa vida de quem ganha muitas centenas de contos por mês, tem ADSE, ainda desconta mais umas despesas de saúde nos impostos, paga colégios privados aos filhos e é reembolsado em parte na volta do IRS e ainda vai a correr em Dezembro, com o dinheiro que aos outros não sobra, fazer Planos Poupança Reforma para pagar menos impostos?

Estórias de Sampi, o ET esquizofrénico - parte II

II ? Reconhecimentos

Qualquer um que já tenha por, pelo menos uma vez, experimentado a sensação de ser um estranho numa terra estranha, como diria alguém, saberá o que custam aqueles primeiros minutos passados num local desconhecido, onde todos os pontos de referência se perderam, onde a própria língua é um mistério, os sinais informativos são tão úteis como se tivessem sido escritos em sânscrito por alguém com Parkinson terminal, as caras, roupas, usos e costumes tão alienígenas que parecem vindos de outra galáxia ou dalgum filme de série B com legendas amarelas dos anos 80. Mesmo os sentidos acusam a diferença, nos cheiros, nas cores e texturas, nos sons falados ou não; o próprio ar penetra os pulmões com outro feeling, diferente na humidade e na temperatura. E se isto é assim quando vamos a Badajoz imaginem se tivessem saído da vossa dimensão, após alguns milhares de anos em contra mão pelo fluxo do tempo e com o jet lag habitual daqueles que viajam por warmholes. Com ou sem corpo, acreditem que não é coisa fácil de suportar sem um bom banho quente e um copo de whisky (ou o vosso equivalente cultural e fisiológico) ? Há coisas de que nem as criaturas pertencentes às mais avançadas civilizações escapam!

Sendo que qualquer destas panaceias estava, no imediato, posta de lado por dificuldades técnicas associadas à actual incorporalidade do nosso herói, este achou por bem estabelecer uma qualquer ordem de prioridades que o levasse, o mais rapidamente possível, a consegui-las. De borla, claro está! Ora, isto traz-nos de volta ao mesmo: Sampi não tinha corpo! Ou qualquer tipo de bem material, como dinheiro ou roupa. E já lá diziam na sua terra natal: quem não tem bolsos, não rouba mais do que pode levar nas mãos ou apêndices apropriados? Quem não tem mãos ou apêndices, primeiro rouba-os de quem tenha (corolário de Sampi). E assim começou a procura por um receptáculo adequado para albergar a estranha entidade deambulante.

Primeiro critério: mobilidade! Muitas das estruturas imponentes que percepcionava estavam, desde logo, excluídas pois não lhe parecia apropriado alojar-se de modo a que não pudesse, digamos, vestir qualquer coisita inapropriada e ir dar um giro para ver quem estava, quem não estava, quem bebia, quem não bebia e tal.

Segundo critério: descrição! Apesar de, por norma, não ser esta uma das características que procurava, tinha bem presente a noção de que estava a ser alvo de uma das mais espectaculares (mesmo para os seus padrões) perseguições jurídico-moralo-legalo-ético-violento-policiais que se lembrava de ter ouvido contar desde que existem cadastros inter-galácticos.

Terceira característica: estilo! Assim como muitos de nós procuram habitats com a percentagem certa de oxigénio, azoto e dióxido de carbono, Sampi tinha necessidade de estilo.

Quarta característica: diversão! Sexo, consumo de substâncias/experiências para fins de recreio e jogo ocupavam os lugares do pódio, mesmo que o pódio tivesse 426.234 lugares em vez dos três habituais aqui na Terra.

Quinta e última: uma rede neuronal desocupada! Como isto excluiu os golfinhos, Sampi escolheu o Homo Sapiens.

(to be continued)

quinta-feira, setembro 28, 2006

desalentos de cidadania parte I

Notícia de última hora: A vergonha na cara esgotou-se no território nacional! Acompanhando a tendência dos mercados internacionais, onde se assistia desde há muito a um decréscimo na produção e procura deste bem, tão necessário ao normal desenrolar da vida em sociedade, verificou-se hoje aquilo que há muito se esperava: já não há vergonha na cara!

Outros produtos associados também já rareiam em Portugal e no Mundo, como por exemplo, a capacidade de indignação, a empatia, o interesse pelo bem-estar do próximo, a caridade desinteressada, o altruísmo. Em contraponto, a corrupção, activa e passiva, o egoísmo, a mesquinhez, a maldade, o desinteresse, a conspiração e a mentira estão perto dos seus valores máximos de sempre.

Quantas e quantas vezes não assistimos agora a cenas nas ruas onde alguém está caído ou pede ajuda, sem conseguir mais do que indiferença. A insegurança tomou conta de todos, e agora, receosos de que a senhora de idade que tropeçou à nossa frente faça parte de alguma conspiração para nos roubar, enganar ou alistar em alguma religião enganosa, desviamos o olhar e seguimos o nosso rumo, de preferência com o som da música bem alto nos auscultadores do iPod e com os óculos escuros que bloqueiam sons e visões das nossas cidades degradadas.

Durante alguns anos, a máxima de Adam Smith sobre o egoísmo individual (cada um querer o melhor para si e trabalhar para isso) gerar riqueza para as nações onde habitam, governou a grande maioria das sociedades ocidentais com evidentes benefícios para o estilo de vida daqueles que conseguiram uma completa inserção e adaptação às estruturas que as sustentam. No entanto, alguns desvios à normal evolução foram sendo introduzidos lentamente, sem que nada fosse feito para o evitar, como a má distribuição da riqueza, o desigual acesso à educação e a boas condições de vida.

Em vez disso, o apodrecimento interno dos sustentáculos da democracia corroeu a base em que tudo assentava sem que disso se desse conta. Noções básicas como a separação dos poderes executivo, judicial e legislativo; o jornalismo imparcial (o quarto poder); o interesse e a participação dos cidadãos nas estruturas democráticas; a moralidade e a ética, entre outros, foram sendo lentamente corrompidas na sua essência, sendo até, actualmente, parte do problema e não parte da solução.

(continua)

Episódio 7

quarta-feira, setembro 27, 2006

Maus professores

Muito interessante a entrevista de João Gabriel Silva, Presidente do Científico e Directivo da FCTUC, ao Diário de Coimbra.
Com uma visão que me parece perfeita (quase estranhamente perfeita para alguém que está "do outro lado" da escola) de um dos maiores problemas das Universidades (da de Coimbra é certamente). Sem confundir causas, efeitos e consequências.

Quer acabar com os maus professores, que dão a ideia de que há aulas dispensáveis, um sentimento que diz ser «propagado pelos malditos veteranos, quando caem, que nem abutres, em cima dos caloiros», logo na primeira semana do ano lectivo.


A causa são os maus professores. Aqueles que as Universidades escolhem por motivos que são mais do que óbvios e que são tão especialistas nas matérias que vão ensinar como qualquer tipo que tenha lido dois ou três manuais sobre o assunto.

Acabar com eles será muito difícil. Parece-me que os maus professores são já uma larga maioria...

Episódio 7

Ainda a aguardar uma série de autorizações, estreia amanhã o Episódio 7 da Série 27. Um episódio que tem como protagonista o movimento. O movimento de rotação da Terra. Amanhã os leitores da Gabardina poderão, se calhar, pela primeira vez nas suas vidas, ser testemunhas da velocidade de rotação do planeta Terra. A isto bebam uma cerveja.

terça-feira, setembro 26, 2006

Do efeito de umas All-Star muito usadas no espírito pequeno-burguês dos responsáveis de supermercados.



Das primeiras vezes que isto aconteceu, no Pindo-Doce junto à feira popular, confesso que me diverti. Esperava que o segurança me seguisse. Parava no meio do supermercado, e, com ar pensativo hesitava onde ir. Então, demorava-me na secção de higiene feminina, onde ostensivamente cofiava a barba. Fazia-lhe razias com latas de atum Tenório e seguia, alegre, para a peixaria onde perguntava por pescada do Chile. Na fruta, demorava-me a escolher as "Granny Smith" e uma vez, que lhe passei mais próximo, recordo que resfolgou "já tás à buzar": assim mesmo com um "Z" e "a" separado.

O segurança que teme que um tipo com umas sapatilhas rotas lhe dificulte o trabalho, erra. Porque quem verdadeiramente o pode lixar, são os tipos que entram de fato e gravata, que trabalham em "outsoursing" para numa consultora de R.H e que recomendam "downsizing" à bruta. Mas quando esses entram no Pingo-Doce o segurança trágico, porque ignorante, cumprimenta e sorri, e até os leva às promoções de atum de marca branca.

segunda-feira, setembro 25, 2006

Estórias de Sampi, o ET esquizofrénico - I

Sampi era um viajante de um destino longínquo, afastado de nós em espaço e tempo, de tal modo que não nos é permitido compreender facilmente de onde veio. Ou melhor, pelo menos para aqueles sem 10 anos de estudos avançados em física. Aliás, Sampi nem sequer seria a designação mais apropriada na sua dimensão de origem, mas dadas as nossas limitações de vocalização e para os devidos efeitos desta narrativa, terá de servir. Curiosamente, ao escolhermos o género masculino para nos referirmos a esta entidade, excepto num ou noutro pormenor, acertámos em cheio! Quer dizer, considerando que estamos a tentar descrever algo incorpóreo. Isto é, que escolheu ser incorpóreo nesta fase da viagem. (Menos bagagem; sem problemas na alfandega com vistos, passaporte, contrabando; não ter de saber qual o tempo que faz no destino; não ter de levar os sapatos confortáveis e os de cerimónia; nenhuma chatice com os adaptadores de corrente e carregadores; não ter sempre aquela sensação inquietante de que algo ficou esquecido em casa?enfim, só vantagens!)

Sampi poderia ser considerado um turista, um curioso, um estudioso. Mas vamos antes chamar-lhe um foragido da justiça. Não só pelo glamour da coisa mas mais ainda porque é verdade. Assim também já está melhor explicada aquela história da bagagem e do ser incorpóreo. E já que aqui estamos, outras palavras se aplicam na descrição do carácter de Sampi, como por exemplo, biltre, facínora, sacana, pulha, traste, velhaco, aldrabão, vigarista, pilha galinhas, e outras intraduzíveis?mas no fundo, no fundo, boa pessoa! Vale-lhe o sentido de humor e a boa disposição, a inspiração para o surpreendente, o timing impecável para o bitaite verrinoso, a insanidade caótica, tudo temperado por um acumulado de dados e factos na sua maioria apócrifos, pelo menos duvidosos, com toda a certeza que de interesse nulo para a grande maioria das pessoas e que poderiam muito bem ser a base cultural de uma civilização destinada ao fracasso mas que o atingisse com estilo. A única lei de que há memória que conseguisse cumprir é a 2ª lei da termodinâmica e à risca (?A entropia do universo tende a um máximo?). Alguns teorizam mesmo que o único motivo para enunciar esta lei é a existência de Sampi, o que, como é seu timbre, viola a relação natural de causa-efeito.

Ora, encontrando-se, então, este personagem curioso de passagem fugidia pelo braço esquerdo da nossa galáxia espiralada, rumo a parte incerta, mas, decerto, que para nada de certo fazer, e tendo subitamente sentido uma vontade premente para a asneira, chamou-lhe a atenção um pequeno globo azul que orbitava um outro globo amarelo, sendo por sua vez orbitado por um pequeno pedaço amarelado de rocha. Não foi tanto o globo em si, muito menos nada do que zanzava em conjunto com ele aquele sector do espaço que o atraiu mas sim o facto deste emanar para o espaço uma imensa quantidade de informação em vários comprimentos de onda, a maioria da qual dizendo respeito a pormenores da vida íntima dos seus habitantes. Ao ver assim desperta sua a curiosidade, rapidamente tratou de focar outros sentidos naquela direcção, que imediatamente se viram inundados por pensamentos, emoções e sentimentos traduzindo vários níveis de inveja, luxúria, homicídio, malícia, crime, mentira, sexo, jogo, canibalismo e pecadilhos variados. Hum, pensou, isto tem algum potencial...acho que merece uma espreitadela! (to be continued...)

30

Bob Dylan & Bruce Springsteen - Forever Young


A 12, 17, 19, 25, 30, ou a que dia for, a grande geração de 76 está a fazer 30. Esta coisa dos números redondos tem este problema: dá-nos sempre a sensação de estarmos num ponto de viragem.
A nós desejo:

May God bless and keep you always,
May your wishes all come true,
May you always do for others
And let others do for you.
May you build a ladder to the stars
And climb on every rung,
May you stay forever young,
Forever young, forever young,
May you stay forever young.

May you grow up to be righteous,
May you grow up to be true,
May you always know the truth
And see the lights surrounding you.
May you always be courageous,
Stand upright and be strong,
May you stay forever young,
Forever young, forever young,
May you stay forever young.


May your hands always be busy,
May your feet always be swift,
May you have a strong foundation
When the winds of changes shift.
May your heart always be joyful,
May your song always be sung,
May you stay forever young,
Forever young, forever young,
May you stay forever young.

domingo, setembro 24, 2006

Estimativas...

Metade das pessoas que conheço não compreendem o que escrevo...

Metade das pessoas que conheço estão presas a relações pessoais das quais gostariam de se libertar...

Metade das pessoas que conheço preferia não as conhecer...

Metade das pessoas que conheço perde mais tempo a criticar a outra metade do que a tentar atingir objectivos pessoais...

Metade das pessoas que conheço sofre de dissociação mental-verbal...

Metade das pessoas que conheço são absolutamente banais e desinteressantes...

Metade das pessoas que conheço usam máscaras no dia-a-dia sem nunca revelarem o seu verdadeiro eu...

Metade das pessoas que conheço vivem lugares comuns como forma de vida preferencial...

Metade das pessoas que conheço são hipócritas ao ponto de nem sequer assumirem que partilham dos outros pontos de vista que escrevi acima...

Resta ainda acrescentar que nunca fui bom em estatística e que normalmente tendo a subestimar as coisas...

Felizmente existe a outra metade!!!!!

sábado, setembro 23, 2006

Lisboa by night

Lisboa by night

Mais uma noite de copos até às tantas em Lisboa... O roteiro tem sempre uma surpresa escondida, um local novo para acrescentar à lista de locais velhos. Ontem foi um antrozinho simpático ali para as bandas do cais do sodré, mesmo na porta ao lado do Jamaica, chamado Japão. Ou pelo menos acho que era isso... As recordações aparecem em flashes, com a qualidade de uma cassete de vídeo VHS onde já tínham sido gravados 15 programas diferentes, uns por cima dos outros. O local é simples, sem grandes pormenores de design. Um empregado porreiro; outro que era uma besta. A música esteve variada, desde os clássicos dos 80 até aos hits de hoje. A noite começou distante dali, num tasquedo chamado Adega Dantas onde até se esteve bastante bem. Comida boa e barata, copos qb, companhia interessante, moldura humana bastante composta e recheada de meninas bonitas. Como dizia um dos convivas, cenário atraente onde os olhos podem vaguear e repousar alegremente numa curva, num decote, numa carita laroca. Findo o repasto, ala para o bairro alto. Primeiro destino: Majong. Mais conversa, mais cerveja, mais convívio. A coisa embala. Em rota para o Café Diário para o já tradicional mojito, la bebida del verano (ainda que este esteja já moribundo, o verão entenda-se). E com isto eis que surge a vontade de embalar o corpo (o nosso e com um pouquito de sorte outro, feminino, acolhedor) com uma "musiquinha para machucar os coração". Decisões, decisões. Incógnito?, alvitram uns, Lux?, ouve-se também, Jamaica?,... E eis que surge a ideia vencedora:Tóquio. Uma breve descrição reúne rapidamente o consenso e lá vamos. Com a vantagem do caminho ser a descer!! Em chegando, canha na mão, mexe e remexe, baila, agita e sacode. Muito bom. Mas tudo tem o seu fim e vemo-nos subitamente na rua, olhando a porta do Jamaica que ainda está em plena velocidade de cruzeiro. Esgrimem-se argumentos, aborda-se o porteiro que se rende aos doces encantos da nossa companheira de folguedos e nos deixa entrar. Mais dança, mais copos, menos conversa que isto já não dá para tudo... Ainda assim há tempo para umas baboseiras, para nos ouvirmos a dizer coisas que deviam ter ficado por dizer, ou não, quem sabe? Enfim, também o Jamaica fecha as portas e abandona-nos na madrugada. Antes das despedidas, tempo ainda para trazer um recuerdo. Por motivos vários não direi o que é mas deixo umas pistas: alumínio reflector, triangular, tripé, amarelo, preto e vermelho. E deixem-me que vos diga que se nunca acordaram dentro de casa, deitados na cama a olhar para uma coisa daquelas, também o nó no cérebro que sofreriam não vos fará falta nenhuma!!!

quinta-feira, setembro 21, 2006

Sorteios

Sejam bem-vindos a mais um grandioso sorteio de emoções, sensações e sentimentos!! Para os que nos estão a acompanhar lá em casa, muito boa sorte! Bilhetes à mão e vamos lá!!

Ora muito bem, a primeira emoção desta noite é..., é..., ... paixão!!! Paixão!! Imaginem lá. Começamos com paixão. Muito bem. E de seguida vem,... ,... Ciúme!! Que coincidência... Paixão e Ciúme. O que teremos mais reservado para os nossos apostadores? E aí está... Saudade! Bem, bem. Será que vamos ter jackpot?? Com esta série, não sei não. Faltam mais duas e a suplementar! E... ódio. O suspense cresce, caros telespectadores. Esta foi bem surpreendente... A última bola normal é... Rejeição... Não vamos ter muitos vencedores assim. E a suplementar... Vingança!!! Repetindo, Paixão, Ciúme, Saudade, Ódio, Rejeição e Vingança.

Verifiquem os vossos estados de espírito, por favor... Aguardamos a qualquer momento o anúncio dos vencedores pelo nosso Juri da Santa Casa. Já temos os resultados... A Polícia Judiciária acaba de nos contactar e tem em sua custódia um duplo homicida!! Pelo que apuraram, foi acabado de apanhar com o sangue da mulher e do amante ainda fresco na faca do mato com que os reduziu a pequenos pedaços, fez sandwiches, embrulhou em celofane e guardou na arca da camping gás para levar ao picknick anual da empresa...

É claramente o nosso vencedor, crime passional, não há engano possível!!! Muitos parabéns! Sentiu perfeitamente a chave desta semana!! E o prémio é... um fornecimento vitalício de drogas psicossomáticas, um colete de forças branco e uma estadia numa cela almofada de um estabelecimento de saúde mental à sua escolha com direito a electrochoques e banhos gelados diários!! Bravo!! Não percam o sorteio da próxima semana... Muito boa noite para todos!

Episodio 6 "Vais a Coimbra este Fim-de-semana?" 2ª parte

">

quarta-feira, setembro 20, 2006

"vais a Coimbra este Fim-de-semana" 2ª parte



Com estreia marcada para amanhã, é o momento de agradecer aos Bombeiros Sapadores de Coimbra que não só, disponibilizaram algumas das imagens confiscadas pela policia como algum de material indispensável à montagem deste segundo episódio. Entretanto, mais uma imagem.